Um blog do Travellerspoint

Fort Lauderdale x Broward

sunny 18 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Key West no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom dia! Antes de levantar eu terminei o post de ontem. Depois, com toda calma do mundo eu fui acordando pra vida. Quase todo mundo já tinha saído pra trabalhar. Julio ia sair mais tarde, quando eu desci ele estava lá ainda. Mas já estava saindo pra fazer o orçamento de um serviço. Tomei café que já está incluído na estadia, haha.

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Tava lembrando de um episódio curioso que aconteceu em Miami Beach ainda e eu esqueci de contar. Tinha passado na Walgreens e quando estava no caixa a mulher perguntou se eu tinha o cartão da farmácia. Falei que não e uma senhora atrás de mim perguntou pra caixa se ela poderia digitar o número do cartão dela na minha compra. A caixa não se opôs e eu fiquei só olhando, haha. Resultado, eu ganhei US$2 de desconto e a mulher que digitou o número do cartão dela ganhou os pontos. Saí feliz não pelos US$2 mas pela atitude da mulher. Renovando a esperança no próximo!

Bom, saí já eram quase 10h. Tinha o plano de fazer Sawgrass de manhã e Everglades à tarde. No caminho estava um solzinho tão gostoso (mesmo que frio) que resolvi inverter. Fui direto pro Parque Nacional Everglades é a única área subtropical da América do Norte. Se você olhar no mapa verá que ele toma grande parte do sul da Flórida. Existem vários lugares com passeio no parque. Eu achei o Everglades Holiday Park por acaso, queria algo o mais perto possível de Deerfield. A ideia era fazer um passeio naqueles airboats, manja? Vocês já devem ter visto em séries ou em filmes. Cheguei e fui comprar o ingresso. Custa US$29 mais tax por adulto. Dei sorte, o próximo barco ia sair logo. Já saí dali e fui pra fila do embarque. O staff ali é muito bem preparado. Todos animados e divertindo a galera. Fiquei na primeira fila do barco, bem na lateral. Deixa eu contar uma coisa, tinha uma época que eu assistia muito CSI. Eu assistia mais o CSI Las Vegas e de vez em quando assistia o CSI Miami. Gente, vira e mexe aparecia um corpo boiando ali no Everglades, credo. Ahahaha... Espero ver só bichos tipo aves, pítons, aligatores, etc. Vamos?

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O barco sai devagar e depois ele pega velocidade. Aí é vrummmmm. Meu, o barco pra fazer a curva anda de lado antes! Que louco isso aqui... A paisagem é bem sui generis. O Everglades é tipo pântano, né? Não sou especialista no assunto e nem pretendo ser, mas entendi que é isso. A guia era um barato. Divertida e mega bem humorada. Fazia piada o tempo inteiro. E assim fomos... Água um pouco turva e é meio raso até. Acho que não chegava a 2 metros de profundidade. A guia disse que os aligatores chegam a atingir cerca de 5,5 metros. O maior que costuma aparecer ali eles chamam de Scar (cicatriz). Parece que ele deixa uma cicatriz em todo aligátor que aparece ali (imagina a delicadeza da criança).

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Eu sabia que crocodilo e aligátor não eram a mesma coisa. Hoje eu descobri que são todos da mesma ordem de répteis (inclui o jacaré): Crocodylia. Aí vem a divisão em três famílias: Gavialidae, Alligatoridae e Crocodylidae. Bom, daí a gente coloca aligatores e jacarés numa mesma família, a alligatoridae. E os crocodilos já tem a família deles, a crocodylidae. Quais as diferenças mais claras entre essas duas famílias? A alligatoridae tem o focinho mais curto e mais largo, além de terem nas patas traseiras aquelas membranas entre os dedos. Roubei da internet essa foto aqui embaixo. Dá pra ver bem a diferença dentária entre eles. Então jacaré é um aligátor? Acho que quase. Dentro da família existe a divisão de gênero. Não sei a diferença entre eles, mas sei que o que chamamos de aligátor é o que encontramos na América do Norte e na China e o que chamamos de jacaré (gênero caiman) é o que encontramos na América do sul. Agora lembra que quando saí das Keys falei de placa de crocodilos? Pois é, ali é outra família que tem vários gêneros (espécies). No caso ali é conhecido vulgarmente como crocodilo americano. Eles são maiores que os aligatores, chegam a atingir 20 pés (6 metros). Em que pese hoje em dia seja difícil encontrar um tão grande. Agora, fugindo um pouco o Everglades, grande mesmo e perigosíssimo é o Saltwater Crocodile, ou crocodilo de água salgada. Esse tem muito lá na Austrália e pode chegar a 7 metros de comprimento. Eu já vi, é assustador.

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Continuando nosso passeio chegamos numa área que eu esqueci o nome em que os crocodilos costumam aparecer. Tinha umas aves que já estão acostumadas com a presença dos barcos, tinha umas diferentes e finalmente achamos um aligátor. Aí a guia vai devagarzinho do lado esquerdo, depois ela vira pro pessoal do lado direito do barco (onde eu estava) ver também. Gente, nessa hora uma das crianças simplesmente grita: "I'm gonna die". Ahhhh, bem na minha hora de ver o bicho se ele sumisse por causa do grito essa criança ia morrer mesmo.... Ia virar comida pro Scar.... Ahahahahahaha...

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Depois fizemos uma parada estratégica no meio do pântano pra algumas explicações mais técnicas sobre as plantas, como fazer um band aid usando as plantas, com gaze e tudo. Demos pão para os pássaros folgados e depois tivemos uma divertida aula sobre o pântano. Saca um pedacinho da aula no vídeo.

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Continuando no meio do pântano, graças à Deus nenhum corpo boiando, tinha hora que tinha trânsito de airboats. E meio que eles se ajudam porque quando um acha um aligátor perdido os outros vão atrás. E assim achamos o segundo. A guia disse que ia fazer uma aproximação com mais cuidado porque aquele aligátor não estava muito feliz (a cabeça um pouco levantada indicava isso). Se eu não me engano ela disse que tinha uns 4m esse. O anterior era uns 3,5m. Dessa vez a criança não gritou.... Sorte a dela... Uahahahahaha...

