Um blog do Travellerspoint

Abril 2016

Railay Beach & 7 islands

sunny 38 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Tailândia no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom diaaa!!!!! Hoje não tem pressa de levantar porque o passeio é só à tarde. Ficaram massa as fotos de ontem, né? Foi muito bom o passeio mesmo. Fui dar uma sondada de como faz pra chegar em Phra Nang. Lembra que eu expliquei ontem? Railay tem quatro praias: Railay East, Railay West, Phra Nang e Ton Sai Beach. Fomos tomar café e fomos conhecer Phra Nang. Pra quem está em Railay East é só ir sentido sul e no final virar à direita. O caminho é parte embaixo das cavernas da imensa pedra deste lado da península. As estalactites moldam a paisagem.

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Phra Nang é a deusa do amor. O amor em todos os sentidos. Essa praia é dedicada a ela. Num canto da praia tem duas grutas com um altar em cada uma. Lá dentro, vários objetos de oferta (eu acho) bem, digamos assim, sugestivos. Como esse post é um post de família, não vou postar foto do que tinha lá dentro. Mentira, vou sim, hahahahaha.

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Nessa parte da praia, o mar verde esmeralda transparente contrastava com a rocha avermelhada. Estava cedo ainda, não tinha quase ninguém na praia. Tinha sombra nessa região o que deixou o lugar bem agradável apesar do calor. Do lado direito uma enorme rocha no mar dava o charme pro local. Phra Nang é linda demais!!!!!

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Adoro essa foro do pé gente. Mas vocês não tem noção da falta de glamour que foi tirar essa foto, hahahahaha.

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Vários barcos chegaram e a praia ficou lotada. A gente boiando na água e aquele monte de gente pra lá e pra cá. Tivemos uns cinco minutos de paz. Cerca de 1h depois os barcos foram embora e ficou mais sossegado. Quando deu umas 11h30 resolvemos voltar pro hotel pra tomar uma ducha, almoçar e descansar pro passeio das 14h. No caminho de volta tinham vários macacos. Deviam estar todos dormindo na ida, hahaha. Mas lá tem vários avisos pra não alimentar os macacos. Inclusive tem multa de 500

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Almoçamos no hotel mesmo e às 14h estávamos no píer. Um calor, mas um calor.... Chegou nosso Long Tail. Começou mal já que não tinha lugar na sombra. O jeito foi colocar a canga nas costas pra diminuir o estrago. Escolhemos o passeio 7 ilhas. Basicamente era se jogar nesse marzão. Tinha ilha que era só aquela pedra enorme e mergulhávamos com snorkel. Outras tinham praia. Outras só passava, nem parava. O mar não estava tão translúcido pra ver peixinhos. Mas em uma ou duas paradas deu pra ver alguns Nemos. Muito lindinhos.... A parada mais top foi sem dúvida Tup Island. Ali a gente paga 200 bahts de taxa. O mar era perfeito, transparente. Compensou o desconforto do barco. A parada para o pôr do sol foi em Phra Nang, a mesma praia que fomos de manhã. Hoje o dia não colaborou com o pôr do sol como ontem. Algumas nuvens atrapalharam um pouco. Nós jantamos ali mesmo uma janta bem simples. Rolava um dedão alheio no peixe, enfim, desapega, hahaha. O pôr do sol de Phra Nang é bem cotado nos blogs da vida. Por fim, saímos de lá e fomos quase numa caverna. Era o mergulho com os plânctons. Quando a gente mexia na água os planctons brilhavam. O mar ficava cheio de luzinhas. Eu fiquei que nem uma doida mexendo no mar pra ver as luzinhas e não saiu nenhuma foto, hahahaha. Estava mega escuro, eu mal via quem estava do meu lado, medaaaaa.... Tirando as chinesas mal educadas (uma sapa chegou a jogar a bituca de cigarro no mar e eu fui lá pegar e colocar de volta no barco), o desconforto do barco e talvez uma ou duas paradas desnecessárias, acho que valeu a pena. Os caras do barco foram muito esforçados e solícitos, mergulhavam junto, procuravam o Nemo (adorei o trocadilho, haha). Acho que gostei mais do passeio de ontem. Hoje foi muito cansativo. Mas Tup Island e o mergulho noturno fez valer a pena.

