Um blog do Travellerspoint

Bangkok x Chiang Mai

sunny 40 °C
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Bom dia gente! Essa noite foi bem dormida... Acordei algumas vezes mas voltei a dormir logo. Por volta das 6h da manhã já estávamos arrumando as malas. Descemos cedo pro último café da manhã. Dessa vez vai ser com bastante proteína porque só Deus sabe quando vai ser a próxima refeição. Depois subimos e ficamos estudando um pouco sobre Chiang Mai já que somos tudo, menos overplanning. A gente vai decidindo a medida que as coisas vão acontecendo...

Aliás, é uma boa hora pra avaliar o hotel. Ficamos no City Point Hotel, na região de Asoke. Perto do metrô e do shopping Terminal 21. O hotel é muito bom e muito barato. O quarto tem bom espaço, cama confortável e o café da manhã é bom. As moças da entrada são bem atenciosas. Os táxis que chamamos do hotel foram sempre corretos, com taxímetro ligado e cobravam o valor correto do pedágio.

O táxi até o aeroporto deu 205 bahts, mais 120 bahts de pedágio. O voo para Chiang Mai sai do Terminal 2. No caso da Air Asia, empresa que vamos viajar, fileiras 9 e 10. Compramos a passagem com antecedência. A bagagem despachada é comprada à parte e depende do quanto vc quer pagar, é por peso. Um detalhe: powerbanks devem seguir na bagagem de mão, nunca despachados. Depois do check in você espera num canto pra ver se sua bagagem vai passar sem problemas, se passar vai pro embarque. Se não passar eles chamam pra resolver, mas aí eu não sei como faz porque as nossas passaram. Depois disso é "só" achar seu portão de embarque. Mas depois de 3 dias a gente já está começando a entender o tailandês, hahahahaha.

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Chiang Mai é a segunda maior cidade da Tailândia. Fica ao norte a uma hora de voo de Bangkok. É a capital espiritual e do artesanato do país (fica na rota da seda). A cidade tem cerca de 200.000 habitantes, já a região metropolitana tem 1,6 milhões (Bangkok tem 8 milhões). Mas a vibe do lugar é bem diferente. Bangkok é uma vibe mais pesada, entende? Chiang Mai é mais leve. E parece que carrega mais nas tradições. Aqui o cumprimento tradicional tailandês é mais usado que na capital. O que esperamos de Chiang Mai? Templos, elefantes, tigres e girafas. Girafas? Isso, girafas. Amanhã a gente fala mais sobre elas.

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Comemos no aeroporto mesmo algo não muito louvável pro esquema low sugar low carb. Mas nem sempre a gente pode escolher, paciência. Dali pegamos um táxi pro centro antigo. Carro pequeno custa 160 bahts. Chegamos no hotel, deixamos as coisas e já fomos ver o dia de hoje e amanhã. Já eram quase 15h, dava tempo de fazer algo legal hoje. Chiang Mai não é a capital espiritual da Tailândia? Então vamos começar no templo top da balada. Fica no topo da montanha e é diferente um pouco dos de Bangkok, parece. Arranjamos um carro pra nos levar lá e buscar. Nem precisa saber o nome, é só falar "templo da montanha" que todo mundo sabe onde é. 10 entre 10 blogs que falam de Chiang Mai indicam esse templo, vamos ver se o meu blog vai ser o 11º.

Wat Phra That Doi Suthep é o templo mais famoso de Chiang Mai. Ir da cidade antiga até lá é fácil, mas nem sempre barato. Mas é o que tem pra hoje, então vamos? Diz a lenda que um monge achou um osso do próprio Buda e o levou para região que hoje é a cidade de Chiang Mai. Quando chegou na região, o osso se partiu em dois. O rei decidiu colocar um dos pedaços no lombo de um elefante que foi subindo a montanha. Chegando no topo o elefante morreu. Foi entendido que isso era uma profecia e ali foi construído o templo. Na chegada tem uma escada suave, 309 degraus sob um sol de 39 graus de clima úmido. Tá tranquilo, tá favorável.... Mas...... Pela bagatela de 20 bahts você pode evitar tamanho sofrimento e subir pelo cable car. A entrada para o templo custa 30 bahts. O templo não é tão grande mas é bom reservar pelo menos uma hora lá dentro pra ver com calma. Lembrando das regras de bons costumes, roupas adequadas e para entrar na área de meditação tem que tirar o sapato. Tem uma parte aberta e sob o sol do norte da Tailândia tava tenso ficar com o pé descalço ali. Rosana ainda estava de meia, mas eu... Quando eu digo que vida de viajante não é fácil ninguém acredita, haha.

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Gente, agora sem firulas, o templo é muito lindo! A vibe do lugar é muito boa. Enfim, foi uma subida cara até ali mas que valeu muito ter vindo aqui. Um espetáculo de cores. E graças à gopro que o irmão me emprestou consegui tirar algumas fotos inteiras, não pela metade, haha.... Vir a Chiang Mai e não conhecer Wat Phra That Doi Suthep, é não vir a Chiang Mai. Mais fotos pra vocês.

