Um blog do Travellerspoint

Setembro 2013

Aruba 4

La isla bonita

sunny 31 °C
Visualizar 2013 Caribe no mapa de viagens de Akemi Nomura.

"...
I fell in love with Aruba
Warm wind carried on the sea, he called to me
Te dijo te amo
I prayed that the days would last
They went so fast

Tropical the island breeze
All of nature wild and free
This is where I long to be
La isla bonita
..."

É, voou... O ritmo caribenho de La isla bonita é perfeito. Sim, eu me apaixonei por Aruba. E vou voltar. O problema é a agenda lotada, 2014 não dá mais, só 2015. Aí lascou.. Tô sofrendo só de pensar na demora... Mas, bora lá, ainda tenho tempo de mais um mergulho nessa parte do Caribe que eu gosto tanto...

Mas queria começar hoje lembrando que é aniversário da minha irmã. Irmã, parabéns!!! Lembrei de você em todos os cantos dessa ilha. Tudo aqui combina com você. Que você possa desfrutar de Aruba em breve, e te desejo muita saúde, porque dinheiro eu sei que você tem, ahahahaha. Beijos!

Hoje acordei às 6h. Explico, é meu último dia, ou melhor, minhas últimas horas. O céu estava meio noite ainda, resolvi sair mais tarde um pouco. Tinha que aproveitar o mar, e não ia ser outro senão Eagle Beach, claro. Está na hora de voltar. E volto feliz! Feliz por eu ter descoberto esse refúgio na Terra. Caminhei os 30 minutos até Eagle Beach, pra ficar lá boiando quase 1h. Eagle Beach estava divina hoje, com um degradê de azul que lembra Orient Bay, em Saint Martin! Tirei forças do além pra ir embora. Depois do trecho de estrada, peguei o trecho de praia de Palm Beach e fui até perto do hotel dar um mergulho. Essa caminhada me deixou fervendo. Palm Beach também estava divina hoje.

Mas melhor não demorar, voltei pro hotel, arrumei minhas coisas, tomei meu banho e fui tomar café. Não sem antes passar no hall do hotel pra atualizar meus e-mails. Já vi a fotinha da Isla Mae, filha da Sharon que nasceu na Austrália. Bom, café da manhã no papinho, pé no caminho. Rumo ao aeroporto. Vi que no Brasil está frio. Eu me recuso a sair daqui de calça. Levo a roupa e troco no aeroporto. Não podia perder esse clima! Rsrs.

ARUBA POR MIM

Talvez brasileiro queira uma baladinha a mais, mas eu não procurei saber, então não posso dizer. Ficar em Palm Beach é o ideal, mas depois saia pra explorar a ilha. Gostei do Brickell Bay, não é barato, mas também não é tão caro. Se for alugarum carro, alugue logo um jipe. Ou faça um tour de jipe como eu e alugue um carro para ir só nas praias. Existem opções pra quem quer fazer tudo e nada. Impera na ilha o estilo americano de vida, ou melhor, de turismo. Tudo em abundância, tudo em excesso. Aruba é segura, leve seu ilad pra praia e vá dar um mergulho, na volta vai estar tudo lá.

Olha, não sei dizer entre Aruba e St. Martin. Hoje eu escolheria Aruba, mas não conheço St. Martin tão bem quanto Aruba. Descartar St. Martin é até pecado. Lá é meio estilo americano de turismo também, não acredito que mude muito daqui. A praia do avião, em St. Martin, era de um azul bebê que eu não vi igual. Na dúvida, fique com as duas! Se não gostar, escolha outro destino nas férias seguintes. Se gostar, eu passo o número da minha conta depois, ahahaha.

Amei Aruba! Aruba é o único lugar do mundo que eu conheço, e olha que é bastante, que você não precisa se preocupar com a previsão do tempo, sempre tem um dia de sol. O arubano é receptivo, gosta do Brasil, fala todas as línguas necessárias para se comunicar com você. Aqui em Aruba eu fui "quase" feliz. Aruba não é barata, mas vale cada centavo. Aruba é o que os versos da Madonna dizem: vento, mar, praia, sol, paz! Pra quê mais?

Táxi na porta! Hora de partir... Valeu 1000x Aruba!!! Até a volta!!!