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Procurando Nemo

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Tup Island

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Fim de tarde em Phra Nang

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Mergulho noturno

Chegamos no píer às 20h. O bom é que já era do lado do hotel. Fomos tomar banho e comprar a passagem pra Ko Phi Phi. Só existe um horário de ferry às 9h45 am. O ticket sai 400 bahts e temos que ir de Long Tail até o ferry. E lá vamos nós no barquinho com nossas malinhas de rodinha, hahaha. A gente planejou muiiiiito bem esse roteiro, né Rosana? Ahahahahahahaha. Tem lugar que dependendo do horário não dá pra chegar em outra ilha. Tipo, daqui pra Ko Phi Phi a gente descobriu aqui que só tinha um horário de ferry. Perdeu, só no outro dia. Cara, tá dando tudo muito certo. Acho que só faria diferente ter vindo de manhã de Chiang Mai. De resto... Nunca imaginei que viria pra Tailândia tão desencanada. Tá muito maneiro!!!!

Publicado por Akemi Nomura 19:00 Arquivado em Tailândia Comentários (0)

Railay Beach & Hong Islands

sunny 37 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Tailândia no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom dia pessoas! Ontem eu fiquei tão tensa com a chegada em Railay que nem falei muito daqui. De uns anos pra cá Railay vem sendo uma opção à muvucada Phuket. Railay Beach fica na província de Krabi. A chegada aqui é de barco apenas. Aí vicê me pergunta: mas Railay é uma ilha? Não! Railay Beach fica em uma península de Krabi. Mas não dá pra chegar de carro? Não, não dá. Li num blog que as montanhas que separam Railay Beach da província de Krabi tem formação calcária, o que impossibilita a passagem de veículos. Não fui atrás da veracidade dessa história, mas achei bem plausível. Enfim, pra chegar em Railay Beach só de barco. Chegar de Long Tail então é o canal! Ahahahaha. Tem gente que opta por ficar em Krabi Town, mas o top da balada é ficar aqui em Railay.

Tem uma região em Krabi conhecida como Ao Nang. É mais barato ficar hospedado lá, atrai muita gente alternativa e a praia não é tão bonita assim, dizem alguns blogs. Atrai muita gente também porque dá pra chegar de carro. Também acho que não é o canal. Ficar hospedado em Railay é muito barato para os brasileiros mesmo em tempos de dólar a R$4. Então abre a carteira e cria coragem pra entrar num Long Tail com mala, hahaha. Vem pra Railay!

Quando se imagina uma praia da Tailândia sempre vem à cabeça aquelas formações rochosas. É realmente marcante e o que mais vai se ver por aqui. Essa característica atrai muita gente adepta às escaladas. Railay se divide em quatro "praias": Railay West, Railay East, Pranang Beach e Ton Sai Bay Beach.

Railay East não é propriamente uma praia. Aqui existe um mangue na frente o que torna a paisagem, no mínimo, diferente. É uma região que tem vários resorts e onde ancoram barcos que vem de Krabi Town. Depois das 15h a maré começa a baixar e os barcos não chegam mais perto, tem que vir de trator mesmo, hahaha. Aqui nessa área os bares funcionam até tarde. É aqui que fica nosso resort.

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Nosso passeio estava marcado para às 9h em Railay West. Foi nosso primeiro contato com a imagem de uma praia tailandesa. O mar com seus barquinhos Long Tail e as enormes rochas no fundo. Existem muitos resorts desse lado estilo "pé na areia". De acordo com alguns blogs essa região não é muito movimentada depois das 20h, tirando um ou outro barzinho da Walk Street.

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Embarcamos com um pouquinho de atraso e uma coincidência colocou no mesmo banco sete brasileiros. E fomos pro passeio de "Hong Islands". Nesse passeio o barco faz quatro paradas, sendo 3 pra mergulho. A primeira parada foi numa ilha que eu não entendi o nome.... Hahahaha... A água não é tão clara mas o tom verde esmeralda e as rochas em volta dão o toque especial. Ah, a água é quentinha... :-)

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Segunda parada: Paradise Island. Essa é uma região para snorkel. A água é meio turva, o que não colabora muito pra ver peixinhos. Mas era engraçado ver eles se amontoando em cima da câmera. Só queria ficar de molho naquela água perfeita. Uma das melhores no quesito temperatura. Claro que formamos uma rodinha de brasileiros conversando até a tia chamar pra ir embora...

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Terceira parada: Hong Lagoon. Essa sem mergulho, só uma volta de barco mesmo. Essa lagoa fica no meio da ilha. Parece que são dois acessos no meio daqueles paredões rochosos. Nessa hora rola um fight por uma foto.