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Quase chegando no ponto que saímos a guia disse que esperava que tivéssemos gostado do passeio e dela, da forma que ela conduzia o passeio, pra fazer um review no Tripadvisor e falar o nome dela, e soletrou: "K-A-T-I-E". Mas se por acaso não tivéssemos gostado do passeio ou mesmo do senso de humor dela, pra fazermos um review com o nome dela, e soletrou: "S-T-E-V-E". Gente, essa mereceu uma boa tip. Rindo até 2020...

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Dali fui no Gator show. Era aquele tipo de show que acho que todo mundo já viu em algum vídeo. A pessoa senta no aligátor, abre a boca, coloca a cara dentro, enfim, nada muito diferente disso. Eu particularmente não gosto muito disso. Tirar o animal da natureza, colocar num tanque e depois ficar exibindo meio que estressando o bicho. Essa parte eu não acho legal. Ok, a moça estava lá, fez a parte dela e fez bem feita...

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Bom, seguinte, esse passeio de airboat no Everglades eu achei maneiro. Tipo, algo diferente pra quem já conhece Miami e quiser sair da mesmice. Está frio mesmo, não tá dando praia. Tem a coisa do lugar ser muito usado em filmes e séries, tem o fato de curtir uma beleza selvagem nos EUA e, vamos combinar, é muito legal falar Everglades, hahahahaha. Eu mega curti e mega recomendo!

Agora, um parênteses: em 1989 nós (família), fomos num campeonato brasileiro de natação em que irmã iria nadar em Belém e depois um grupinho dos que foram estenderam viagem pra Manaus. Eu não lembro muita coisa de Manaus além do calor, da zona franca e da minha camiseta da Company molhada de tanto suor, hahaha. Mas tem mais uma coisa que eu lembro bem, o passeio de barco no rio Amazonas, passando pelo encontro das águas e parando numa reserva indígena. Ali nós descemos, caminhamos num lugar tipo uma ponte (entre o chão e a copa das árvores) no meio da floresta e chegamos numa plataforma dentro da floresta onde tinha uma área alagada cheia de jacarés e vitórias régias (desculpem se errei o plural de nome duplo, sou péssima nisso). Na volta, depois que escureceu, entramos num barco comprido onde sentavam duas pessoas por banco e fomos ver os jacarés. Porque esperamos escurecer? Porque o guia ia mostrar como os olhos dos jacarés brilhavam no escuro e como eram alvos fáceis pro caçador. Depois ele imitou o som da fêmea pra atrair o macho, entrou na água e pegou um jacaré pequeno e nos explicou algumas coisas. Uma coisa que eu nunca esqueci foi que a pele usada para fazer bolsas e sapatos era um pedacinho de nada do bichinho. Hoje, quando eu vejo um sapato de couro de jacaré, sempre lembro disso, sempre lembro que não vale a pena. Mas porque eu estou falando tudo isso? Simplesmente porque os dois passeios foram muito semelhantes. Viajar faz a gente aprender com o que os outros tem de bom, mas também aprendemos a valorizar o que nós temos de bom. Taí a prova! Eu era criança e agora, 27 anos depois, e eu lembro de detalhes desse dia. Nossa natureza é riquíssima, a gente sabe disso. Não deixamos nada a desejar nesse sentido....

Saí do parque já eram 12h50. Como o sol estava bom e meu protetor era fator 100, haha, resolvi arriscar baixar o teto. Tinha uns harleyros ali que me incentivaram. Se eles conseguem de moto, de carro vai ser sussa. Até o Sawgrass eram 16 minutos apenas. Gente, que frio, hahahaha. Entendi porque o Marcos queria comprar luva comprida pra andar de moto. Ele falava que era pro vento não entrar na manga.... Meu, aquele vento gelado entrava manga a dentro da roupa, congelava, chegava a doer um pouco o braço. Olha que eu estou de carro, imagina pra galera de moto.

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Fui direto pro Sawgrass almoçar e bater perna. Aliás, descobri que sawgrass é a vegetação que existe no Everglades. Não sabia disso não. Parei na Target e fui fazer o corredor 4. No Sawgrass eu não preciso de google maps, haha. Fiz um paradinha na Carters, afinal Lívia e Maria estão à caminho. Dali já fui no Cheesecake comer o de sempre: Skinnylicious Chicken Pasta. Voltei então na Target pra comprar a encomenda da Mari, uma boneca da Elsa. Mari, logo logo sua boneca está em Mauá! Hoje era dia de fazer as crianças felizes, :-). Acho que minhas melhores compras vão ser da Target e da Ross... Aí fui começar minha volta pra valer no Sawgrass.

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Sabe uma das coisas que eu mais gosto do Sawgrass? A cadeira de massagem!!!! Bom demais... Em 2011 lembro que sentei com papai e colocamos cada um US$2. Nossa, delícia, haha. Quando terminou, o povo comprando na Bed, Bath and Beyond, olhei pra cara do papai e disse: "vamos colocar mais US$5?". Topou na hora... Ahahahaha... Que lembrança boa... E o dólar era R$1,80...

Sabe a impressão que eu tenho? As coisas estão mais caras. Não só por causa do dólar caro, mas acho que em dólar também está caro. Não sei dizer... Tipo, a pólo da Tommy por US$50 num outlet é caro, né não? Os tênis então, nem empolguei. A combinação modelo e preço não me animaram. Engraçado que dois anos atrás eu estive aqui em fevereiro com o pessoal do Escor e não estava ruim. A pólo de US$50 estava US$19. Para os brasileiros ainda existe coisa que vale a pena. Mas o frenesi acabou. Não estava cheio e aquele trânsito maluco de malas não vi mais. Uma menininha virou pra mãe e disse: "mãe, você está no maior Outlet do mundo e não vai comprar nada?". É menininha, os tempos mudaram. Quem diria que eu fosse sair com sacolinha da Gap. Enfim, encomendas na mão e antes de sair ainda passei na Lindt pra comprar o chocolate do pessoal do trabalho. Tem uma regra não escrita que quem viaja pro exterior tem que levar chocolate, haha. Sei lá, vai que cancelam minhas próximas férias.... Ahahahahaha... Paguei o chocolate e quando virei pra sair o cara pediu pra eu esperar. Ele virou pra cesta de Bombom que oferecem como cortesia e eu achei que ele ia pegar um pra me dar. Meu, o cara encheu a mão e me deu. Gente, eu devo ser muito legal mesmo, hahaha. E, de forma surpreendente, não comi nenhum até agora.... Incrível! Ahahahahaha....