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Voltamos pro hotel pra dar um "esfriada". Mas sem dar muita chance pro azar. Depois de um bom banho pra recompor, fomos até a região da feira noturna. Fica a pouco mais de 2km daqui e a proposta era ir andando mesmo. Tem uma feira de domingo que parece que é muito boa mas nós não teremos essa oportunidade. Andar 2km não é problema, problema é quando faz 38 °C. Foi meio sofrido, mas nós chegamos. Fica fora da cidade antiga. Tem muitas barraquinhas na rua e alguns "pavilhões" com lojinhas variadas. De temperos à roupas, de produtos piratas a arte no sabonete. O ambiente era muuuuuuito mais agradável que a feira de Chatuchak, sem dúvida.

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O caminho tem trechos bem movimentados, trechos desertos, trechos não muito, digamos, familiares. Tem uns cantinhos com música ao vivo, tem templos, tem restaurantes. Tem luzes, tem cores, tem gente, tem vida.

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Publicado por Akemi Nomura 14:51 Arquivado em Tailândia Comentários (0)

Bangkok

Templos e Mercado

sunny 40 °C
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Nossa.... Que noite mal dormida! Ontem antes das 22h eu estava apagando, larguei ipad e blog pra lá. Pouco depois das 2h da manhã acordei e não consegui mais dormir. Terminei o post de ontem na madrugada, achei que ia dormir de novo e nada... Prevejo um final de dia sofrido. Eu nunca entendo minhas reações ao jet leg. Já passei por fusos piores e fiquei bem. Acho que não sou mais tão jovem.... Kkkkkkkkkkk....

Já que madrugamos mesmo, Rosana também acordou cedo, fomos tomar café logo. Propus fazermos o Palácio e mais uns dois ou três templos e depois irmos no Marcado de Chatuchak. O palácio abre às 8h30 diariamente. Chegamos lá por volta das 9h. Já estava bem cheio. Pra entrar no complexo é necessário usar roupas apropriadas. Não mostrar joelhos e ombros é o básico. Lenços pra cobrir braços e ombros não pode. Logo na entrada tem um prédio onde pode pegar uma blusa mediante um depósito de 200 bahts. Na saída devolve a blusa e pega o dinheiro. Como eu estava de legging e uma blusa compridinha, não teve problema. Mas acho que se a blusa fosse curta eu teria que usar um lenço na cintura por causa do derrière, hahahahaha.

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Outra coisa que é bom falar é que uma região que tem muito turista e atrai também os pickpockets. É bom tomar cuidado também com os golpistas. Rosana leu num blog que eles podem estar até vestidos de guardas na região, abordam o turista falando que está fechado o templo e em seguida aparece um tuktuk oferecendo pra levar em algum lugar. Patrícia já tinha me falado também desse negócio de dizer que está fechado. Não caia nessa! Olhe bem pra cara da pessoa e diga: "Não vai ter golpe!". Tava louca pra dizer isso pra alguém, hahahaha.

Bom, estava cedo mas já estava bem cheio. 478 excursões de gente pra tudo quanto é lado. A entrada custa a bagatela de 500 bahts. Aprovados os trajes, ingressos comprados, fomos pra entrada. É meio boiada, tipo, afunila e vai: "Eeeeoooooo vida de gado, povo marcado, povo feliz". Depois da porteira o negócio é se embrenhar naqueles prédios multicoloridos e curtir cada cantinho. Sempre lembrando das regrinhas de bons modos lá de Ayutthaya. O Grande Palácio é um complexo que serviu de residência do rei da Tailândia desde o século XVIII até o século XX, quando a residência oficial mudou para o Palácio Chitralada. Os highlights são o templo do Buda de Esmeralda e o edifício renascentista.

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Agora vamos falar do Templo do Buda de Esmeralda. Nos guias você vai achar pelo nome Wat Phra Kaew. É o templo mais sagrado da Tailândia. O templo foi terminado em 1784 e ainda hoje é usado como capela particular do monarca. Apesar de ser aberto ao público, o Buda de Esmeralda propriamente dito só pode ser visto em alguns dias. Nem sempre ele está lá. Pra entrar no templo tem que tirar o sapato tá? Lembra das regrinhas de comportamento.

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Próximo ao templo fica o palácio. O rei Ananda Mahidol (Rama VIII) mudou-se pro palácio depois do seu retorno do exterior. Mas parece que ele teve uma morte misteriosa ali, um ano depois de sua mudança que tinha sido em 1945. Aí o irmão dele, que lhe sucedeu, picou a mula do palácio e tornou o palácio de Chitralada residência oficial. Mesmo esse edifício não sendo mais residência oficial muitos eventos ainda acontecem aqui como coroações, funerais, casamentos e banquetes de estado.

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Missão cumprida com muito esforço. O sol detonou nossas energias. Mas tinha um templo maneiro pra ir ainda, o Wat Pho. Wat Pho fica do lado do Grande Palácio. Dá pra ir andando? Dá! Tá quente? Tá! Mas e daí? Tá na chuva é pra se molhar. Foi uma caminhada longa nos momentos do sol fritando nossas cabeças e suave quando a nuvem escondia o sol e batia um vento. Chegamos fervendo, mas chegamos!