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Quarta parada e cereja do bolo: Hong Island propriamente dita. Na chegada tem que pagar uma taxa de 300 bahts. É uma taxa ambiental, manja? Aí você vai se equilibrando naquela plataforma maluca até terra firme. Já era hora do almoço e serviram pro nosso grupo arroz, uma coxa de frango, um negócio de legumes e um outro frango moído que estava apimentado até a alma. Teste pro estômago, hahahaha. Depois do almoço, meus caros, fui ter o que eu merecia: um mar maravilhoso e um bom bate papo com ótimas pessoas. Sério, pra que mais?

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O mar de Hong Island.

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Às 14h a gente começou o caminho de volta. Por volta de 15h chegamos em Railay West e fomos pro hotel, pra piscina. Estava relativamente fresco esse horário. A maré tinha subido e tinha dado um outro visual pra frente do hotel. Bora curtir um pouco a piscina.

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Depois de ficar de boa na piscina, fomos tomar banho pra ver o pôr do sol em Railey West. Começaram a aparecer uns macacos assassinos que deixavam frutas caírem das árvores (parecia manga) e fazia mó barulhão no chão. Na cabeça não deve ser legal... Fomos andando no meio dos resorts até o outro lado. Daí foi só escolher um restaurante, pedir uns aperitivos e esperar o espetáculo do pôr do sol começar. Ventava bastante e estava um fim de tarde bem agradável. Mais um dia produtivo na Tailândia!

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Na saída passamos pelo Walk Street olhando lojinhas e resolvemos fazer um caminho diferente. No meio do caminho tinham vários restaurantes bem rústicos no meio da floresta (sei lá se é uma floresta, mas parece). Aí Rosana resolveu parar pra fazer massagem e eu fui ver se a lojinha de prata estava aberta. Como não estava voltei pro hotel. Meu, mó tenso uma parte do caminho. No meio do nada, tudo escuro. Sorte que tinha visto duas pessoas saindo dali e mais duas iam no mesmo sentido que eu. Grudei nelas e fui. Ufa! Aproveitei e já vi o esquema do ferry pra Ko Phi Phi. Tudo resolvido, deixa eu voltar pro hotel porque esse dia de praia deu soninho....

Lição do dia: "Não colecione bens, colecione experiências".

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Publicado por Akemi Nomura 22:19 Arquivado em Tailândia Comentários (3)

Chiang Mai x Railay Beach

sunny 40 °C
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Alô você que continua acordando às 4h da manhã... Mas apagou pouco antes das 22h. Mas é bom pra terminar o post de cabeça descansada. Acabou que ontem fizemos mais coisas do que planejamos e poderíamos ter pegado o voo das 8h. Mas como já estava comprado para às 16h25, paciência. Foi bom também resolver o transfer de Krabi porque, pelo que deu a entender, em Railay só se chega de barco.

Pra não ficarmos longe do centro resolvemos bater perna na cidade antiga visitando alguns templos. Saímos por volta das 8h30 quando o sol tava fresquinho, tava uns 36 graus. E tinham vários templos, templinhos e templões no meio do caminho. Entramos em alguns, quer ver?

Wat Inthakhin Sadue Muang
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Wat Duang Dee
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Wat Panping
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Wat Lam Chang
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Wat Chiang Mai
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Tá bom pra vocês? Pra gente tá ótimo porque o sol está acabando com o resto de raciocínio que nos resta. A gente queria voltar pro hotel e tomar um banho antes do check out. Ainda demos uma enrolada pra aproveitar o ar condicionado o máximo possível. Almoçamos num restaurante chinês perto do hotel e pedimos um táxi pro aeroporto. Pra entrar no aeroporto de Chiang Mai tem que passar por raio x. Não lembro se fiz essa observação antes mas, em Bangkok, até pra entrar no metrô ou shopping tem que passar por raio x. Tempos difíceis vive a humanidade.

Faltava muito tempo pro voo ainda. Só nos restou encostar num canto e esperar.... Enquanto isso vou falar do hotel. Nós ficamos no 99 The Gallery Hotel. O hotel fica dentro da cidade antiga. A localização é boa, fica super perto da rua onde ocorre o Sunday Market e dos principais templos da cidade. Mesmo a Night Market não fica longe. O calor que torna o caminho meio difícil. O staff do hotel é super gentil. Tem café da manhã bem servido, com as peculiaridades de um café da manhã asiático. Por favor, não me venham reclamar que não serve queijo no café. Li isso num review do Tripadvisor e não consigo acreditar de como tem gente chata nesse mundo. Ainda bem que esse tipo de gente não viaja comigo, hahaha. O quarto era bom, cama um pouco dura pro meu gosto, mas ok. Apesar de ter um bom espaço, faltava lugar pra colocar a mala. Mas nada grave, chuta pra baixo da cama e segue a vida. Tem um piscina interna também. Enfim, gostei e recomendo.