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Aí estava eu saindo do Sawgrass quando ouço brasileiros saindo atrás de mim conversando. De repente o cara me solta a seguinte pérola: "Achei que nunca mais ia sair daí de dentro. Estava me sentindo o Tom Hanks no filme O Terminal". Na boa? Tô rindo até 2025..... Ahahahahahahaha...

Bom, cansada, parei pra comer alguma coisa e deu por hoje. Ainda rindo do cara do Sawgrass...

P.S.: Mangueira campeã!!!!! Isso me deixa muito feliz!!!!

Publicado por Akemi Nomura 5:13 Arquivado em Estados Unidos Comentários (1)

Miami Beach x Deerfield Beach

semi-overcast 18 °C
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Good morning Miami Beach! Eu vou confessar uma coisa pra vocês, eu amo Miami Beach! Mesmo com o trânsito infernal de ontem, eu me amarro no astral desse lugar. A ideia de bater perna na Lyncoln Road estava descartada. O trânsito sentido South Beach estava um caos.

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Então estiquei até a praia e cheguei a uma conclusão, seja norte, seja sul, tanto faz. Qualquer praia de Miami Beach é boa. Claro que o clima não ajudou muito hoje, mas qualquer lugar é uma delícia. South Beach tem o movimento natural da região, do turismo. North Beach é mais sossegada. É só escolher sua vibe. Resumindo, o astral de Miami Beach é demais, como não amar esse lugar?

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Agora alguém me e plica essas pegadas na areia? Kkkkkkkkk....

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Peguei a Collins pro Norte, pra pegar a Biscayne Blvd em Miami sentido norte. Parei no meio do canal pra abastecer. Já não é mais um bicho papão abastecer o carro. E fui sentido Ross. Antes parei pra tomar café da manhã numa padaria. Sanduíche quente de queijo e ovo, com capuccino. Nham Nham.

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Quem viaja pros Estados Unidos conhece a Ross. Mas quem nunca veio não sei se tem ideia do que eu estou falando. A Ross é uma loja que vende barato, muito barato. Tem porcaria, mas tem muita coisa de marca de modelo fora de coleção. Tem que ter paciência pra se jogar naquelas araras. Tem lojas pequenas, mas tem outras enormes. Gente, quem liga de pagar US$15 ou US$20 numa peça de marca por ser coleção passada? Eu não ligo, ahahahahaha.... Aliás Patrícia, minha amiga, esses vestidinhos Calvin Klein que são a sua cara.... ;-). Resumindo, tem muita coisa que vale a pena tanto pra homens quanto mulheres. Pra quem não conhece, essa é uma Ross de várias espalhadas por aí....

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Seguindo pela US1 parei na Target. Sempre tem algo pra se comprar na Target. Olhei logo a encomenda da Ma porque Lívia chega logo logo e vai precisar das pomadinhas dela. Aí fui rodando e pegando mais umas coisinhas. Evoluí pra um protetor fator 100 pro rosto, o 70 não tava dando conta. Já comprei uma garrafinha pra beber água na gym e no trabalho também. Precisando beber muita água. É, versão 2016 bem diferente.... Na Ross seguinte parei de novo, haha. Fiz umas comprinhas porque ninguém é de ferro e segui pro Aventura.

O Aventura é um shopping gigante. Tava difícil achar vaga pra estacionar. Já são 13h, bom lugar pra almoçar. No carro ainda fiz as contas da Ma e já acertamos. Agora, gente, vocês já usaram o google maps pra se achar dentro de um shopping? Eu acabei de fazer isso, hahaha. É a quarta vez que eu venho aqui, mas é grande demais, perdi a noção. Mas nada que não tenho no Google que a gente não ache, mesmo que seja o google maps, mesmo que seja dentro de um shopping. Vamos a um almoço Skinny da Cheesecake Factory? Recomendo um Skinnylicious chicken pasta do cardápio light. Bem gostoso!

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Depois do rango, hora de bater perna a toa. Como aqui é shopping e o dólar está quatro reais as coisas não estavam tão atrativas assim. Era só tomar um sorvetinho e caminhar.... Passei na frente da loja da Louis Vuitton, ai gente, se com dólar a R$2 eu não entrava, imagina a R$4! Ahahahaha... Quem nasceu pra Le Postiche nunca chega a Louis Vuitton, haha. Mas eu evoluí, minhas bolsas são Pólo Ralph Loren, DKNY, CK, Victor Hugo.... Tudo na promoção no exterior, em free shop ou parcelado, hehehe... De repente dou de cara com uma Lamborghini Gallardo. Acho o máximo esse carro! Não entendo lhufas de carro, mas esse eu gosto.

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Tá bom, resolvi ir pra Deerfield. O GPS me jogou na I95. Dessa vez não discuti, aceitei. Até porque eu gosto da I95. E porque o teto estava abaixado e eu não sentia frio, haha. Até que estava bem cheia apesar de ainda ser 15h. Mas da a pra pegar a pista da esquerda porque a HOV só começa a funcionar às 16h. HOV também é chamada de carpool em alguns lugares. É necessário ter um número mínimo de pessoas no carro pra usar essa pista. Tipo, incentiva a carona, manja? Do momento que eu peguei a I95 eu não precisava mais de gps, já sabia chegar sozinha. E pus a criança pra correr um pouquinho. Sem o Japs no carro pra brigar comigo, haha. Na Hillsboro Boulevard ainda parei aonde? Adivinha? Na Target, oras. Acho que tenho uns 10 Aussies pra levar, haha. Aí já estava cansando desse negócio de compras. Não nasci pra ser madame. Muito cansativa essa vida, eu hein.... Resolvi ir pra casa do Julio. Não tinha ninguém. Peguei a chave no lugar combinado e já fui abrir as encomendas e já arrumar a mala.