O nome oficial de Wat Pho é Wat Phra Chettuphon Wimon Mangkhlaram Ratchaworamahawihan. Wat Pho é mais fácil, né? Wat Pho é um enorme complexo berço da tradicional massagem tailandesa. Oi? Rosana, onde estava isso que a gente não viu? Acho que o sol deixou a gente meio desnorteada. Gente, não vi isso! Que droga! Precisava muito de uma massagem tailandesa. Ops, foco Akemi, foco no post. Seguinte, a entrada custa 100 bahts. Tem direito a uma garrafa de água, algo que definitivamente eu não ia deixar passar. Antes de começar a empreitada, sentamos um pouquinho pra degustar a água na sombra, tipo, um processo de resfriamento. Um banco, uma sombra e um wifi. Após recobrarmos o raciocínio fomos no primeiro templo ali dentro, o templo do Buda deitado. Eu confesso que ainda não entendi o significado desse Buda deitado, mas enfim, ele estava lá, espremidinho dentro do templo. A vida não tá fácil pro Buda. Com 46 metros de comprimento ele não cabe na foto. Olha minha preocupação, hahahahaha.

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Saindo dali o negócio era passear pelos edifícios do templo. Foi construído na época do rei Rama I. No complexo fica a maior coleção de imagens de Buda da Tailândia. Além de ser o berço da massagem tailandesa, foi o primeiro centro de educação pública no país e continua casa da escola tailandesa de medicina. Continuo não acreditando que não fizemos massagem tailandesa ali.... :-(

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Separei bastante foto. Achei esse templo bem legal.

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Já eram 12h30 e sem chance de ir andando pra algum outro templo naquele calor. Concordamos que o que vimos já estava de bom tamanho e, caso fosse possível ver mais templo, ok, se não fosse ok também. Rosana tem muito a minha vibe, sem desespero pra ver tudo e esquecer que se está de férias. Chegamos a mais um consenso de irmos direto no Mercado de Chatuchak. Ela tinha lido em algum lugar sobre isso e eu tinha visto no Melhores Destinos. Como ele só funciona nos fins de semana, ou era hoje ou não era. Saímos do templo e fomos pegar um táxi. Só que os p**** dos taxistas não querem ligar o taxímetro, querem fazer preço fechado. Depois de dispensar alguns Rosana negociou com um por 200 bahts. E lá fomos nós!

O mercado fica ao norte da cidade. É um pouco longe e o trânsito de Bangkok não ajuda muito. O motorista perguntou o que a gente ia fazer lá. A gente respondeu: "compras". Ele riu e disse "too hot". Já vi esse filme antes, aiaiai.... Bom, esse mercado funciona aos fins de semana e vende coisinhas baratinhas. Tipo a feirinha do Brás. É enorme, tem mais de 15000 lojinhas/estandes... Compramos uns bagulhinhos mas o calor começou a ficar insuportável. Eu me abanava com um leque que eu comprei (adoro leques) e não adiantava. Via as barraquinhas de comida, já eram quase 14h, mas sem chance de comer ali. Além do medo da comida de rua eu estava com nojinho, admito. Meu nojinho ficou maior quando vimos um rato enorrrrme correndo num estande vazio.... Aí não dá! Via aquela galera comendo aquelas comidas com cheiro de embrulhar o estômago e lembrava do rato. Estava desanimador! Sem chance de olhar mais nada, nem conseguia raciocinar. Rosana também deu WO e voltamos de táxi, depois de negociar, claro. Dava pra voltar de metrô? Dava! Mas preferimos o conforto. Deu até pra tirar um cochilo, haha.

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Que trânsito louco meu! Em pleno domingo um caos. E a galera aqui é agressiva no volante. Uma hora depois chegamos no Terminal 21, o shopping perto do hotel. Eram 15h e a gente ia almoçar. Fomos no mesmo restaurante de ontem porque a ideia era comer qualquer coisa longe do mercado. Voltamos pro hotel e corri pro banho. Nossa, que alívio. Essa noite mal dormida ajudou a me deixar mais quebrada ainda. Deitei, comecei a fazer o upload das fotos no dropbox pra limpar memória do iphone, comecei a preparar meu post e.... dormi. Dormia, acordava, dormia, acordava. Não dei conta. A ideia era deitar um pouco e sair mais tarde. Mas a gente não se mexia. Gente, eu cheguei a ter um sonho bizarro. Sonhei que saiu no Datena que meu nome estava envolvido num escândalo e eu tinha que ir na Polícia Federal explicar que eu só tinha um carro e um passaporte, haha. Aí eu acordava, via que estava num quarto de hotel e ficava de boa. Mas aí eu dormia e voltava pro sonho.... Muito louco isso, hahahahaha. Enfim, no final, demos WO. Melhor descansar e ajeitar esse fuso porque está tenso isso viu.... A cabeça começa a ficar enjoada e quando o cansaço bate os interesses mudam. Acho que por hoje vou parar por aqui, até porque tenho que arrumar mala pra ir pra Chiang Mai amanhã.... Boa noite gente!

Publicado por Akemi Nomura 16:13 Arquivado em Tailândia Comentários (2)

Ayutthaya

sunny 42 °C
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Bom dia Bangkok! Uma noite bem dormida revigora muito. Acordamos tranquilas, toda calma do mundo. Terminei de fazer os uploads das fotos pro blog e sem pressa nenhuma fomos tomar café. Fazer as escolhas dentro do padrão low carb e low sugar tá meio difícil, mas eu tô tentando. Ontem à noite tínhamos decidido ir pra Ayutthaya. Dei uma estudada nas opções de locomoção. Bom, tem n maneiras de ir: trem, van, ônibus de linha, táxi privado, excursão e até bicicleta. Os valores são proporcionais ao conforto. Como Ayutthaya fica a uns 80km de Bangkok e está previsto uns 40 °C pra hoje, decidimos pelo mais confortável, o táxi privado. Pela bagatela de 2500 bahts, algo em torno de R$260, tivemos um táxi à disposição durante todo o dia. Às 9h da manhã o motorista estava nos aguardando.

