Um blog do Travellerspoint

Rio de Janeiro

Um dia olímpico

semi-overcast 20 °C

Oi gente! Eu confesso que não tinha pensado em escrever esse post. Estava contando pra minha amiga e ela perguntou porque eu não ia escrever. É mesmo né? Foi uma experiência tão maneira que eu não podia deixar de registrar. Afinal esse blog trata-se de um diário de viagens. E foi uma viagem... uma viagem olímpica....

Vamos ao começo. Era uam segunda feira, final de julho e meu irmão em manda um whatsapp perguntando o que eu ia fazer dia 10 de agosto, se eu estaria viajando, enfim, respondi. Estaria aqui em Vitória mesmo. Ele disse que tinha um convite para ir numa prova de natação com tudo pago. Demorei a entender do que se tratava, hahaha, muito lesada. Quando eu entendi eu disse pra me colocar nessa porque eu queria participar. Ainda mais com tudo pago. No final a data nem era dia 10, era dia 11. Conversei com minha chefe para ajustar esse dia e tudo ok, lá vou eu.

Gente, quando meu irmão disse tudo pago, era inclusive a passagem aérea e hotel. Não era só ingresso como eu pensava de primeira. Reservaram pra mim um voo de Vitória pra São Paulo e de lá pro Rio. Encontrei meu irmão no voo de Congonhas pro Santos Dumont. Só com bagagem de mão, afinal era praticamente um bate e volta, chegamos no Rio na quarta à noite. Friozinho, chuva e a moça do receptivo nos aguardava. Tinha chovido muito naquele dia, inclusive algumas partidas de tenis tinham sido canceladas. Fiquei pensando em quem fez bate e volta só pra aquilo, como a gente estava fazendo.... Agora era torcer pra não chover no dia seguinte.

De van fomos levados até o hotel que ficava no Flamengo, chama Windsor Flórida. Parece que antigamente era só hotel Flórida. Foi comprado pela rede Windsor, reformado e ficou 10. Tinham várias delegações lá. Não atletas, acredito que era gente de comitês nacionais, talvez parte de comissão técnica. Não sei se todos ficam na Vila dos Atletas. Enfim, tinha um andar que parecia que eram só QGs: era Time Grâ Bretanha, Time Itália, Time China, Time não sei o que.... Bom, quanto ao hotel, posso dizer que era muito bom. Reformado, quartos limpos, amplos, bom banheiro, boas facilidades (É assim que se fala? Em inglês a gente se refere como facilities, mas em português não sei.). Nessa minha fase fit eu já tinha visto na internet que tinha uma pequena academia no hotel com esteira da Life. São as mesmas esteiras da Bodytech. Já tinha visto onde ficava a Bodytech ali em Botafogo, mas já que tinha no hotel e eram boas, era ali mesmo que eu ia malhar. Ainda no terraço tinha uma piscina (mas tava friiiiio) e um bar onde os gringos iam no fim de dia. Não tinha vista muito bonita além do Cristo Redentor lá longe, afinal, era o centro do Rio. Enfm, quanto ao hotel, não faço a ideia do preço pois não paguei, hehehe, mas ue gostei bastante do hotel, se couber no budget eu recomendo.

Bom, hora de jantar. Depois de conhecer o hotel e esperar um pouco o trânsito melhorar, bora chamar um Uber. Essa parte era por nossa conta. Deixei o irmão escolher porque se dependesse de mim eu não seria tão criativa, provavelmente seria Outback. Fomos no Gula Gula, uma rede tradicional no Rio com menu diversos ali na Casa Gourmet, do lado do Rio Sul. Essa região me lembra quando eu vinha no Rio quando criança. Já frequentei muito o shopping Rio Sul. Aliás, dessa época eu só lembro do Rio Sul e do Barra Shopping (que era loooonge). Irmão hiperativo, como sempre, foi mapear o que rolava na Casa da Áustria, que ficava ali no Botafogo (clube). Depois de comer fomos só ver o que rolava ali. Tinha uma fila quilométrica pra entrar e não andava. Passamos na frente pra ver e a balada rolava solta. Parece que tava legal mas minha alma de 80 anos me chamava pro hotel e no dia seguinte a van ia passar às 7h pra nos buscar.