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Publicado por Akemi Nomura 13:01 Arquivado em Aruba Comentários (0)

Aruba 3

A cereja do bolo

sunny 31 °C
Visualizar 2013 Caribe no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Praticamente o último dia. Mais um dia pra acordar cedo, quando o sol é suportável. E também porque vão vir me buscar às 7h50. Então, 7h só tinha eu tomando café. Era só esperar o jipe vir me buscar. Jipe? Sim, parece uma espécie de safari. Não vou nem falar que eles esqueceram de me buscar. Eu falei a tempo com o front desk do hotel, e eles vieram em cima da hora. Foi tão legal que eu vou ignorar essa parte. O Márcio tinha me falado que tinha se arrependido de não ter feito o tour de jipe, porque o jipe vai em lugares que o ônibus não vai. E eu não tinha ideia de como vai, rsrs. O tour de jipe sai por US$100, incluindo o almoço e bebidas durante o tour (água, refrigerante e cerveja). O de ônibus sai por US$65, também incluindo almoço, mas vai uma penca de gente, acho muito muvuca. Apostei no jipe, e ganhei, rs.

Peguei o tour do hotel mesmo, da ABC. Optei pelo mais completo, que dura o dia inteiro. Quem está na chuva, meu amigo... Eram dois jipes. O da frente pilotado pelo guia, o Eduardo. O segundo, onde eu estava, era pilotado por um turista, o Pedro. O grupo era composto por mim, dois italianos e doze americanos. É, eles dominam a ilha mesmo. O Eduardo era mais radical, sempre que tinha opção ia pelo mais difícil. O Pedro, que pilotava o jipe que eu estava, era mais tranquilo nas manobras. Era engraçado ver o pessoal da frente com as mãos pra cima tentando se segurar e gritando. A gente ficava só rindo. E tentando se segurar, claro!

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Começamos fazendo um pit stop numa área de rochas vulcânicas com água da cor azul Akira batendo. Cor azul Akira é aquela água que atende o fator de qualidade de tom de azul do Akira, hehe. Logo mais em frente, descemos na Ponte Natural. Sabe aquele ditado: "Água mole, pedra dura...". Pois é, a ponte natural é resultado desse esforço constante, de não desistir nunca. Água, eu me inspiro em você, rsrs. O que me assustou na primeira parada foi meu cabelo. Estava que era nó puro. Vixi! Coque o tempo inteiro, pra tentar ter cabelo no final do dia.

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Cara, como a ilha é seca. Impressionante a paisagem de deserto numa ilha do Caribe. Seguimos da Ponte natural, fazendo dois pequenos pit stops. Um é num lugar que eu esqueci o nome, mas era nada mais nada menos do que mais rochas vulcânicas e mais água batendo. O segundo era o Baby Natural Bridge, ou a Ponte Natural Bebê. Ownnnn. Auto explicativo, né?

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Ok, seguindo fomos para a Bushiribana Gold Mill Ruins. Esse moinho foi construído com grandes janelas para que os piratas que navegassem pela região pensassem que fossem canhões. Em frente, é possível ver uma área com pedrinhas empilhadas. O Eduardo explicou que os pescadores, quando tinham um dia bom de pesca, deixavam essas pedrinhas empilhadas para mostrar para outros pescadores que a região era boa. De acordo com ele, "uma espécie de gps antigo", rs. Só que os turistas transformaram a região em área dos desejos, então, fazem seus desejos e montam seus montinhos. Então, por via das dúvidas, melhor fazer o meu, né? Taí, a última foto. Se eu não me engano eu vi isso na Floresta Negra, quando visitava Neuschwanstein, mas estava brava com o guia, não ia perguntar.

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Seguimos para Capela Alto Vista. Primeira igreja construída em Aruba por dois venezuelanos. Pequenininha, fica no meio de muitos cactos. Aruba é predominantemente católica, como a primeira capela.

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No caminho, passamos por Arashi Beach. Li algumas opiniões que colocavam Arashi Beach como a praia mais bonita de Aruba. Olha, difícil decidir. Como eu não experimentei, vou ficar com Eagle Beach mesmo assim. Mas, fica o registro, se vier conhecer Aruba, alugue um carro e visite Arashi Beach.