Acho que o voo saiu no horário. Foram 2h de voo até Krabi. Na chegada o motorista do hotel estava nos esperando. Aí..... Espera que não dá pra falar agora.... Gezuis!!!!!! Caracas, não acredito nisso. Onde eu fui me meter?!?!?!? Socorro!!!!!! Não acredito nisso.... Ufa, chegamos!!!!! Meeeeuuuuuuu, o que foi isso? Ainda bem que pagamos o transfer, ia ser tenso fazer isso tudo na raça. Vou contar pra vocês, senta aí...

O voo chegou no aeroporto de Krabi Town. Pegamos as malas, tudo certo. Lá fora o motorista nos aguardava com uma plaquinha. O cara dirigia loucamente gente, vocês não acreditam. Corta daqui, corta dali, deu uma freada brusca.... Sinal vermelho e o cara acelerando... Sério, fechei o olho! Acabamos de chegar completamente zen de Chiang Mai pra essa loucura... Mas foi só a primeira etapa. Descemos num lugar meio esquisito e embarcamos num carrinho de golfe. Nós, nossas malas e o segundo motorista. Essa foi a parte light. Nos dirigimos por um píer e nos demos conta da próxima etapa. Sabe aqueles barquinhos tradicionais da Tailândia? Vira e mexe aparece nas imagens das praias? Pois é, chama long tail e é num deles que a gente vai. E a gente olhava pra frente e via aquele marzão numa escuridão só. Lá vão os caras com nossas malas de rodinha, hahahaha. E no mesmo barco ia um casal com suas mochilas contrastando com nossas bolsas, hahahaha. E vamos por essa escuridão de mar. Uma pena não termos vindo de dia, a vista deve ser linda. De noite não víamos nada praticamente. Após dar uma volta começamos as ver as luzinhas de Railay Beach (pronuncia Railé). Bom, agora o barco vai parar no píer do hotel, certo? Errado! Quando a gente olha pra frente tinha um trator empurrando uma plataforma pequena até que nos demos conta de que era pra gente. A maré estava baixa e os barcos não chegavam até o hotel. Gente, e lá vamos nós pra plataforma pra sermos puxados por um trator que estava parcialmente dentro da água. Perceberam como é simples chegar em Railay? Contaram quantos meios de transporte foram? E alguém ainda acha que minha vida é fácil? Só tem glamour? Fácil falar de mim, difícil é ser eu, hahahahahaha. Brincadeirinha!!!!

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Chegamos no Sunrise Tropical Resort. Ao contrário do que a galera reclama no Tripadvisor (dizem que o pessoal do hotel não fala inglês), o staff fala inglês como todo tailandês que fala inglês. É difícil de entender, mas falam. E são gentis também, diferente do povo chato que só reclama no Tripadvisor. Saímos pelas beiras pra bater perna. Tem mais resorts desse lado e tem também uma área meio alternativa pros "bicho grilo". No caminho fechamos os passeios que vamos fazer em Krabi e voltamos pro hotel pra jantar. Sempre lembrando que essa parte sul da Tailândia foi arrasada no Tsunami de 2004, o que era de se imaginar encontrar placas indicativas de "em caso de terremoto fuja para as montanhas".

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Publicado por Akemi Nomura 16:33 Arquivado em Tailândia Comentários (1)

Chiang Mai

sunny 40 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Tailândia no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom dia!!!!! Só pra vocês se localizarem, achei esse mapinha na internet pra mostrar onde fica Chiang Mai. Fica bem no norte a cerca de 800km de Bangkok. Chiang Mai tem muito passeio de aventura também pra quem gosta e tem mais dias aqui.

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Outra coisa, eu estava bem curiosa sobre o porque da posição deitada ou reclinada do Buda. Tem tanta, mas tanta, escultura do Buda deitado, deveria ter um motivo. Achei algumas páginas na internet com as seguintes explicações, inclusive para outras posturas do Buda (clique em cima pra direcionar para página): "É uma referência aos últimos momentos da vida do Buda"; "... geralmente representa a passagem final para o nirvana, que é o estado de vazio desejado por algumas seitas Budistas"; "É uma referência aos últimos momentos de vida de Buda."...