Bom, o café da manhã começava às 6h30, deu tempo de comer de boa antes da van chegar. Dali, nos levaram para o meeting point da Latam. A ideia inicial era, depois de pegar a gente, ir até o Recreio pegar mais duas pessoas. mas como estava sem trãnsito, chegamos cedo e a moça decidiu ver se tinha algum ônibus disponível pra gente ir mais cedo. Tinha! No meeting point tinha um lounge bem bacana da Latam com comidinhas e bebidinhas. O ônibus saiu às 8h30 e nos deixou às 9h em uma entrada exclusiva ao Parque Olímpico.

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Descemos praticamente na porta, estava cedo, não tinha fila, foi super sossegado, Claro que eu não levei um monte de cacareco pra parar no raio x, só o necessário pra sobreviver. Já nos encaminharam para a Hospitalidade que é uma espécie de área Vip. Tinham várias ali, a nossa era a Ipanema. Já recebemos a pulseirinha e ficamos um pouquinho por ali. Bebida, comidinha, muito lugar pra sentar, várias televisões passando um pouco de tudo, wifi e banheiro limpo. Ah, e mimo, muito mimo. Foi um dia pra divar e vipar, hahahaha.

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Depois fomos dar uma volta pelo Parque Olímpico. Eram umas 9h30 e, pelo menos andando no parque, tinham poucas pessoas. Fomos andando pelas arenas, tudo muito amplo, limpo e bem bonito. Ali no Parque da Barra eram 9 arenas. Claro que tinha que tirar uma foto nos anéis olímpicos. Fiz um "acoxambramento" porque não estava a fim de fila. Fomos na mega loja que tinha lá dentro. Gente, tudo caaaaarooooo. Um bonequinho daqueles mascotes, não sei se é o Tom ou Vinicios, saía por R$ 115. Detalhe, o pequeno. E o esquema da loja era fazer vc ir andando em zigzag pra saída, aí vc tem que passar por tudo, sabe? Mas já não estava pensando em comprar nada, com aqueles preços então....

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Bom, vamos lá, três coisas estavam reclamando da organização que não me atingiram devido ao pacote da Latam. Os banheiros estariam sujos e não teria água. Não cheguei nem perto. Taí uma coisa que eu tenho nojinho, muito nojinho. Como eu tinha acesso a hospitalidade esse problema eu não passei, mas também não sei se tinham resolvido ou não. Problema número dois e muito importante: comida. Teriam filas quilométricas, sujeito a ficar muitp tempo na fila e chegar lá e não ter comida. Sei como é isso porque passei por isso na Copa. Mais uma vez esse problema não me atingiu devido ao acesso à hospitalidade. Nem tentei ver o que tinha. Na hora que estávamos andando pelo parque tinha pouca gente então não tinha fila, mas na hora do almoço eu não sei. Outra questão era o fato de só vender "porcaria", tipo pizza, cachorro quente, essas coisas. Por volta das 12h30, quando me dirigia ao estádio aquático, não percebi grandes filas não. Não sei se resolveram a questão ou se não tinha comida. Enfim, na hospitalidade tinha bebida e comidinhas à vontade. Como eu ia falar não? Hahahaha. Terceiro ponto, filas na chegada. Mais uma vez o esquema da Latam veio com tudo pra deixar meu dia perfeito. O nosso acesso era separado da geral. Nos deixaram bem na entrada separada, estava cedo, sem fila, e já saía na hospitalidade e estádio aquático. Mas essa parte aparentemente funcionoava direitinho. Se houve problema nos primeiros dias, naquele dia não parecia ter. O portão abria às 8h, mas a maior parte das pessoas chegava por volta das 9h30. Como muitos jogos começavam às 10h a conclusão é que o povo chegava em cima da hora mesmo. Aí é uma questão cultural, realmente absorver tanta gente de uma vez é complicado. Mas aparentemente naquele dia essa parte funcionou bem.

De volta pro relato do dia. Saindo da loja, já tínhamos dado a volta no Parque, passando pelas arenas no outro extremo, porque não voltar pra hospitalidade e ficar ali de bobeira? Era só escolher um lugar próximo a uma televisão que passasse algo que interessava e ficar lá. E se tivesse passando badminton, haha, era só pedir pra colocarem no, sei lá, judô. Porque ninguém merece ficar assistindo badminton né? Hehehehe. Quando deu 12h serviram o almoço. Comidinha quentinha, gostosa, com boas opções, comendo bem acomodada. Tinha uma ssobremesas bem gostosas também, ou pelo menos parecia, haha.

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Hora de ir pro estádio aquático.