No caminho até Ayutthaya pegamos muito trânsito na saída de Bangkok. Não pude deixar de observar que quanto mais nos afastávamos da região central, menos as placas eram acompanhadas de sua tradução para inglês. Eu fico olhando essas placas e me perguntando como seria aprender esse idioma. Dá uma sacada.

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Ayutthaya, o que vocês sabem sobre essa cidade? Ayutthaya foi a antiga capital da Tailândia de quando ainda atendia como Reino do Sião. Chamada de "cidade impenetrável" e fundada em torno de 1350 d.C., seu porto tinha forte ligação comercial com outros países. A cidade teria tido mais de 500 templos mas, em torno de 1795, os birmaneses (hoje Myanmar) invadiram a cidade e tocaram terror. Destruíram muita coisa que deixaram marcas até hoje. Quase 100 anos depois os tailandeses conseguiram recuperar a cidade e desta época data a fundação de Bangkok. Ayutthaya é desde 1991, Patrimônio Mundial da humanidade.

Nossa primeira parada foi Wat Yai Chai Mongkhon. O monastério que fica ali foi construído pelo rei U-Thong. Ele mandou exumar o corpo de dois carinhas, acho que monges, e cremou ali em 1357. O monastério foi dedicado a esses monges que foram estudar budismo no Ceilão. Já o templo, que faz parte desse complexo, foi erguido em homenagem ao rei Naresuan, o Grande, por sua vitória em cima do príncipe herdeiro da Birmânia em uma luta com elefantes. Nesse complexo também existe uma imensa estátua de um Buda deitado. A entrada custa 20 bahts, muito barato. A subida no templo foi bem sofrida por causa do calor, mas subimos.

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A segunda parada foi na Villa do Elefante e Mercado Flutuante. Mal tínhamos descido do carro já fomos interceptadas por uma mocinha. Ela já nos encaminhou pra parte de dentro e disse que pra ir na área dos elefantes tinha que comprar ingresso. Perguntei quanto era e ela mostrava um banner na parede e explicava um monte de coisa. Fiz cara de conteúdo mas não estava entendendo nada do que ela estava falando. Aí Rosana me pergunta se eu estava entendendo alguma coisa porque ela também não estava entendendo, hahaha. Funny! Enfim, queriam nos cobrar 800 bahts por pessoa mesmo explicando que não queríamos fazer passeio de elefante, só ver. Ela fazia contas e chegou 700 por pessoa. Depois de muita insistência conseguimos nos livrar dela e andar nas lojinhas. Descobrimos 3 shows que saíam 500 bahts por pessoa: crocodilo, serpente e tigre. Já vi de crocodilo no Everglades e não gostei, detesto serpentes e o do tigre, gente, eles dopam os bichos pros turistas tirarem fotos... Não dá né? Quando a gente resolveu sair a mulher da entrada se materializou na nossa frente e veio oferecendo o "pacote do elefante" por 500 bahts pra duas pessoas.... A nossa resposta: "não obrigada". Esses lugares que usam elefantes dessa forma maltratam demais. O bichinho fica acorrentado, é castigado e tem que carregar mais peso nas costas que ele não suporta. Tinha lido que elefante suporta uns 40kg nas costas e eles colocam duas pessoas! Uns tempos atrás um turista morreu pisoteado por um elefante que se irritou com o castigo do "tratador". Gente, na boa, não vale a pena fazer turismo às custas do sofrimento do bicho.

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Nesse calor absurdo o táxi foi um excelente investimento. Voltar pro ar condicionado era reconfortante. De quebra ainda tínhamos música tailandesa ao vivo (era o motorista cantando mesmo). Dali, fomos em Wat Maha That. Antes de entrar nesse templo vi uma placa com indicações do que fazer e do que não fazer, ou seja, como se portar nos templos. Algumas delas o bom senso já ensina como não debochar ou se pendurar nas esculturas de Buda e as roupas ideais pra se usar dentro de um templo. Outras coisas eu tinha lido e é mais local mesmo como não tocar na cabeça das pessoas ou apontar a ponta dos pés para alguém. Achei interessante a informação, só não descobri como é esse negócio de apontar o pé... #confusa.

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Voltando a Wat Maha That, esse templo tem vários budas decapitados pelos birmaneses e uma das imagens mais legais: o buda nas raízes de uma árvore. O templo não é muito grande e boa parte são ruínas. A entrada custa 50 bahts, cerca de R$6, R$7. Muito barato, né? Triste ver a ignorância destruindo a história, coisa que ainda hoje acontece. Mas o lugar é bem maneiro.

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Saímos cozinhando de lá. Entramos no ar condicionado e o motorista só falava: "too hot", "Ayutthaya hot", "hot, hot, hot". E ria, como ria.... Dali ele nos levou pra almoçar. Era um restaurante bem simples. Fiquei meio receosa da comida mas não foi de todo um mal. Não era aquilo que meu nutrólogo gostaria, mas também fica difícil seguir ao pé da letra aqui. Dentro das opções eu estou tentando fazer as melhores escolhas.