Nosso hotel aqui em Chiang Mai fica na cidade velha. Próxima da antiga Birmânia (hoje Myanmar), a cidade era sempre ameaçada de invasão pelos birmaneses e pelos mongóis. Pra evitar isso o rei decidiu erguer uma muralha em volta da cidade. Não deu muito certo porque os birmaneses chegaram a conquistar a cidade. Parte da muralha ainda existe. Dentro da muralha uma cidade com cara de interior. Essa foto é de ontem.

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No pouco tempo que a gente está aqui já deu pra perceber que Chiang Mai é a capital espiritual da Tailândia e também pode-se dizer que é a capital cultural. E hoje tiramos o dia pra ver mais símbolos desse país. Optamos por um táxi privado pra podermos escolher o roteiro e fazermos no nosso tempo. Por 800 bahts faríamos 3 paradas. O carro privado dá a liberdade da gente fazer o que quer, no nosso tempo e com o conforto que a gente merece. Às 9h da manhã o motorista chegou.

Primeira parada: Maesa Elephant Camp. Tem muitos parques na Tailândia em que os animais sofrem maus tratos. Fazem os truques para não serem punidos. E recebem filhotes traficados também. Na região de Chiang Mai existem alguns que tem um tratamento diferenciado com o animal. Maesa tem uma boa reputação no tratamento dos animais e a alta taxa de fertilidade indica que os elefantes são mentalmente e socialmente saudáveis, segundo o site Lonely Planet.

O parque fica a uns 18km do hotel, numa região que tem muito entretenimento para turista. A entrada é salgada, custa 500 bahts. Mas quem tá na chuva é pra se molhar. Isso sem a opção de "passeio" no lombo do bicho. Essa eu não ia fazer mesmo (ainda mais depois que me falaram que um elefante tinha morrido no Camboja depois de carregar turistas num calor de 40 °C). Chegamos na hora que os elefantes se preparavam pra tomar banho de rio. Como não foram todos teve um ali que ficou "dando" abraços de tromba pra quem quisesse chegar (às custas de uma gorjetinha pro treinador, claro). Cada elefante ali tem nome e tem seu treinador. Dali foi divertido ver os bichinhos tomando banho no rio, se jogando na água e jogando água na gente... E os treinadores não perdiam a oportunidade de ganhar uma gorjetinha. Bananas eram vendidas lá dentro pra alimentar os animais.

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Dali, fomos no show dos elefantes. Tem aqueles velhos truques de circo, blablabla. Confesso que aquele troço na mão do treinador me incomodava um pouco. Em que pese não houvesse correntes nos animais, a ideia daquela mini foice machucando o bichinho... Aiai. Eu não vi eles usarem, mas.... Enfim, eles fizeram o showzinho, jogaram bola, mas a parte que eu gostei mesmo foram eles pintando. Gente, saiu cada quadro lindo que se eu não tivesse visto não acreditaria que foi um elefante. No fim, os treinadores correm com os elefantes pra tentar ganhar mais uma tipzinha com alguma foto ou truque. Só não quis ganhar beijo de elefante, haha, mas foi uma experiência diferente.

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Ainda vimos um bebezinho elefante nascido em outubro do ano passado. A parte triste foi ver a mãe acorrentada e inquieta... :-(. Isso eu não gostei, confesso. Faço um mea culpa aqui, afinal, esses elefantes deveriam estar na natureza. Era um sentimento contraditório de querer ver e tocar e ao mesmo tempo concordar que até isso é uma exploração do animal. Ao menos Maesa Camp é um zoológico onde eles são aparentemente bem tratados. Existem uns lugares pra quando você tem mais tempo em Chiang Mai de fazer um tour de dia inteiro com elefantes. Dá banho, alimenta, entra no rio com eles. Enfim, tudo muito solto, mais próximo da vida selvagem. Interessante, mas tem que ter tempo (e um pouco de coragem também).