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Dois minutinhos tava lá. A entrada foi bem sossegada, o estádio aquático não estava lotada. Faltou um pouquinho de voluntário na parte externa pra ajudar a achar o acesso certo, mas lá dentro tava tudo ok. A arena estava lindíssima! Fiquei boquiaberta. Tá certo que tb tinha assento atrás de coluna, mas essa parte abafa pq não tinha ninguém ali mesmo. Mas absurdo fazer um negócio daquele e colocar assento atrás de coluna, fala sério! Bom, tirando isso estava tudo perfeito. E era dia de ver grandes atletas. As monstras Katie Ledecky e a iron lady Katinka qualquer coisa (não sei o sobrenome dela) imperaram. Mas a cereja do bolo foi ele, o maior atleta olímpico de todos os tempos. Bateu recorde que durava dois milênios e, acredito, não devo viver pra ver alguém bater esse recorde. Ninguém menos que Michael Phelps. O cara é simplesmente sobrehumano. E eu vivi pra ver ao vivo. Amo a natação desde sempre e pude ver o melhor dos melhores. Essa experiência com certeza foi inesquecível.

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Eram umas 15h00 quando acabou a natação, era hora de deixar o estádio aquático. O translado sairia às 16h dali, ainda tinha tempo pra ir pra hospitalidade comer alguma coisinha e assistir algo que estivesse acontecendo naquele momento. Deu 16h a hospitalidade fechava para se prepararem pra parte da noite e nós nos preparávamos para ir embora. Foi um longo trajeto. Do Parque Olímpico pro meeting point na Barra, depois fomos deixar duas pessoas no Recreio dos Bandeirantes, por fim, caminho de volta fazendo praticamente todo "do Leme ao Pontal", só que ao contrário. A hora que chegamos na zona sul, meus amigos, parou tudo. Eu já estava pra lá de Bagdá naquela van. O trânsito de Copacabana estava pra dar saudades do de São Paulo. Simplesmente terrível. Resultamo, saímos às 16h da Barra e chegamos às 19h no hotel no Flamengo.

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Estava mega cansada, mas mesmo assim me arrastei até a academia do hotel no 10º andar e foi ótimo. Coloquei todo cansaço pra fora naquela esteira. Voltei pro quarto e fui tomar um banho. Depois saímos e fomos jantar no shopping Rio Sul. O shopping Rio Sul me remete à infância, quando ia bastante ao Rio de Janeiro. Acho que já falei isso, ou não? Hehe. Preguiça de reler... Enfim, depois de jantar light voltamos pro hotel. Queria ver a final dos 200 medley mas eu dormi de tão cansada. Pior, estava vendo a premição de uma prova de natação anterior à final e dormi bem nessa hora. Não vi o Phelps ganhar mais um ouro, mas, tudo bem. A sensação de estar numa Olimpíada, que é algo que eu amo de verdade, já valeu a pena. Foi um dia olímpico pra não esquecer...

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No dia seguinte, antes de ir pro aeroporto, deu tempo de dar uma passadinha no Boulevard Olímpico. É uma área portuária do Rio que estava completamente degradada. Era feia, bem feia. A perimetral passava ali rpa deixar mais feia ainda. Os navios de cruzeiro que chegavam ali davam de cara com um lugar horroroso. Era horroroso! Não é mais! Colocaram a perimetral no chão, arrumaram os armazéns que não tinham uso, fizeram um calçamento, revitalizaram a área, a prala Mauá ganhou o belíssimo museo do amanhã e o centro do Rio ganhou vida. Esse foi um grande leago pra cidade. Tá certo que eu me pergunto também porque não ter feito isso antes, porque foi necessário Olimpíada pra ter uma ação da administração como essa? Mas, enfim, depois de um dia maneiro desse não é hora de mau humor. O fato é que ficou muito lindo e, não tem como negar, o Rio de Janeiro continua lindo!

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Agora, fala pra mim, fazer tudo isso "na faixa"... eu tenho ou não tenho o melhor irmão do mundo?

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P.S.: Melhor irmã do mundo também, afinal, se não fosse por ela eu não teria ido na abertura da Copa.