Hoje foi um post meio chato pra vocês, imagino. Só loja e compra. Mas pra mim foi ótimo, haha. Ainda fui no Walmart, voltei. Depois a namorada do Alex chegou e ficamos conversando, acabei voltando no Walmart com ela que ela precisava comprar uma calça. Um friiiio. E assim terminou meu dia.... Por hoje é só pessoal!

Publicado por Akemi Nomura 5:46 Arquivado em Estados Unidos Comentários (1)

Key West x Miami Beach

sunny 19 °C
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Bom dia! Essa noite eu dormi bem. Nossa, acho que ontem dormi umas 22h. Tava bem cansada. Nem vi Super Bowl, quem ganhou, quem perdeu, nada. Simplesmente terminei meu post e catapuft! Zzzzzzz... Acordei cedo e nem estava tão frio como eu imaginava. Fui tomar café às 7h. A sala de café da manhã aqui é ridiculamente pequena. Pra um hotel deste tamanho e cheio, acho que tinham umas 12 mesas apenas. Ainda bem que eu fui cedo. O dia estava bem bonito, já pensei em sair logo do hotel... Já cumpriu sua missão. Bora ver mais um pouquinho de Key West?

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Saí pelo mesmo lado das "praias". Estou um pouco inconformada pelo fato de não ter uma praia de verdade aqui. Achava que Key West seria a combinação perfeita de praias caribenhas com o esilo americano. Tudo bem que eu não iria mergulhar porque está frio, mas... Nem tudo é perfeito mesmo. Parei um pouquinho no calçadão e um pouquinho em Smarthers Beach. Realmente, Smarthers Beach é o mais próximo do que a gente conhece como praia... Num dia quente até pode ser gostoso. Não tem infra estrutura, tem que levar tudo, mas um mergulhinho ali até que seria viável.

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Saí dali e passei no Southernmost Point de novo. Estava bem sossegado logo cedo. O bom é que os tiristas estão dormindo da ressaca do Super Bowl, então a cidade está mais sossegada. Dizem que a noite dá pra ver as luzes de Cuba. Provavelmente é o mais próximo que eu vou chegar de Cuba também. Por quê? Sei lá, nunca me encantou! O Vitor, um colega do Escor que já foi lá, me disse que um cubano pra viajar dentro do país precisa pedir autorização do governo. Pode isso? Enfim, não vou entrar no assunto política porque não vale a pena. Voltando.... Eis me aqui num momento mais up close and personal com o Southernmost Point.

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Hora de descobrir um pouco sobre o Ernesto... Não o que mora no Brás, mas o Hemingway. Preciso confessar uma coisa, eu não entrei na casa que virou museu de Ernest Hemingway . Gente, eu mal sabia quem era o cara. Só sabia que era escritor, nem ideia do que escreveu. Até li no wikipedia, mas não mudou muita coisa não, haha. Li que ele morou ali uns bons anos com a esposa e filhos e os gatinhos que vivem ali hoje são descendentes do Snowball, primeiro gatinho que ele teve,, todos com prodilactia (seis dedos). E os conselhos foram unânimes: não tem ligação com o escritor, não vale a pena. Mas fica a dica pra quem gosta.

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Fui então no marco zero da US1. Aqui começa de um lado e termina do outro a US1. No outro extremo está de Fort Kent no estado do Maine, fronteira com o Canadá. São 3813 km de norte a sul da costa leste. Depois do fim da Rota 66, cheguei na fim da US1. O dia está lindo!

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Hora de passear pela Duval Street. Passei nela ontem mas não falei sobre. É a rua mais movimentada de Key West. Gostei bastante. Mais tarde então pulsa de tanta gente andando. Concentra galerias, lojas, restaurantes e bares, muitos bares. E tudo funciona naquelas casas estilo antigo. Eu me amarrei na fachada de uma Walgreens. Parece um cinema dos anos 50. Ah, claro, não passou batido mais um pedacinho da Key Lime Pie. Anda pra lá, anda pra cá, estava bem vazia ainda. Como eu disse antes, os turistas estão dormindo enquanto os viajantes já estão na rua, hehe. Peguei o carro pra dar uma volta e, vou te contar, esse carro chama a atenção. E ainda chamam mulher de Maria gasolina... Hahahahaha....

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A Duval estava tão tranquila que consegui estacionar em frente do Hard Rock, coisa impossível na parte da tarde. Ok, jaquei! Sim, mas vai demorar muito pra eu entrar num HR de novo.

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Saí dali na hora certinha que vencia meu cartão do parquímetro. Time to say good bye! Tirando a frustração em relação às praias, vale a pena vir pra Key West. Se eu viria de novo? Num período mais quentinho com certeza. Tem um Parque Nacional que eu não fui, mas deve ter passeio de barco até lá. Chama Dry Tortugas. Tem o passeio que o Alexandre fez com a esposa em torno da ilha que parece ser show. Ah gente, vem conhecer Key West sim!

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Peguei a estrada, estava bem cheia. Em raros momentos ela ficava um pouco livre. A ideia de pisar fundo vai ficar pra outra oportunidade. Fui eu de cara no sol, vento batendo.... Lembra que eu falei ontem que a mulher do Visitors Center tinha me dado a dica de duas praias nas Keys? Tinha lido sobre elas no Tripadvisor também, num fórum de discussão americano. E fiz minha primeira parada no Parque Estadual Baía Honda. A entrada custa US$4,50 pra uma pessoa. Tem preço regressivo por pessoa por carro. É um parque pequeno, tem 3 opções de praia. Fui conhecer as três, claro. E Baía Honda salvou minha vontade de ver um mar bonito, de ver uma praia paradisíaca. Tem área pra piquenique, pra camping. Deve ter banheiro, mas eu não vi. A praia propriamente dita é rústica, leve comida, bebida e cadeira de praia. Não, não tem longa faixa de areia. Sim, a água é claríssima. Sim, a água estava gelada. Até que um tempinho depois acostuma. Se eu tivesse trazido toalha poderia até me aventurar, mas com esse tempo frio ficar molhada não ia ser bom. Gostei bastante das três praias, viu? Dá uma olhada!