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Saímos dali pra uma experiência diferente (coisa comum na Tailândia, por sinal). Fomos até Baan Tong Luang. É uma vila de tribos eco-agriculturais da montanha. Achei estranho pagar ingresso, a entrada custa 500 bahts. Caro, né? Achava que fosse uma vila simples para dar apenas uma caminhada mas, quando vi que tinha ingresso, caí na real que era algo mais turístico mesmo. Logo que entramos o nosso motorista se materializou lá dentro e serviu de guia. A vila é pequena e dividida em alguns povos. Não vou saber o nome de todos mas, em comum, todos vendiam artesanato ali, usavam suas roupas típicas e as vilas eram realmente muito pobres. Comprei alguns artesanatos, vi que elas faziam os lenços ali na hora. Os lenços feitos à mão eram vendidos por 200 bahts, ou seja, pouco mais de R$20. Achei muito barato, ainda mais sendo fonte de sustento delas. Ju, amiga, comprei uma pulseirinha de elefante pra você.

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É estranho falar isso mas a última "atração" da vila era o povo Karen. É uma coisa meio estranha porque parece um zoológico humano, entende? Enfim, perguntei pro motorista porque elas usavam aquele negócio no pescoço. Ele respondeu que era porque achavam bonito. Paramos num lugar onde uma mulher usava o "colar" e fiquei chocada com o peso daquilo. Quase cinco quilos! Perguntei pra ela desde quando ela usava o colar. Ela disse que desde os cinco anos. Ela tem hoje 56 anos. Parece que é tradição começar a usar com cinco anos. Já que entrei no zoológico, deixa eu fazer parte dele. Andamos ali mais um pouco e confesso que me dava um pouco de constrangimento de tirar fotos das mulheres girafa, sentimento esse que contrastava com a vontade de ver esse costume de perto.

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Calor infernal, vamos pra próxima missão. Na saída nos deparamos com um homem montado num elefante. Sabe aquelas cenas de interior quando você se depara num homem montado num cavalo? Pois é, foi algo assim.

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A última parada desse round é o Tiger Kingdom. Esses três lugares ficam numa estrada cheia de coisa pra fazer. Tem de tudo um pouco. Fazenda de cobras, show de crocodilos, de macacos, fazenda de orquídeas, esportes radicais, vixi, um monte de coisa. É só escolher e falar pro motorista. Mas pra gente esses 3 já estava de bom tamanho.

Tinha lido em um blog uma brasileira falando que no Tiger Kingdom os animais não ficam dopados. Eles são treinados mediante recompensa (e não punição). Confesso que isso não me animou muito não. Esse gato é muito grande. Lá os preços são categorizados de pequeno, médio e grande. Nossa coragem nos permitiu ir no mais caro, o newborn. Isso mesmo, o recém nascido, hahahahaha. Gente, quando eu vi os meninos que trabalham lá dando mamadeira bateu um Felícia feelings. Que vontade de apertar aquele gatinho. Pelo macio, muito fofo. O rapaz disse que era uma fêmea de dois meses. Quando eu tirei foto ela estava acordada, já quando a Rosana tirou ela estava dormindo. Depois fomos tirar juntas e teve um momento que ela acordou e levantou a cabeça. Meu, as duas marmanjas deram um pulo de susto, hahahahaha. Ah, o preço saiu por 1000 bahts com direito a uma foto no porta retrato. Cada foto extra era 50 bahts. Sabe o que é isso? R$5,5. Alô você que paga US$29 ou mais por cada foto com golfinho, tipo eu... :-(. Mas a gatinha foi fofa demais....

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Apesar de que também bateu uma pergunta: cadê a mãe dessa criança? Mais uma vez sentimentos contraditórios. Concordo que esse animal deveria estar com a mãe na natureza mas admito uma imensa vontade de ver de perto. Mas também, como no caso dos elefantes, é um zoológico onde eles são bem tratados. Também não dá pra ser tão eco-xiita. Almoçamos ali no parque mesmo. O buffet saía por 250 bahts. Tentamos chamar o motorista pra almoçar com a gente, mas ele dava uma de mestre dos magos e sumia. Depois de chamar duas vezes desistimos. A comida até que estava gostosa. Por enquanto nenhum problema em relação à famosa comida tailandesa. Pegamos estrada de volta pro hotel. No caminho o motorista pediu licença pra buscar uma pessoa no caminho que iria pro mesmo hotel. Era um californiano que conversou um bom tempo com a gente. Confesso que fiquei feliz em ouvir um idioma que eu conseguia entender...

Chegamos no hotel, passamos pelo processo de resfriamento, haha. Estava cedo ainda. Resolvemos ver o que dava pra fazer ainda hoje. Eram 15h e a gente resolveu ver uns templos perto do hotel. Esse horário era o pior. O sol estava na força máxima. Aqui na cidade antiga tem vários templos e a localização do hotel ajudou muito nisso, até porque andar essa hora era algo muito próximo do insuportável. Logo na esquina perto do hotel tinha um templinho: Wat Phabong.