Publicado por Akemi Nomura 8:05 Arquivado em Brasil Comentários (0)

Phuket x Bangkok

sunny 38 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Tailândia no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom dia!!!!! Preguiça master de levantar hoje. Temos que voltar pra Bangkok. Decidimos voltar hoje por segurança, vai que acontece algo e a gente perde o voo da volta? O dia amanheceu nublado em Phuket. Parece que o universo conspirou a nosso favor. Algumas coisas nós demos bastante sorte, é verdade. Por exemplo, os horários dos ferries poderiam ter nos complicado. Dependendo do trajeto que nós fizéssemos, a gente poderia ter se dado mal e ter ficado sem ferry, sem hotel, enfim. O transfer do hotel de Krabi também foi importante. Chegando à noite não faço ideia de como a gente ia chegar até Railay Beach.

Tomamos café no hotel e saímos pouco antes das 10h. Deu um pouco de trabalho pedir por telefone pra alguém ir no quarto pegar as malas. A recepcionista não falava bem inglês. Teve que outra me ligar e perguntar, em inglês, o que eu queria. Isso me faz lembrar de uns reviews do Tripadvisor de gente reclamando de um lugar nos Estados Unidos em que o atendente só falava inglês. Inglês é fácil filho, quero ver esse ser criado por vó se comunicar em tailandês, hahahahaha.

O táxi do hotel até o aeroporto de Phuket saiu por 1000 bahts. Caaaaaaro.... Paciência! Levou 50 minutos. Pra entrar no aeroporto tem que passar por um raio x. O voo era 12h50 e pra gente não passar fome pegamos um lanchinho e fizemos um piquenique no avião, hahahaha. Tchau Phuket! No aeroporto pegamos um táxi até o hotel. Tive que pedir pro taxista ligar o taxímetro. Ai, que saco isso viu? Como era no aeroporto e tinha faixa lá avisando que era obrigatório ele não relutou muito. O pedágio da faixa expressa saiu por 120 bahts e tirando o fato do taxista não saber onde era o hotel e Rosana ter guiado ele via google maps.... Mas chegamos!

Acho que tô naquela fase final de viagem. Cansada! Fizemos altos planos e não executamos "quase" nenhum. Ahahahahahaha. Íamos na Khaosan Road mas estava um trânsito absurdo em Bangkok. Decidimos ir na Bayoke Tower, onde tem um Sky Bar. No caminho tinha um táxi que disse que, por causa do trânsito, não ligava o taxímetro e perguntou quanto eu pagaria pra levar até lá... Oi? Eu quero voltar pra Phi Phi.... Snif snif....

Ok, tem um metrô aqui do lado e eu não tenho forças pra brigar com taxista. O problema é que a estação mais perto parava a 1,4km de distância. Tudo bem, fomos indo.... Passamos por uma região bonitinha e depois uma bem feinha. Tipo 25 de março, comércio popular, manja? Mas era a Bangkok da vida real. Andar ali era tenso, bem poluído, trânsito caótico pra atravessar a rua, quando chegamos no Lounge do hotel Bayoke, adivinha? Estava fechado!!!!!! Putz!!!! Fazer o quê? Só nos restou voltar caminhando nas lojinhas e ver se tinha algo mais pra comprar. Na parte mais bonitinha da cidade tinham uns altares na rua com Buda, Ganesha, e várias pessoas fazendo sua oração. Estava um ambiente bem agradável caminhar ali. Paramos em um shopping porque entrar no ar condicionado era algo que não tem preço. Não só aeroporto, mas shoppings, metrôs e até algumas praças tem controle de entrada, revistam bolsas e alguns lugares tem raio x. Imagino que esteja ligado à essa onda de terrorismo. Por fim, depois da derrota da Bayoke Tower nos restou e ir pro topo do hotel, na beira da piscina, pedir uma comidinha pro fim de noite. O clima estava bem agradável e a vista bem bonita. Vejam as fotos enquanto eu vou dormir...

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Pronto, acordei! Bom dia pra mim, aqui já é o dia seguinte. Esse post vai ser dois em um, ok? Nós tínhamos altos planos pra fazer em Bangkok. Mas depois das praias ficou difícil ter energia pra fazer. Até porque era pra ver coisa exótica e não necessariamente bonita. Além de ter que lidar com o estresse dos taxistas picaretas. Mas eu tinha duas metas pra cumprir: comprar o boné do João e chegar na Bayoke Tower que nós não conseguimos ontem. Eu fiquei mega desapontada quando eu vi que a gente tinha ido na torre errada.... Sério, pode rir... Além de ter ido da forma mais lusitana. Se tivesse aberto um pouquinho mais o google maps veria que era super fácil chegar lá. Era só pegar o air trem de Phloen Chit até Phaya Thai. Em Phaya Thai você pega o trem do aeroporto e desce na estação seguinte, a Ratchaprarop. Fácil, né? Depois era só ir andando uns 200m. Deu um pouquinho de trabalho comprar a passagem mas, com nosso knowhow de Tailândia, a gente conseguiu se virar bem, hahahahaha.