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Primeira praia de Honda Bay:

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Segunda praia de Honda Bay:

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Terceira praia de Honda Bay:

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Próxima parada, Sombrero Beach. Segue na US 1 e, em Marathon, pega a saída Sombrero Beach Road à direita. Sugestivo o nome da rua, né? Ahahahaha. Dali segue umas duas milhas. É, aqui o GPS também te trolla. Detesto quando ele fala: "em 3/4 de milha, vire à direita". Eu lá sei quanto é 3/4 de milha.... Pra mim é a mesma coisa que não dizer nada, haha. Tenho que lembrar que milha terrestre é 1,6 km e fazer continha? Tá doido.... Cheguei em Sombrero Beach e lá tem estrtura parecida com Honda Bay. Mas eu não gostei da praia. Pronto, falei! De quebra a mulher dentro da água grita: "Jellyfish". Ótimo, não queria mergulhar mesmo.... Desculpem a falta de empolgação, mas, depois de passar por Honda Bay fica difícil. O nível de exigência subiu muito.

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Ok, vida que segue, decidi ir direto pra Miami Beach. Já eram quase 16h, se tudo desse certo entre 17h30 e 18h eu estaria lá. Na saída das Keys eu passo por uma placa de aviso de crocodilos cruzando a pista. Gente, eu ri! Sério, tava doidinha pra ver um crocodilo cruzando a pista. Aquela parte passa bem no meio da parte sul do Everglades. Deve ser crocodilo de água salgada, aqueles enoooooormes. Acho que foi a primeira vez que vi placa de "crocodilos cruzando a pista".

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Foi a primeira vez que eu aluguei um carro conversível nos Estados Unidos, preciso compartilhar essa experiência. Tem que ter o cabelo da She-ra pra sobreviver. Ela mergulha, voa, luta e o cabelo fica impecável. Se não amarrar o cabelo eu vou ficar parecendo a Diana Ross nos anos 80. Eu amarrei o cabelo em todas as vezes que eu abri o teto, mas não basta fazer rabo de cavalo, tem que fazer um coque. Só fui me tocar pra isso depois de perceber meu cabelo ressecado e embolado mesmo tendo amarrado. Ok, fiz o coque. Aí vc imagina aqueles fios mais curtos, que se prendem entre os fios compridos.... Soltam todos! Fica tudo arrepiado! Parece que eu coloquei o dedo na tomada. Ahahahahaha... Fora que a mistura de sol com frio é perigosíssima. Você acha que a temperatura está um "solzinho gostoso". Mas o sol está lá te fritando apesar do tempo frio. Mesmo com protetor dei uma fritada. Tem que tomar cuidado com isso. Tem o fator porta mala também. A minha mala média não coube no porta mala. Teve que ir no banco de trás. Com dólar a quatro reais nem abala tanto. Mas na época áurea seria pelo menos uma mala grande por pessoa controlada. Se comprar um pouco mais só cabe uma pessoa por carro. E como você tem que carregar mala no banco de trás a cada parada na estrada é aconselhável fechar o teto. Enfim, tirando esses pequenos contratempos, é um barato como chama a atenção... Hehehehe...

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Chegando perto do Miami o GPS queria me mandar pela Turnpike. E eu queria ir pela US1. A Turnpike vai pros lados de Orlando, mas na altura do aeroporto de Miami eu quebraria pra Miami Beach. Disse quebraria porque depois de discutir com o GPS eu larguei ele pra lá e fui seguindo placa pela US1. Afinal, é Miami, qual a dificuldade? Seria tranquilo se não fosse um pequeno detalhe: pelo visto aqui não era feriado. Um trânsito dos infernos!!!!!! Desesperador.... Tudo que eu não preciso no fim do dia. Achei que até umas 18h chegava né? Perdi mais de 1h, quase 1h30 no trânsito. Nem sei quanto tempo levei porque parei pra comprar algo pra comer e passei no Wallgreens pra comprar um condicionador pra tentar salvar meu cabelo, haha.

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Resolvi dormir essa noite em Miami Beach, mas em North Beach. South Beach eu já conheço bem, qualquer coisa eu dou uma volta lá amanhã. Essa região é bem servida também. Queria ver a praia aqui, vamos ver amanhã. South Beach é show! Ali na altura do Eden Roc também gosto muito. Estava pensando em ir na Lyncoln Road, mas acho que vou desistir. Estou na 75th, a Lyncoln Road fica na 17th, eu acho. Preguiça master de voltar quase 50 quadras... E medo de pegar trânsito também. Amanhã eu decido. Essa noite fico aqui no Sorrentos Villas. Um hotelzinho bem simples, mas ok por uma noite. Aproveito pra recomendar um excelente remédio pra estresse por trânsito. Dose única e você já fica feliz de novo, hahaha.