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Um pouco mais a frente ficava o Wat Phra Singh Woramahawihan. Esse templo é muito citado nas dicas do que fazer em Chiang Mai. É um pouco maior que o anterior, tem colunas brancas discretas e um altar bem bonito. A entrada custa 20 bahts pra estrangeiro. Na última foto eu demorei a entender que se tratava de um monge. É o principal templo da cidade antiga.

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No caminho até o próximo templo fizemos uma parada pra refrescar. Gente, olha como tá ficando fácil o tailandes:

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Terceiro templo e aparentemente o mais imponente da cidade antiga: Wat Chedi Luang Worawihan. Acho que é o templo mais bonito do dia. Desde o teto, lustres, colunas até o altar. Tudo muito lindo. Ao lado tinha um templo menor em que mulheres não eram permitidas. Em torno do templo tinham várias imagens e atrás ruínas de um templo antigo. No complexo funciona também uma universidade budista. Na porta as mesmas regrinhas de comportamento. Neste templo existe um programa chamado "Monk chat". É uma conversa informal com os monges. Eles aprendem um pouco de inglês e você aprende um pouco de budismo. Pode ser algo interessante mas, pelo que eu li em alguns blogs, eles são de conversar pouco, principalmente com mulheres.

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Tínhamos parado num estande de massagem tailandesa mas estava cheio. Pediram pra gente voltar em 1h. Eram 17h e estava muito quente. Sugeri voltarmos pro hotel que era perto. Às 18h voltamos lá e as massagistas estavam ocupadas. Mas como tinham dois lugares vazios pediram lra gente esperar deitadas ali. Enquanto esperava conectei num wifi público e fiquei na internet. Bola pra frente porque chegou a hora da massagem. E aperta dali, aperta daqui.... Com o perdão da palavra, mas "saporra" dói pra kct. A hora que ela apertou minha panturrilha eu achei que minha vida iria acabar naquele momento, hahaha. Dramática como sempre.... Hahahaha. Saímos de lá completamente zen. Era só comer alguma coisinha e ir dormir. Ainda encontramos com nosso amigo californiano no meio do caminho. Depois achamos um restaurantezinho perto do hotel (com wifi) e missão cumprida. Dia extremamente produtivo, principalmente pelo pouco tempo que a gente vai ter em Chiang Mai. Os grandes símbolos da Tailândia estão aqui, a vibe aqui é muito boa e a energia positiva é muito forte. Nós vamos embora amanhã à tarde revigoradas, com certeza!

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Publicado por Akemi Nomura 15:07 Arquivado em Tailândia Comentários (1)

Bangkok x Chiang Mai

sunny 40 °C
Visualizar 2015 Califórnia & 2016 Tailândia no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom dia gente! Essa noite foi bem dormida... Acordei algumas vezes mas voltei a dormir logo. Por volta das 6h da manhã já estávamos arrumando as malas. Descemos cedo pro último café da manhã. Dessa vez vai ser com bastante proteína porque só Deus sabe quando vai ser a próxima refeição. Depois subimos e ficamos estudando um pouco sobre Chiang Mai já que somos tudo, menos overplanning. A gente vai decidindo a medida que as coisas vão acontecendo...

Aliás, é uma boa hora pra avaliar o hotel. Ficamos no City Point Hotel, na região de Asoke. Perto do metrô e do shopping Terminal 21. O hotel é muito bom e muito barato. O quarto tem bom espaço, cama confortável e o café da manhã é bom. As moças da entrada são bem atenciosas. Os táxis que chamamos do hotel foram sempre corretos, com taxímetro ligado e cobravam o valor correto do pedágio.

O táxi até o aeroporto deu 205 bahts, mais 120 bahts de pedágio. O voo para Chiang Mai sai do Terminal 2. No caso da Air Asia, empresa que vamos viajar, fileiras 9 e 10. Compramos a passagem com antecedência. A bagagem despachada é comprada à parte e depende do quanto vc quer pagar, é por peso. Um detalhe: powerbanks devem seguir na bagagem de mão, nunca despachados. Depois do check in você espera num canto pra ver se sua bagagem vai passar sem problemas, se passar vai pro embarque. Se não passar eles chamam pra resolver, mas aí eu não sei como faz porque as nossas passaram. Depois disso é "só" achar seu portão de embarque. Mas depois de 3 dias a gente já está começando a entender o tailandês, hahahahaha.