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A entrada pra torre custa 350 bahts com direito a um buffet de frutas no 19º andar. O andar mais alto é o 84th e no 82th tem um restaurante. Lá de cima da pra ver o hotel que filmaram "Se beber não case 2". Deu preguiça ir lá porque não tinha metrô e era bem caro. Ali mesmo eu comorei o boné do João, já posso ir pra casa tranquila.

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Gente, cansamos! É um calor absurdo nessa cidade, transpiramos o tempo inteiro, um terror. Agora é ficar de boa no hotel curtindo uma piscininha. Agora é só aguardar a hora de ir pro aeroporto. Saca a vida dura no fim da viagem...

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Cumprimos nossa missão na Tailândia com louvor. Os nossos erros foram muito pequenos perto dos acertos. Não é uma viagem tão fácil, requer um pouco de disposição carregar as malas e subir e descer de barquinhos. Não espere nas praias a estrutura oferecida em balneários reconhecidamente frequentado por americanos como Cancun ou Aruba. É uma viagem pra ter contato com outra cultura e com a natureza. Independente de religião a espiritualidade da Tailândia traz uma paz interior. É um país de contrastes entre riqueza e pobreza (não muito diferente da gente). Achei muito fofo ea forma que eles cumprimentam. Se eu gostei? Adorei! Se eu voltaria? Certeza! Provavelmente ficaria só nas praias e iria procurar outra ilha menos "hard" que Phuket. Levo Railay e Ko Phi Phi no coração. Foi difícil escolher uma música pro vídeo mas pela paixão por Phi Phi escolhi Paradise, do Coldplay.

"When she was just a girl
She expected the world
But it flew away from her reach so
She ran away in her sleep
And dreamed of
Para-para-paradise, Para-para-paradise, Para-para-paradise
Every time she closed her eyes"

Publicado por Akemi Nomura 10:49 Arquivado em Tailândia Comentários (1)

Phuket & Khai Islands

sunny 37 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Tailândia no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Hoje acordei às 6h30. Acho que finalmente estou entrando no fuso da Tailândia, hahahaha. A ideia de quando chegamos aqui era fazer o passeio para ilha do James Bond. Ela serviu de cenário pra um filme do 007 em 1974. Nem tinha nascido ainda, hahahaha. Só que essa ilha é meio longe e eles colocam outros passeios no meio e fica algo muito longo. O píer já é longe, leva de 30 a 40 minutos pra chegar lá (em Phi Phi a gente caminhava 200m e estava dentro do barco). Acho que a overdose de passeios fez a gente optar por um mais simples, as ilhas Khai. Por 1000 bahts na low season a van nos pegou no hotel às 7h50.

O lugar que sai o barco era uma praia bem simples mesmo. Ali juntava todo mundo pra uma breve explicação e depois ia cada um pro seu passeio. O barco é speedboat, tipo o passeio de Hong Island. Aqui em Phuket passeio privado sem chance. Enfim, partimos para Khai Nai Island, a primeira parada. Cerca de 20 minutos estávamos lá. É uma ilha minúscula, bem cheia de gente e bem explorada pro turismo (bastante cadeiras e barraquinhas). Mas o mar.... Ah o mar... O mar era lindo. Cheio de peixinhos assassinos que ficavam mordiscando a gente de vez em quando. Os gorduchos se aproximavam porque queriam comida, hahahahaha. Nada como um mar lindo com águas transparentes pra recuperar meu humor. Viu como é fácil me fazer feliz? Hahahahahaha...

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Segunda parada: Khai Nui Island. Dessa vez não descemos na ilha. Ancoramos no mar e mergulhamos. O mar estava bem bonito, tudo tranquilo, tudo favorável, até que eu vejo um dos caras do barco passar nadando com um arpão. Eu posso estar enganada mas usar um arpão nesses casos não é um bom sinal. Perguntamos pro outro cara do barco se tinha tubarão ali. Ele respondeu rindo: "sem tubarões, só crocodilos". Hahahahaha... Idiota...

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Mergulha comigo...