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Ai gente, já estava esquecendo uma parada muito louca que aconteceu. Estava eu parada no trânsito, combustível entrando no último 1/8, tinha acabado meu plano de dados, ou seja, GPS não funcionava mais, parecia que o universo conspirava pra uma catástrofe. Eu sofrendo tentando descobrir em que altura da Collins eu ia e de repente o celular começa apitar com um som estridente uma mensagem onde se lia: "Alerta Ambar" e outras coisas mais. Gente, que #*%@& é essa? A louca aqui já pensou: "o que foi que eu fiz?". Depois a imaginação foi mais longe: ataque terrorista? Sério, nem vou rir porque assustei de verdade. Simplesmente ignorei, não sem antes tirar um print da tela. Depois de chegar no hotel, já estava comendo, o celular começou a apitar de novo, mesma mensagem. Que loucura era essa? Vamos ao google... Senta aí e aprende comigo. O alerta Amber foi criado depois que, em 1996, uma garotinha de 9 anos do Texas foi sequestrada e assassinada. Uma testemunha ainda conseguiu dar algumas informações do veículo, mas o caso nunca foi resolvido. E realmente na mensagem que eu recebi falava de Fort Lauderdale e dados de um veículo. A tragédia abalou o país e a partir daí foi criado esse sistema com o nome da menina Amber Hagerman. Apesar de ter aparecido Âmbar no meu celular, o nome é Alerta Amber. A partir de então seu nome se estendeu da seguinte forma: America's Missing: Broadcast Emergency Response. Pelo que eu entendi a intenção era usar esse alerta sempre que uma criança fosse sequestrada. Todos os telefones receberiam essa mensagem, a menos que você fosse no ajuste e alterasse isso. Não me pergunte como, nem tentei descobrir. Li em alguns sites que usam esse alerta pra outros fins como alerta pra alterações do clima como furacões e imagino que hoje em dia devem usar para caso de terrorismo. Decidi não desativar o alerta do celular. Apesar do susto acho que o motivo é nobre, né não? Descanse em paz Amber, esse mundo é muito ruim pra anjos como você!

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Publicado por Akemi Nomura 4:21 Arquivado em Estados Unidos Comentários (1)

Key West

semi-overcast 18 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Key West no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom diaaaa!!!! Dormi pouco mas dormi beeeem.... Nossa, um bom banho já dá uma revigorada né? Não dormi quanto eu precisava, mas já tô de boa. Falei ontem que o fato de não ter lâmpada no teto me incomodava, mas, essas camas de hotel americano enooooormes e cheia de travesseiros, ah, isso eu amo!!!!! Dá vontade de ficar mais tempo de bobeira, mas tenho uma estrada pra pegar com meu carro misterioso, haha. Vamos tomar café?

Gente, preciso confessar uma coisa. Eu subestimei o frio. Sabia que ia estar frio, mas não imaginava o poder do vento. Venta demais! Quase congelei pra chegar na recepção pro café da manhã. E tava bombando. Todo mundo evitando o frio até chegar a hora limite pro fim do café, rs. Peguei o que deu e saí dali rapidinho. Ovos mexidos, dois mini muffins e um bagel. Agora, vou te falar, os americanos deveriam ser estudados. Não basta um vidro de Ketchup em cima de cada mesa, era um vidro de 1,25kg de Ketchup.... pro café da manhã....

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Ok, saí do hotel e peguei a US1. Em um certo momento aparecem placas que indicam a Florida Scenic Drive. Aí eu sabia que no final dela estava Key West. A partir daí você está nas Keys. A primeira, Key Largo. Entrando em Key Largo cerca de duas milhas depois você chega no Visitors Center. Interessante dar uma paradinha ali, principalmente se você não tiver planejado nada como eu. Li no Tripadvisor uns brasileiros reclamando que os atendentes ali só falam inglês. Que absurdo né? Em pleno Estados Unidos um americano falando apenas sua língua pátria. Como ele não é bilíngue? Certeza que se ele falasse inglês e grego o turista brasileiro iria ficar satisfeito. Ah gente, fala sério. Se bobear quem reclama nem espanhol fala, ia usar de estepe pra emendar um portunhol terrível. Ou então achava que o mundo é que nem novela da Glória Perez em que todo mundo fala português, hahaha. Aliás, coisa mais comum são pessoas bilíngues em lugares turísticos no Brasil, né? Enfim, não resisti em comentar.... Voltando ao Visitors Center, fui muito bem recebida, os atendentes são super cordiais. A mulher me deu um mapa e explicou geral sobre as Keys e deu dicas pontuais para Key West. Dali, de acordo com ela, eram 2h30 sem paradas e passaria por 42 pontes, haha. Então vamos?

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Tinham me dito que dava pra pisar fundo na estrada até Key West. Dava mais ou menos, né, rolou muito carro nos dois lados da pista. E boa parte é pista única em cada sentido. Nos poucos momentos que separava em duas pistas deu pra pisar um pouquinho. E vou te falar, esse carrinho anda viu? Se eu não fosse tão medrosa... O caminho até Key West é muito bonito. Uma pena o tempo não estar colaborando. Fiz uma parada e quase congelei. Ventava tanto que o seagull jogou por terra a história de que só beija-flor conseguia parar no ar. O bichinho batia asa mas não saía do lugar. Dá pra perceber como a água é um verde clarinho?

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Decidi ir direto pra Key West aproveitar o solzinho que estava saindo e deixar pra volta pelo menos duas paradas. Saca como o tempo foi melhorando...

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A ponte mais longa se chama Seven Mile Beach. É, é longa. E tem um visual massa também.

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Cheguei em Key West já preocupada com o frio. Sério, dois anos atrás vim pra Flórida em fevereiro e estava o maior calor. A saída pro vento frio era a óbvia e mais simples: parar numa Ross. Antes eu tive a doce ilusão de almoçar no Hard Rock, mas estava bem difícil parar por ali. Aí desisti e fui pra Ross. Quando eu entrei na Ross ficou bem claro porque a Flórida é diferente do resto do país. Em pleno inverno quase não tem roupa de frio. Tinha umas blusas meio fininhas mas que parecia esquentar um pouquinho. Agora gente... Fui andar um pouquinho ali e achei dois vestidos da Calvin Klein que custam em torno de US$150, mas ali estavam por US$21. Comprei os dois, haha. Se abrirem minha mala no Brasil vai ser engraçado. Vai ter roupa de verão e de inverno, haha. Vai rolar um bug. Essas compras me fizeram lembrar um artigo que li uns tempos atrás cujo título era: "Não comprei na Zara, gastei na viagem". Nem precisa explicar, né?