Enfim, voltamos ao nosso motorista que nos levou ao próximo destino: Wat Lokaya Sutha. Esta região inclui três ruínas restauradas. O ponto alto daqui é a enorme estátua do Buda deitado de 37 metros de comprimento e 8 de altura (em alguns lugares li 42m). Existe um altar em frente onde se pode deixar ofertas Buda. Aqui não precisa pagar entrada.

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Fomos então no segundo templo da tarde: Wat Chaiwatthanaram. A entrada aqui também custa 50 bahts. Logo na entrada aconteceu uma coisa meio bizarra. Eu estava indo na frente e reparei em uma pessoa encostada numa árvore com uma câmera. De repente ela começa a andar na minha direção e quando eu vi que ia tirar minha foto eu olhei pra trás. Aí ela foi na direção da Rosana que também tomou um susto. Eu, pra variar, tive uma crise de riso e ficamos as duas sem entender nada.... Enfim, foco no Wat Chaiwatthanaram porque deu trabalho escrever esse nome, hahahaha. Bom, Wat Chaiwatthanaram pode ser traduzido como "Monastério dos Vitoriosos e Templo Próspero". Foi construído entre 1630 e 1650 pelo rei Prasat Thong do Reino de Ayutthaya em homenagem à memória de sua mãe. Foi usado para cerimônias reais, incluindo a cremação de membros da realeza.

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Saindo dali Rosana viu o motivo das fotos na entrada. Eles estavam colocando em pratinhos. Mas as nossas devem ter saído bizarras demais pra isso, haha. Voltamos pra nossa carruagem com ar condicionado e perguntei pro motorista onde a gente iria. Ele respondeu. E eu não sei porque eu perguntei pois estava claro que eu não ia entender a resposta. Dito e feito, hahaha. E lá fomos nós com a trilha sonora do Michael Jackson com direito a dancinha do motorista enquanto dirigia, haha.

Wat Phu Khao Thong, ou Monastério da Montanha Dourada, foi construído pelo rei Ramesuan em 1395. Agora, sério, deu até calafrio quando vi aquela escadaria... Gente, eu nunca neguei meu medo de altura. Medo não, pavor. Já passei por situações estapafúrdias por conta disso. Mas eu vou subir! Pelo Buda lá em cima e pelo almoço que eu tinha que queimar. Eu subi debaixo de 42 °C queimando meus miolos e meus pés cozinhavam. Sabe o que tinha lá em cima? Nada! Nem um templinho sequer. Só a imagem do Buda que eu já via lá de baixo. Arrependimento? De jeito nenhum. Todo desafio é válido e toda caloria queimada mais ainda, haha.

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O templo seguinte saía dos padrões que a gente vinha vendo. Foi bem difícil descobrir o nome desse lugar. Rosana ainda disse que não entendia porque eu não perguntava pro nosso motorista, hahaha. Achei do outro lado da rua uma placa com o nome: Wat Na Phramen, que é o Monastério da Pira Funeral. Esse templo foi construído pelo rei Ramathibodi II em 1503. Foi criado como uma área para cremação. Ao entrar no templo, deixamos o sapato na entrada e, por vias das dúvidas, cobrimos os ombros em respeito ao local. Lá dentro algumas pessoas oravam, outras, tiravam fotos. Tinha uma linda imagem do Buda no altar.

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Bom, assim terminamos nosso dia em Ayutthaya. O motorista perguntou se a gente queria parar em mais algum templo. Dando umas voltas pela cidade você vê muitas ruínas espalhadas, afinal, eram mais de 500 templos. Concordamos que o dia já tinha sido bem produtivo. Uma coisa importante pra quem quiser vir: Ayutthaya é super bem sinalizada. Não precisa se preocupar, na dúvida, oriente-se pelas as placas como essa aqui embaixo, certo?

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Já está ficando fácil entender esses desenhinhos,mhahaha. #sqn. Começamos nossa viagenzinha de volta. Deu até sono... Voltamos pro hotel pra nos recompor, tomar um banho e esfriar o corpo um pouco. Aí fomos comer no Shopping Terminal 21 aqui perto. Uma caminhadinha pra acabar o dia porque com o fuso ainda confuso, já batia o sono. Eu nunca vou entender o efeito do jet leg pra mim. Tem vezes que eu fico inteirona, tem vezes que eu desabo. Meus olhos já ardiam de sono. Fico por aqui por hoje. Vou até colocar uma música do Michael Jackson pra encerrar o dia. Até amanhã...

Até amanhã!

Publicado por Akemi Nomura 13:07 Arquivado em Tailândia Comentários (2)

Tailândia

It's Bangkok, baby!

sunny 35 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Tailândia no mapa de viagens de Akemi Nomura.

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Quem viaja tem muiiiiita história pra contar, com certeza! E já foram tantas! Agora saindo do eixo Europa - América, vamos mais uma vez para Ásia: Tailândia.... O que eu sei da Tailândia? Antigo reino do Sião, eu sei que tem elefante, tem Buda, tem comida picante, tem massagem e tem praias maravilhosas. Vamos ver se eu termino sabendo mais um pouco, hahaha. Ah, lembrei de uma coisa. A Tailândia era o único reino do Sudeste asiático sem nunca ter sofrido uma colonização européia. Pensa numa cultura sem influência estrangeira? Pois é, vamos pra lá...

Abaixo um resumo da história da Tailândia extraído do Wikipedia.