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Saca o cara com o arpão...

Terceira parada, terceira Khai: Khai Nok Island. Tem a mesma vibe das outras Khais com aqueles peixinhos comeluxos que se aproximam da gente querendo comida. A parte pra nadar era bem pequena e ficava lotada de peixe e gente com colete salva vida. Já falei que não confio em gente que usa colete salva vidas? Kkkkkkkkk.... Pessoas que viajam pra praia sem saber nadar dão um trabalhooooo.... Enfim, ali o mar estava mais absurdo ainda gente. Sem noção o que Buda fez na Tailândia. Além de águas lindas e quentes, salvou minha estadia em Phuket, hahahaha.

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Chegamos no hotel já eram 14h. Existem outros passeios mais próximos à Phuket como esse e mais bonitos que James Bond Island. Agora pausa pra um almocinho gostoso e curtir uma piscininha, afinal esses passeios são cansativos, bem cansativos. Vai um salmão grelhado ao som de "Wish you were here" do Pink Floyd?

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Depois de aprov itar bastante a piscina a tarde já caía em Phuket. Fui tomar um banho e dar uma geral nas minhas coisas. Um bom banho e dar uma volta na rua comprar uns bagulhos. Aumentei minha coleção de charms com um elefantinho da Pandora. Adoro dar presentes pra pessoa mais importante da minha vida: eu! Pensou que era quem? Ahahahahahaha.... Realmente as ilhas de hoje melhoraram e muito meu humor, haha. E depois de uma caminhada na noite de Phuket, volta pro hotel porque minha alma de 80 anos me chama pra cama.....

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Eu que ia dizer que não recomendava Phuket meio que mais ou menos mudei de ideia. Quem é notívago vai gostar das baladas daqui. Quem é mais diurno vai achar a vibe pesada, mas tem pequenas ilhas próximas à Phuket que podem aliviar essa vibe. O ruim é que pra chegar no barco é longe e requer uma viagenzinha de ida e volta. E creio que por isso e pelo fato de Phuket se famosa pro turismo a muito tempo os preços são mais caros e não tem jeito, tem que ser esses passeios coletivos mesmo, Mas faz parte... Ainda acho que não vale a pena ficar muito tempo aqui. Mas se ficar, fique num bom hotel/resort e conheça umas ilhas próximas. Aí sim pode valer a pena...

P.S.: Meu whatsapp não foi bloqueado na Tailândia... Kkkkkkkk...

Publicado por Akemi Nomura 8:14 Arquivado em Tailândia Comentários (2)

Ko Phi Phi x Phuket

sunny 38 °C
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Bom dia povo!!!! Hoje é dia de mudar de sede. Eu não imaginava que eu fosse gostar tanto assim de Ko Phi Phi. Achei que por ser muito turístico não ia ser tão atraente. Mas que energia do lugar! Definitivamente esse mundão é maravilhoso demais. Acho que a gente se completa como ser humano quando começa a ver o mundo além do nosso quintal. O negócio é se jogar nesse mundo sem medo pra não passar pela vida sem conhecer lugares como Ko Phi Phi. Com certeza foi um dos lugares mais marcantes que eu já conheci, e olha que não foram poucos. Sim, fiquei apaixonada por Ko Phi Phi.

Nosso resort não era dos melhores. Se comparado com o anterior então. O quarto era bem mais simples, o chuveiro era bem fraquinho e o café da manhã não animava muito. Mas o staff era bem atencioso. Tinha serviço de bellboy pra levar as malas pro píer porque nesse calor ia ser f***. A vista na saída do hotel estava linda demais. Ai gente, Ko Phi Phi vai deixar saudade.

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Repetindo a montagem de ontem e a frase que resume Phi Phi.

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Compramos ontem o ferry pra Phuket para às 11h pra não ter correria no das 9h. O valor era meio padrão, 300 bahts. Depois se embrenhando pelos lados de Ton Sai Bay vimos por 250 bahts. Mas tá de boa. Na saída de Phi Phi já pagamos pelo táxi até o hotel. Aí era só embarcar e torcer para as malas chegarem inteiras, hahaha.

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Quase 2h depois chegamos em Phuket. Confesso que assustei quando vi o ferry emparelhando com outro barco. Depois fui perceber que eram três ferries emparelhados, ou seja, a gente ia ter que passar por dentro de dois outros barcos pra chegar em terra firme. E com nossas malas de rodinha.... Tem que rir pra não chorar.