Bom, desisti de almoçar. Meu tempo é muito curto pra perder almoçando, rs. Fui direto pro hotel fazer check in, deixar as coisas e ir passear. Aqui eu escolhi o Best Western Key Ambassador. Vou te contar uma coisa, Key West é mega cara. Eu usei uma diária do Hoteis.com como desconto e mesmo assim saiu caro. Como já paguei então não vou me prender a esses detalhes, rsrs. Já comentei que não entendo os quartos não terem uma luz no teto, né? Outra coisa que também não entendo é o interruptor do banheiro ser do lado de fora do banheiro. Já uma coisa que eu gosto são essas tomadas no abajur, haha. O quarto é bem confortável, grande, etc. não tem diferença do hotel de Florida City, além de custar 3 vezes o preço. :-(

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Deixei as coisas, coloquei a blusa que comprei na Ross e fui... Saí aqui do hotel e fui no sentido das praias. Se é que se pode chamar de praia. Gente, Key West quase não tem praia de verdade! Você vai pesquisar sobre Key West e vai ler sobre South Beach, Higgs Beach, sei lá o que beach.... Tudo fake... Trouxeram areia de Miami pra jogar por aqui. Sério, a mulher do Visitors Center me disse. Já tinha lido no Tripadvisor e o William também tinha comentado. Fizeram uns aterros e chamaram de praia. Falei "quase não tem" porque li no Tripadvisor sobre duas praias que vou tentar fazer o tira teima amanhã. Por enquanto, vamos começar por Higgs Beach.

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Nessa região fica um monumento referente à Aids (sim, não entendi), um cemitério africano e o Key West Garden Club.

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Logo ali do lado fica a região Southernmost. Tudo ali é o mais ao sul dos Estados Unidos. Tem a praia do sul, a casa mais ao sul... E crianças que devem ser da Sibéria brincando na água. Não é possível...

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O charme aqui fica por conta do Southernmost Point. Trata-se do ponto do território americano mais ao sul do país. Fica a apenas 90 milhas de Cuba. Mas tinha uma fila quilométrica pra tirar foto.... Ah, tô afim não. Pra isso que existe o selfie. Estica o braço entre uma foto e outra e pronto! Eis me aqui no ponto mais ao sul dos Estados Unidos.

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Passei na frente da casa do Ernest Hemingway. Meu, nessa horas eu me dou conta como não sou culta. Já ouvi falar, é um escritor né? Não faço ideia do que ele escreveu, haha. Nem parei ali porque não tava dando. Pensei em parar mais perto da Mallory Square. Parei o carro perto do Hard Rock do lado oposto que eu tentei mais cedo e fui na direção da praça com a ideia de voltar pra jantar no Hard Rock. Fui primeiro na Truman Little White House, ou, a pequena Casa Branca. É uma residência que já foi usada por vários ex-presidentes americanos pelos mais diversos motivos, desde recuperar a saúde até assinar acordos. O último teria sido Bill Clinton.

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Continuei andando ali e me senti num cenário dos estúdios e Hollywood. É tudo tão perfeitinho, tão bonitinho, meio vintage que nem parece de verdade. Tinha o museu marítimo, o museu de arte e história, um prédio antigo da guarda costeira transformado em mercado que chama Clinton Square Market, mais lojinhas de tudo um pouco. Tinha de cookies enormes, lojas de souvenir às pencas e, como faltava um bocado pro pôr do sol, parei pra comer a famosa Key Lime Pie. É parecida com a nossa torta de limão. É gostosa mas acho que é a versão turista, porque a do hotel de Miami em 2011 era beeeem melhor. Mas ok, fiquei ali um pouquinho pra ver se me mantinha aquecida porque sabia que ia passar frio na Mallory Square. Umas 17h fui andando na direção da praça, sofrendo com o vento. Se não tivesse ventando eu ia estar de boa. Mas o vento foi uma trollada fenomenal do tempo comigo. Realmente não vim preparada pra isso. Essa região é bem agradável de passear, sem o vento, claro.... Rsrsrs....

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A Mallory Square é onde as pessoas se unem pra celebrar o pôr do sol. Isso mesmo, celebrar. Existem vários artistas de rua por ali, uma ambiente bem bacana e a medida que o dia vai acabando vai enchendo de gente pra esperar o pôr do sol. É meio um ritual diário na cidade e eu confesso que eu me amarro. Fiquei numa parte na frente dos hotéis porque a vista era melhor. Sentei num canto pra fugir do vento. Foi chegando perto, reparei várias nuvens. Putz, achei que eu não ia ver por...caria nenhuma, que nem o pôr do sol de Santorini. Fui pra grade que estava vazia ainda pra garantir umas fotinhas. Claro que a inteligente aqui esqueceu a máquina no carro. Fotos de pôr do sol com a máquina saem mais nítidas que com o celular. Mas, tudo bem, vai com celular mesmo. E por ali fiquei, quase congelando. Nem reparei quando as pessoas se aproximaram e eu estava cercada, haha. Quase desisti perto do fim achando que não ia dar nada. Até que deu! Ficou meio embaçado mas foi um fim de dia bem bonito. Mas não tem câmera que tenha a resolução dos nossos olhos, não tem foto que expresse a realidade tão bem. No final, uma salva de palmas! Mais um show da natureza terminado...

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Saí dali tentando ir aonde? Hard Rock! Adivinha? Hoje era o dia do Super Bowl!!!!! Ahahahahahaha.... Os bares e restaurantes da Duval Street estavam lotados. E ninguém ia arredar dali tão cedo. E no Hard Rock só tinha lugar do lado de fora. Do lado de fora? Dá não! Estava em processo de congelamento com aquele frio... Se eu não fosse dirigir ia beber algo pra esquentar. Já tava tão cansada, dormi pouco na noite anterior, não comi quase nada durante o dia. Deu! Deu por hoje! Preciso de um banho e de colchas quentes. Garanti a janta no Subway mesmo e partiu hotel. Dormir cedo pra descansar, afinal, eu estou de férias....

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O que eu estou achando de Key West até agora? Interessante! As casinhas são fofas, é um lugar organizado e preserva bem sua história. Alô homofóbicos de plantão, se a felicidade alheia incomoda Key West não é o seu lugar. Aqui, como Mykonos, é point gay. De uma forma geral confesso que achei muito caro para o que oferecem. Talvez se o tempo estivesse menos windy eu estaria fazendo outra descrição menos clichê. Mas a cidade tem seu toque vintage, meio South Beach. Por enquanto? Bacana!