"Os historiadores muitas vezes consideram o Reino de Sukhothai como o início da história tailandesa, que se insere na influência do Reino de Ayutthaya, o primeiro a ter contato com o Ocidente, através de uma missão diplomática portuguesa. Ayutthaya teve uma longevidade de 417 anos, chegando ao fim com a guerra birmanesa-siamesa em 1767. Taksin libertou o país, estabelecendo a cidade de Thonburi como capital e adotando uma política de enfrentamento à ameaça de outras nações, o que fez do reino o único no Sudeste asiático a nunca ter sofrido colonização europeia. A dinastia Chakri foi fundada por Rama I, O Grande e Bangkok foi elevada à capital em 1782. Em meio à revolução, em 1932 o país passou de monarquia absoluta a monarquia constitucional e, em 23 de junho de 1939, deixou de chamar-se Sião e adotou seu nome atual, Tailândia. Atualmente, o país é regido por uma junta militar, que tomou o poder em maio de 2014, através de um golpe de Estado. É liderada pelo rei Bhumibol Adulyadej, tendo chefiado a nação desde 1946, e sendo o mais antigo chefe de Estado do mundo, bem como o monarca com maior reinado na história tailandesa".

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Estamos indo de Emirates. Era a mais barata na época e uma excelente companhia. Tinha uma fila enoooooorme de check in da "chicken class" porém fizemos check in on line e não tinha absolutamente ninguém nessa fila. Tudo bem que a gente demorou um pouquinho pra perceber essa outra fila, haha. Aí passamos pela Polícia Federal, tudo tranquilo.... Aí chamam Rosana pra trocar o cartão de embarque, tinham dado o cartão de outra pessoa pra ela... Alô Emirates!!!!! Alô PF!!!!!!

Ah gente, deixa eu contar uma coisa. Talvez eu esteja chovendo no molhado, mas vou falar assim mesmo. Rosana tinha pesquisado seguro viagem e estava saindo por baixo uns R$500 pro período que a gente ia ficar. Aí ela me perguntou se eu conhecia alguma operadora fora do Brasil. Perguntei pro google e ele me jogou numa pesquisa do site do Lonely Planet que, por sua vez, me direcionou pro site do World Nomads, que, por acaso, eu lembro da Patrícia já ter falado dele pra mim. O seguro mais top de todos saía por US$85. Mesmo com iof e dólar caro, sai mais barato que os seguros básicos pesquisados em sites brasileiros. Momento #ficaadica.

Bom, chegamos nos nossos lugares pra encarar um looooonga jornada. Confesso que detesto voar, detesto voos longos. Tenho preguiça de pensar nas horas de voo que virão pela frente. Mas, faz parte... Praticar o deboísmo e desencanar. Somos duas desencanadas sem muito planejamento. Roteiro é para excursão, o sistema aqui é bruto, hehehehe. Bora voar....

Chegamos em Dubai 14h depois. Com o fuso confuso, bem confuso. Eram 15h/16h no Brasil e eu estava com sono. Descemos do avião e pegamos o ônibus. Meu, parecia que a gente ia chegar de ônibus em Bangkok. Não chegava nunca... Foram 4h de conexão neste aeroporto gigante. Parecia que nevava de tão frio que estava o ar condicionado. Às 2h15 da manhã, horário de Dubai, embarcamos no absurdo chamado A380. Gente, que avião é esse? Muito espaçoso, mega confortável, top da balada.... e voa suavemente. Certeza que foi a melhor "chicken class" ever.... A primeira vez num A380 a gente nunca esquece.

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Descemos em Bangkok menos de 6h depois. Aí fomos indo. Anda daqui, anda dali, não tem a menor ideia se o caminho está certo, mas vamos indo. Entramos na fila do passaporte. Estava grande mas nada absurdo. Quando a gente chega bem na frente duas mulheres conferiam os documentos. Só que, como brasileiras, a gente tinha que passar antes no setor de Health Control pra validar a carteira de vacinação da febre amarela e preencher outro formulário de saúde. Pior é que eu sabia que tinha que fazer isso porque Patrícia já tinha dito isso, mas sei lá, errei. Só que o erro não foi lá tão ruim. Explico: a mulher que nos disse pra passar no Health Control nos mostrou o caminho e disse que quando retornássemos fôssemos para um outro guichê. Ok, fomos lá, preenchemos o questionário, recebemos o carimbo no landing card e quando voltamos, meus caros, a fila tinha quadruplicado. Rosana muito astuta me chama pra acompanha-la. Se a mulher tinha dito pra gente lassar em outro guichê era lá que a gente ia. Passamos pela funcionária mau humorada que queria nos colocar no fim da fila, Rosana explicou e fomos em frente. A segunda mulher mau humorada, após mais explicações, nos colocou a frente da fila, já que já tínhamos enfrentado a fila uma vez. No final o erro inicial valeu a pena, pois a gente teria perdido tempo no Health Control e ia passar no passaporte já com bem mais fila se não tivesse errado.

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Já quanto à imigração o cara nem olhou na minha cara. Preencheu uns negócios lá e pow: entrada permitida.

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Pegamos um táxi até o hotel, precisava desesperadamente de um banho. Foram 24h de deslocamento mais 10h de fuso, vocês tem noção? Foi um banho revigorante. Já eram 16h, dia acabando e nem tínhamos almoçado. Comemos por aqui mesmo e fomos na região de Chinatown. Como quase toda Chinatown é aquela poluição visual. Letreiros disputando espaço, várias barraquinhas de comida de rua, o trânsito é uma zona. Enfim, é Chinatown.