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Na saída, depois de uma leve desorganização conseguimos achar o motorista que nos levou ao hotel. No caminho deu pra ver que a vibe era outra. Phuket é uma ilha grande e tínhamos que atravessar pro outro lado por dentro da cidade. Deu pra perceber que o astral aqui já era diferente. O píer fica bem longe de Patong Beach, que é onde os turistas desembocam. Até chegar, fazer check in, trocar de roupa pra ir almoçar já eram mais de 14h. Depois de almoçar um salmãozinho (eu) e uma lagosta (Rosana) resolvemos ficar na piscina do hotel. O hotel aqui é o Deevana Patong Resort. Esse hotel é top, o mais top de todos que a gente ficou, certeza.

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Lá pelas 17h resolvemos mapear Phuket. Phuket é um destino muito procurado há muitos anos. Os blogs divergem muito de opinião em relação à essa cidade. Uns falam muito bem, outros nem tanto. Quando saímos na avenida paralela à praia, deu pra perceber que a vibe aqui era bem diferente de Phi Phi. Era um ambiente poluído, não tinha a harmonia de Ko Phi Phi. Chegando numa rua de acesso à praia deu pra perceber que a vibe aqui é mais pesada. Não sei explicar, só sei que não gostei. Os shows bizarros oferecidos na rua com insistência já estavam me aborrecendo. Juntando com o calor e a comparação com Phi Phi acho que fui ficando meio impaciente. Meu refúgio foi no Hard Rock Café. Rosana foi olhar algo na lojinha e eu já fui pra mesa fazer o pedido. Depois voltamos andando pro hotel. Amanhã o dia começa cedo, bem cedo. Boa noite

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Publicado por Akemi Nomura 1:06 Arquivado em Tailândia Comentários (1)

Ko Phi Phi

sunny 38 °C
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Bom dia people! Hoje por volta de 1h30 da manhã chovia horrores. Eu não tinha me dado conta do horário ainda, fiquei preocupada por causa do passeio. Quando vi as horas fiquei mais aliviada, tinha tempo ainda pra passar. Se bem que só um tsunami ia impedir a gente de fazer esse passeio. Tô meio obcecada com essa ideia de tsunami. Desapega Akemi, qualquer coisa corre pra Viewpoint, mas corre muito.... Tomamos café cedo porque marcamos às 8h. Seguindo vários conselhos de ir cedo para Maya Bay pra não pegar lotada. Eu não sei se vocês manjam dos paranauê, mas Ko Phi Phi (pronuncia pi pi) pertence à província de Krabi e é dividida em duas. Uma parte chama Ko Phi Phi Don, onde ficam os hotéis e é habitada e a outra é Ko Phi Phi Leh, onde fica o paraíso.

Como eu disse ontem optamos por um long tail privado. Chega de gente pisando na minha bolsa, hahahaha. Não tenho mais idade pra isso... O passeio saiu 3000 bahts para duas pessoas, por 6h. Isso é o que eles chamam de full day. Half day é por 3h. Nosso barqueiro estava lá nos aguardando. As duas dicas de Maya Bay são: chegar cedo e ver com o barqueiro a questão da maré. É bom ter certeza de que a maré não vai estar baixa, senão fica meio sem graça. Isso se você conseguir se comunicar com ele, claro, hahahaha. Eu tentei e deu a entender que a maré estava boa. Vamos ver...

Ao descer do barco a gente paga 200 bahts por pessoa. Parece que aquelas excursões pagam 100 por pessoa. Os privados sai mais caro um pouco. Mas descer no paraíso não tem preço... Ah, e sim, a maré estava boa. Chegamos por volta das 8h30. Preciso agradecer ao Leo por essa dica. Ele só tem que parar de fazer filme nesses paraísos porque acaba atraindo muito turista, hahahaha. É sério, as fotos não fazem jus ao que é Maya Bay. Maya Bay, ah Maya Bay. Realmente, eu tinha que ver com meus próprios olhos. Maya Bay é o highlight de Ko Phi Phi. Foi a primeira parada e amor à primeira vista. Valeu Leo!!!!!

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Foi difícil, muito difícil sair do paraíso. O que facilitou foi que começou a chegar muita gente. Depois de uma hora boiando nas águas quentes e transparentes de Maya Bay, seguimos pro próximo ponto: Lo Samah Bay. Aqui o Long Tail ancora e você se joga no mar verde esmeralda transparente pra fazer snorkel. Simplesmente maravilhoso!!!!!