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Publicado por Akemi Nomura 2:58 Arquivado em Estados Unidos Comentários (1)

Flórida

É carnaval!!!!

rain 19 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Key West no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Oi gente.... Voltei! Não consigo ficar muito tempo longe desse blog, ou seja, de viajar. Tá virando patológico isso, haha. Ainda bem que conheço várias outras pessoas com o mesmo vício... Não estou só! Enfim, deixa eu começar pelo começo.

No dia 02/11/2015 eu recebi uma mensagem por um app no iPhone de que tinha passagem da Copa na promoção na classe executiva pra Miami. Bom, como a Copa permite reserva por até 48h pelo site, deixei reservado enquanto decidia. Bom, o prazo expirava dia 04/11 às 16h. Fui almoçar com o Cláudio e o João e comentei com eles sobre isso. O horário marcado se aproximava. Por curiosidade fui pesquisar pela mesma Copa o preço que estava naquele dia. Adivinha? Estava 6 vezes mais caro. Era um sinal. Somado a isso tinha o mais importante. Gente, dia 04/11, meu aniversário! Cara, eu mereço!!! Entrei na reserva feita dois dias antes e 1/6 do preço e fechei faltando 30 minutos pra reserva cair. E cá estou eu, aeroporto de Guarulhos, sala vip da Gol, esperando a hora de curtir meu presente de aniversário...

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Já usei a sala Vip da Gol aqui em Guarulhos com o cartão da Diners quando fui pro Canadá ano passado. É uma sala bem simples, mas melhor que esperar no saguão. A cara da riqueza é entrar na sala vip e seus apetrechos eletrônicos já conectarem, haha. Acredito que com as reformas que Guarulhos está passando quem sabe a sala melhore. Aliás, Guarulhos merece palmas, está cada dia melhor. Tem uma ou outra sinalização confusa, mas os antigos terminais 1 e 2 estão tomando cara de aeroporto moderno. Quando deu meio dia mudou o cardápio mudou e chegaram os famigerados brigadeirinhos. Se não pode vence-los, fuja deles. Parti pro embarque. O voo da Copa na classe executiva é ok. Das poucas executivas que viajei não é a melhor. O banco não deita tanto, mas, na promoção... E é bom ser mimada um pouco, né não?

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Acho que o avião mudou, até o Panamá foram 6h10 de voo, antes eram quase 7h. Enfim, cheguei no Panamá. Como minha conexão era longa, lembrei de um detalhe: sala vip da Diners. Olhei no site e tinha, agora o problema era achar. Meu, não é fácil. Depois de perguntar dali, perguntar daqui, passar do ponto, quando eu vi eu estava procurando a sala vip da Copa, hahaha. Depois que eu fui me tocar, estava viajando na executiva, tinha direito ao acesso. E parecia mais fácil achar. E achei! Vida de gente chique não é fácil, viu? Hahahahaha... Brincadeirinha! Eu é que não tô acostumada a ser chique, ou melhor, nunca fui, hahaha. Agora, vou te falar... Sala lotada!!!!! Difícil achar lugar pra sentar. Depois, lendo na internet vi que estava na hora do pico, entre 17h e 19h. Quando eu consegui sentar era uma cadeira tão horrorosa que comecei a procurar desesperadamente na internet por mais pistas de onde era a sala da Diners. Mas um tempo depois uma moça de um conjunto de poltrona do lado saiu e eu corri pra lá. Muuuuuuuito melhor! Até desencanei de procurar a sala da Diners. Vai que era pior, hahaha... Depois das 18h deu uma tranquilizada, poltronas apareceram livres. E deu pra ficar de boa sem ter crise de ansiedade em lugar lotado, haha. Detalhe que na foto dos aviões eu usei uma coluna pra esconder um símbolo do São Paulo num avião da Copa, haha. E de bobeira na internet eu descobri que a sala que aceita o Diners é a Tocumen Royal Saloon. Onde ela fica? Não sei. Resolvi ficar por aqui mesmo, saiu bastante gente e tá tranquilo.

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Quer uma dica? Verifique um pouco antes do seu horário de saída o portão de embarque. Pra não ter que ir correndo como eu, haha. Enfim, quase três horas de voo cá estou eu nessa cidade que guardo no coração: Miami. A vantagem de madrugada é que estava tudo vazio.... Se não fosse uma imigração chatinha (pior pra menina de BH na minha frente) e minha mala não demorasse (falha da Copa, era pra ter prioridade), teria saído rapidinho. O MIA? Vazio! Na Alamo só tinha eu!

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O Alexandre tinha me dito que o ritual para Key West era alugar um Mustang. Eu já tinha reservado, mas sem criar expectativas porque eu sei como funciona a Alamo no aeroporto de Miami. Eu já cheguei a ficar quase duas horas na fila da Alamo, hoje foi rapidinho. Achei ótimo, sem estresse pra tentar chegar logo pra escolher o melhor carro. Quando eu cheguei na fila 11 eu não acreditei. Não tinha Mustang! Triste? Não! A olção era muito boa também. Que carro foi? Acompanha o blog, mais pra frente você vai ver. Só adianto uma coisa, eu odiei, hahahaha! Mas tem neguinho que ia ficar babando....

Peguei a Turnpike sentido sul até a US1 sentido sul. Logo no comecinho já era Florida City, onde parei pra descansar um pouquinho. A US1 parece que é a maior estrada de norte a sul da costa leste. E é mais antiga que a I95, mas acho que a I95 começa em Miami (não tenho certeza). Sentido sul ela termina em Key West. O hotel que eu fiquei chama Fairway Inn. Estill americano, com vários prédios, escritório separado, enfim, já estou acostumada. Só não acostumo com o fato de americano não colocar luz no teto do quarto, haha. Mas tô de boa! Vou descansar, já é tarde aqui, logo logo amanhece. Até!

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Publicado por Akemi Nomura 0:49 Arquivado em Estados Unidos Comentários (0)

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