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Chiang Mai é a segunda maior cidade da Tailândia. Fica ao norte a uma hora de voo de Bangkok. É a capital espiritual e do artesanato do país (fica na rota da seda). A cidade tem cerca de 200.000 habitantes, já a região metropolitana tem 1,6 milhões (Bangkok tem 8 milhões). Mas a vibe do lugar é bem diferente. Bangkok é uma vibe mais pesada, entende? Chiang Mai é mais leve. E parece que carrega mais nas tradições. Aqui o cumprimento tradicional tailandês é mais usado que na capital. O que esperamos de Chiang Mai? Templos, elefantes, tigres e girafas. Girafas? Isso, girafas. Amanhã a gente fala mais sobre elas.

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Comemos no aeroporto mesmo algo não muito louvável pro esquema low sugar low carb. Mas nem sempre a gente pode escolher, paciência. Dali pegamos um táxi pro centro antigo. Carro pequeno custa 160 bahts. Chegamos no hotel, deixamos as coisas e já fomos ver o dia de hoje e amanhã. Já eram quase 15h, dava tempo de fazer algo legal hoje. Chiang Mai não é a capital espiritual da Tailândia? Então vamos começar no templo top da balada. Fica no topo da montanha e é diferente um pouco dos de Bangkok, parece. Arranjamos um carro pra nos levar lá e buscar. Nem precisa saber o nome, é só falar "templo da montanha" que todo mundo sabe onde é. 10 entre 10 blogs que falam de Chiang Mai indicam esse templo, vamos ver se o meu blog vai ser o 11º.

Wat Phra That Doi Suthep é o templo mais famoso de Chiang Mai. Ir da cidade antiga até lá é fácil, mas nem sempre barato. Mas é o que tem pra hoje, então vamos? Diz a lenda que um monge achou um osso do próprio Buda e o levou para região que hoje é a cidade de Chiang Mai. Quando chegou na região, o osso se partiu em dois. O rei decidiu colocar um dos pedaços no lombo de um elefante que foi subindo a montanha. Chegando no topo o elefante morreu. Foi entendido que isso era uma profecia e ali foi construído o templo. Na chegada tem uma escada suave, 309 degraus sob um sol de 39 graus de clima úmido. Tá tranquilo, tá favorável.... Mas...... Pela bagatela de 20 bahts você pode evitar tamanho sofrimento e subir pelo cable car. A entrada para o templo custa 30 bahts. O templo não é tão grande mas é bom reservar pelo menos uma hora lá dentro pra ver com calma. Lembrando das regras de bons costumes, roupas adequadas e para entrar na área de meditação tem que tirar o sapato. Tem uma parte aberta e sob o sol do norte da Tailândia tava tenso ficar com o pé descalço ali. Rosana ainda estava de meia, mas eu... Quando eu digo que vida de viajante não é fácil ninguém acredita, haha.

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Gente, agora sem firulas, o templo é muito lindo! A vibe do lugar é muito boa. Enfim, foi uma subida cara até ali mas que valeu muito ter vindo aqui. Um espetáculo de cores. E graças à gopro que o irmão me emprestou consegui tirar algumas fotos inteiras, não pela metade, haha.... Vir a Chiang Mai e não conhecer Wat Phra That Doi Suthep, é não vir a Chiang Mai. Mais fotos pra vocês.

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Voltamos pro hotel pra dar um "esfriada". Mas sem dar muita chance pro azar. Depois de um bom banho pra recompor, fomos até a região da feira noturna. Fica a pouco mais de 2km daqui e a proposta era ir andando mesmo. Tem uma feira de domingo que parece que é muito boa mas nós não teremos essa oportunidade. Andar 2km não é problema, problema é quando faz 38 °C. Foi meio sofrido, mas nós chegamos. Fica fora da cidade antiga. Tem muitas barraquinhas na rua e alguns "pavilhões" com lojinhas variadas. De temperos à roupas, de produtos piratas a arte no sabonete. O ambiente era muuuuuuito mais agradável que a feira de Chatuchak, sem dúvida.

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O caminho tem trechos bem movimentados, trechos desertos, trechos não muito, digamos, familiares. Tem uns cantinhos com música ao vivo, tem templos, tem restaurantes. Tem luzes, tem cores, tem gente, tem vida.

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Publicado por Akemi Nomura 14:51 Arquivado em Tailândia Comentários (0)

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