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Foi difícil subir naquele barquinho em pleno mar. Acho que essa viagem é só pra gente jovem viu? Ahahahahahaha. Phi Phi Leh ainda reservava mais um cantinho: Pileh Lagoon. Uma entradinha no meio das pedras formando uma bela lagoa. Ali dá pra fazer sorkel ou ficar de boa, boiando.... É, a vida não tá fácil pra ninguém....

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Na saída da Ko Phi Phi Leh tinha a Viking Cave. Ali a gente só passava, não mergulhava. Não sabia que teve viking nessa região. Existem ali pinturas rupestres de mais de mil anos. Massa né?

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Aí acabamos Ko Phi Phi Leh. Vamos para o outro lado do arquipélago: Bamboo Island. Bamboo Island foi o lugar que deu pra ver resquícios do tsunami. Lá, além de uma praia maravilhosa, não tem muita coisa. Mas pela vegetação e algumas estruturas do lugar deu pra ver marcas de 12 anos atrás. Muito triste pensar nesse paraíso destruído. Por outro lado é muito bom estar aqui e ver a volta por cima que essas pessoas deram. Gente, e a cor verde esmeralda desse mar? Só vindo aqui pra entender que coisa absurda...

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Saindo dali paramos em Shark Point. Oi? Shark? Aí o Jarbas (já tô chamando o barqueiro de Jarbas, haha) coloca a escada. Isso significa que é pra descer. Péra, descer em um lugar que chama ponto dos tubarões. Are you sure? Ainda perguntei pra ele: "mas tem tubarão aí?". Ele respondeu rindo: "sometimes". Cacilda, cada coisa que eu me meto. Vamos lá, se joga filha.... Aprendi uma técnica no Procurando Nemo de que quando os cardumes começam a nadar loucamente saindo de uma região específica, corre pro barco que tá vindo tubarão, hahahahaha.

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No sharks today. Diz o Jarbas que os tubarões costumam aparecer de manhã cedo. Quando começa a passar barcos e aparecer pessoas eles fogem. Parece o Bruce do Procurando Nemo, hahaha. Foi difícil subir naquele barco de novo, mas, como disse a Rosana, se aparecesse tubarão a gente dava um jeito de subir rapidinho, hahaha. O Shark Point fica a uma swimming distance de Long Beach, a praia que a gente foi ontem. Já eram 14h e fomos pra nossa última parada: Monkey Beach. E o que tinha lá? Macacos, oras. Muitos macacos. Tinha um super de boa na pedra, outros vários por ali.

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Sol rachando os miolos agora, voltamos pro lugar de onde saímos. Deixamos 100 bahts de gorjeta com o Jarbas e fomos pra piscina. A água estava quente. Mas na sombra estava ok. Tinha um menininho que gostava de falar "helloooooo" pra todo mundo. Tinha hora que " helloooo" tocava o terror enchendo a boca de água e cuspindo na gente. Rosana tem mais knowhow com criança, eu já tava querendo afogar "heloooo", hahahahaha. A vista da piscina pro mar era linda. E eu pensando no tsunami de novo, hahaha. Louca, fica pensando nisso vai que atrai... Desapega do tsunami, qualquer coisa corre.... Ainda fui pra prainha tomar mais um banho de água salgada.

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Mais tarde saímos pra comer algo e bater perna nas ruelas de Ko Phi Phi. O restaurante na frente do hotel tinha um ambiente super gostoso. Estava fresco, ventava um pouco e a vista era lindinha. Depois, lojinhas, lojinhas e mais lojinhas. Na volta, fui no quarto e voltei na recepção pra ver o bellboy de amanhã. Carregar essas malas até o pier é phoda. Fui no mercadinho comprar um novo protetor pq os dois que eu trouxe já acabaram (tinha um pouquinho em cada) e parei no bar/restaurante do hotel pra ver um show com fogos. Música boa, ambiente agradável, õtimo fim de noite em Ko Phi Phi.

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Resumo do dia: Amei esse lugar!!!! Se eu voltaria? Com certeza! Mesmo sendo longe, mesmo sofrendo nesses barquinhos com malinha de rodinha, haha, eu super voltaria!!!! Que lugar lindo, que mundo maravilhoso, né não?
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Publicado por Akemi Nomura 18:25 Arquivado em Tailândia Comentários (1)

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