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Mas se procurar dava pra achar beleza naquela zona. Portais bem bonitos, pequenos templos... Passamos por um templo muito bonito, chama Wat Traimit. Já estava fechado mas deu pra ter uma noção por fora. É a beleza escondida de Chinatown.

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Percebi que o mapa do hotel enganava muito. As distâncias eram muito maiores. Resolvemos pegar um tuktuk para Wat Arun. Seguindo a ideia de um senhor num dos templos de Chinatown que aparentemente queria nos vender algum passeio de barco. E lá fomos nós de tuktuk... Ou tchuctchuc, né Rosana? Hahahaha....

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Wat Arun é um dos templos mais importantes de Bangkok. Seu nome significa Templo do amanhecer. Wat significa Templo e Arun vem da mitologia hindu. Nessa religião, o nascer do sol tem poderes espirutuais sendo que um dos momentos mais bonitos é o dia do Deus Aruna. De longe, Wat Arun parece ter um tom escuro, mas de perto é possível observar seus detalhes coloridos. E o templo conta com um parque em volta bem bacana também. O acesso das escadas do templo já tinham fechado mas eu é que não ia subir ali mesmo, hahaha. #medrosa

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Dali, pegamos um táxi e fomos pra Siam Center e Siam Paragon. Dois shoppings grudados um no outro. O primeiro normal, o segundo pura ostentação. Uma voltinha ali antes de voltar pro hotel pra ajustar os planos de amanhã. Amanhã sim a brincadeira começa.

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Beijos e até amanhã...

Publicado por Akemi Nomura 17:20 Arquivado em Tailândia Comentários (0)

Palm Beach x Boca Raton x Deerfield Beach

sunny 19 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Key West no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom diaaa!!!! Acordei mega cedo, ou melhor, abri os olhos. Acordar acordar eu acordei lá para às 8h. Mas aí já tinha visto email, facebook, publicado post de ontem.... Produtivo meu dia antes de levantar... Desci pra tomar café e me dei conta que todos já tinham ido trabalhar. Ainda fiquei de bobeira um pouco antes de sair pra vida.

Parei na Target e na Walgreens pra cumprir umas funções. Não fui muito bem sucedida mas descobri algo fenomenal pra mim. O caixa de self check out reconhece as malditas moedas de 1 centavo que ocupam um espaço tremendo na carteira. Aqui eles dão o troco direitinho, não tem essa de arredondar. E não costumam perguntar se tem tantos centavos pra facilitar o troco. Eles simplesmente te enchem de moedas. Mas aí comprei umas bobeirinhas e taquei as moedinhas pra me livrar delas. Pequenas coisas que me deixam feliz, haha.

Agora uma pergunta, desde quando é difícil achar DHEA em farmácia e supermercado? O cara da Target me disse que eu ia achar em loja de vitamina. Gente, eu juro que já comprei DHEA na Target... Ou eu tô louca? A mulher nem sabia o que era. Até achei uma loja de vitamina, mas eu sei que esse negócio de marca pode influenciar, então melhor confirmar antes se qualquer marca serve. Ainda bem que tenho o Skype pra usar com pessoas cabeça dura que não querem ter whatsapp, hahahahahaha. Enquanto não confirma vou passear de boas....

Onde estão os ricos e famosos na Flórida? Em vários lugares mas as duas maiores concentrações são em Miami Beach (nos posts de fevereiro de 2014 falei dessa região) e o outro grupo em Palm Beach. Acho que em Palm Beach eles são menos famosos e mais ricos. Peguei a Hillsboro sentido leste até a Ocean Drive. Essa parte da costa da Florida tem umas ilhas bem compridas, tipo Miami Beach. A rua da praia não necessariamente passa na praia. Em alguns trechos está entre condomínios, em outros tem mansões agressivas, tem horas que a frente da casa é pra avenida e o fundo é pra tipo um canal onde tem iate ancorado. Hoje o dia está um sucesso de lindo. Decidi ir pela Ocean Drive porque não estou com a mínima pressa.

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O interessante é que as cidades são todas conurbadas. Você percebe que mudou de cidade pelo tamanho das casas. Fora que o caminho fica um pouco diferente. Ora aparece mar, ora é tudo arborizado, ora mais clean, ora mais urbanismo.

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E as mansões? Cada casa absurdamente absurda! Tinha uma com uma limusine daquelas gigantes e a casa era uma coisa de louco. E a louca fotografando tudo. E nem tinha chegado em Palm Beach.

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Agora não confundam South Palm Beach, North Palm Beach, West Palm Beach e Palm Beach. São quatro cidades diferentes. É que nem confundir Miami com Miami Beach. A cidade dos milionários é Palm Beach! E é linda! O mar está absurdamente lindo. É meio que um azul turquesa. Uma vez no Escor o Maurício e o Vinício falavam que homem tem dificuldade pra cor. Pra eles só existem azul claro e azul escuro, enquanto pra mulher existe azul marinho, azul bebê, azul royal, azul turquesa, azul anil, azul petróleo, azul piscina.... E é bem isso mesmo, hahaha. Cada coisa que eu lembro... Ai clima, porque você não esquentou? No verão deve bombar de Lamborghini, Ferrari e afins. Aliás, falando em carro, esqueci de falar, ou melhor, mostrar meu carrinho... Agora eu fiquei doce, doce, doce, doce...

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Então vamos pra um car tour pela cidade. Não planejei quase nada, apenas vim. Eu e o google maps. Era só abrir o mapa e ver o que se destacava. E se destacou a The Church of Bethesda-By-The Sea. E passei também por Mar-a-lago. Não lembro o que era, mas parece que hoje é um clube privado do Donald Trump.

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Logo mais pra frente achei o prédio da Paramount, um antigo cinema. Hoje tem umas lojinhas que nem me atrevi em passar perto. No mesmo cruzamento tem uma igreja católica, a St. Edward Roman Catholic Church, e na frente tem um lugar chamado Green's Pharmacy. É uma lanchonete. Oi? É uma farmácia que tem uma lanchonete ou uma lanchonete que tem uma farmácia? Nem idéia. Mas sabe quem frequentava? Os Kennedys!!!! Mas gente, cadê o glamour? Uma zona o lugar! Será que quando Jackie vinha tinha mais charme ou ela gostava dessa coisa meio popular? Olha eu tentando imaginar Jackie trazendo Caroline e John John pra comer um hambúrguer depois da missa (os Kennedys são católicos, faz todo sentido).... Hahahaha....

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Aí, se você vc quiser ter uma real do que é Palm Beach, precisa passar por Henry Morrison Flagler Museum. Henry Flagler foi um cara visionário. Ele que idealizou essa área que era praticamente um pântano e transformou numa passarela de milionários. A casa onde ele viveu virou um museu.

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Por fim, bora dar uma volta na Rodeo Drive daqui? A Worth avenue esbanja luxo. Lojas e lojas de alto padrão pra agradar o público endinheirado da região. O estilo dos prédios é um charme a parte. Ela não é tão grande quanto Rodeo Drive, mas tal qual na costa oeste, percebe-se um fluxo de carros de altíssimo padrão por ali.

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Já eram mais de 14h, decidi voltar pra Deerfield. A ideia inicial era voltar pela Ocean Drive. E eu fui indo por ali. Enquanto isso ia matutando da função não cumprida pela manhã. Gente, óbvio! Google Maps! Melhor que o google puramente dito. E não precisa muito, foi só escrever vitamin e pronto. Achei! Mas cansei da pasmaceira da Ocean Drive, saí dali, abasteci o carro e fui direto pra I95. Em dois tempos eu estava em Deerfield de novo. E mal imaginava que o google maps ia achar o objetivo da função de forma tão eficaz.

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Dali voltei pra casa, deixei as poucas coisas que tinha comprado e fui na casa do Rosi, cunhada do Julio. O marido dela estava no Brasil e fui tentar aliciar a Rosi pra dar uma volta. Não foi difícil, foi só eu falar o destino: Town Center. Em dois tempos ela estava pronta, haha. Dei a chave do carro pra ela ir dirigindo e fomos batendo papo, dando risada, foi bem divertido. Acho que comecei a dar tilt. Em vez de ler amêndoa, li almôndega. Em vez de ler Happy Hour, li happy sushi. Hahahaha. Tá na hora de voltar pra casa!!!! Não sem antes terminarmos com um sushi.

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Já estava tarde e eu ia ter que acordar às 2h30 da madrugada. Mesmo assim ainda estiquei na Ross pra um último pit stop. Voltei já eram mais de 22h. Arrumei as coisas e deixei as malas lá embaixo, prontas. Ainda dei uma enrolada e devo ter adormecido lá pelas 23h30. O Julio ainda não tinha chegado, tá ralando dobrado enquanto o Toninho está no Brasil. O sonho americano não é fácil, mas aqui tem retorno do que você paga e, pra quem tá disposto a ralar, não vai faltar oportunidade. É aquela máxima: "quem quer faz, quem não quer arranja desculpa".

Péééé.... 2h30 da manhã, frio, muito difícil. Joguei uma água gelada no rosto, escovei os dentes, desci devagarzinho e coloquei as coisas no carro. Acordei o Julio pra me despedir, afinal, ia ser muita indelicadeza sair a francesa. Mala no carrinho, pé no caminho. Aqui nessa região eu gosto da rádio 97,3. O problema que tem música que repete demais. Em 2014 era Happy, do Pharrel Williams. Em 2016? Hello, da Adele. Acho que ouvi umas 478 vezes por dia. Não podia ser diferente na hora de ir embora, rs. Cheguei no aeroporto em 45 minutos e me despedi do meu parceiro de viagem. Foi bom enquanto durou! ;-)

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Aeroporto sossegado, check in sossegado, raio x sossegado, tudo sossegado. Com meu "pescoço" que eu comprei na Marshalls consegui dormir bem no primeiro trecho. Conexão rápida no Panamá e cá estou eu finalizando esse último post em algum lugar da América Latina sendo mimada na business da Copa.

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Minhas despedidas da Flórida tem sempre um gosto de até logo. Fiz meu vídeo e deu pra perceber que, mesmo frio, a Flórida me proporcionou dias lindos. O tempo começava a melhorar e achei que era pra completar a trollada que eu levei por conta do frio que eu passei. Mas óbvio que não, era a Flórida me pedindo pra ficar! :-)

Publicado por Akemi Nomura 5:27 Arquivado em Estados Unidos Comentários (0)

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