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De lá seguimos para California Lighthouse. Ou seja, pro farol. Esse farol é sem graça, mas tem uma história interessante. Teve uma época que a costa de Aruba era muito escura. Um navio que partiu da Grã-Bretanha chamado Califórnia, com passageiros e mercadorias colidiu na costa da ilha. Só no dia seguinte, pescadores perceberam o que aconteceu e foram resgatar... as mercadorias, claro! Estava esperando o quê? Enfim, depois desse incidente, o governo da ilha construiu o farol.

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Mas uma coisa legal lá é a vista. O mar hoje estava espetacular! Tem um restaurante italiano lá, pena que estar em grupo não me dava tempo pra ficar por lá, mas tudo bem. Deu pra tirar umas fotos legais. E Arashi ocupava seu lugar de honra (mas eu ainda fico com Eagle, rs).

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Depois da parada do farol, já era a parada do almoço. Voltamos para o escritório da empresa, onde tinha um restaurante. Optei pela costela e frango, bem americano mesmo. Estava bom... De lamber os dedos. Os americanos da mesa tentaram fazer amizade comigo, mas eu estava tímida. Mas adorei o casal de afro-americano. E o casal de motoristas tb, gente boa.

No caminho, fizemos uma parada rápida em Ayo Rock Formation. Sem graça! Ok, próxima parada, piscinas naturais. Oi??? Depois do almoço? Sim, mas tinha um longo caminho até lá. Pra chega lá, tem que entrar no Parque Arikok. E é ali que a brincadeira fica divertida. Pensa num rali? Terreno mega irregular. E eu burra, tinha deixado meu cinto meio larguinho, pra me movimentar na cadeira. Eu estava saindo meio metro da cadeira. Sério mesmo! E só gritaria, nos dois jipes, dessa vez! Num intervalo de 5 segundos, eu consegui essa foto (a segunda, claro). Depois eu precisei das duas mãos pra apertar o cinto e me segurar. Foi tenso! Mas foi legal! Ahahaha....

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As piscinas naturais são no meio da rochas vulcânicas. Uma paisagem bem legal. Já estava pensando no meu snorkel e... Surpresa!!! Estavam fechadas. Quero dizer, fechadas no sentido literal não. Mas tinha uma plaquinha falando que estavam fechadas e que entrar lá era por conta e risco do idiota. O mar estava forte, não ia dar mesmo. Uma pena! Aquela cor azul Akira estava convidativa.

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Próximo round, subir tudo que descemos. E no mesmo nível de rali. O pior é que o Eduardo fazia as maluquices dele dirigindo, e o Pedro também estava fazendo. Ou seja, todo mundo se segurando e gritando (menos eu, que sou tímida, claro, rs). Quando saímos da zona mega esburacada, cruzamos com um jipe indo para lá. Foi engraçado ver o pessoal falando pra avisar eles pra eles voltarem. Nesse meio tempo, fizemos um pit stop num serpentário, sem graça, fomos para as cavernas.

O Guadirikiri Caves, ou simplesmente cavernas, fazem parte do Parque Arikok. É a maior caverna da região e tem sua história inicial ligada aos amerindios que viveram ali 4000 anos atrás. Tem um impressionante complexo dentro, com iluminação natural em algumas partes. As estalactites na entrada eram fantásticas. Diz a lenda que a filha de um chefe indígena se apaixonou e foi presa na caverna, pois seu pai não aceitava a relação. O rapaz foi aprisionado em uma caverna próxima e eles se encontravam pelos túneis entre elas. Ao morrerem nas cavernas, seus espíritos continuariam vagando. Olha, eu não vi espírito, mas era cheio de morcego. O legal é que a entrada era mega escura e eles estavam lá. Tinha que passar em silêncio, porque se eles resolvessem voar todos ao mesmo tempo....

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Depois do rali pra chegar nas piscinas naturais e estarem elas inviáveis para nado, o grupo decidiu em conjunto que ficaria pouco tempo naquela área pra ficar mais tempo em Baby Beach. E fomos, depois das cavernas, para Baby Beach desesperados por um mergulho. O calor nas cavernas me lembrou Cartagena, cruzes, rsrsrs. Chegamos em Baby Beach e... água. Que tomar sol que nada, eu já estou torrada demais, tomo sol dentro da água. Baby Beach é bonitinha, mas ainda prefiro Eagle Beach. Quando fui fazer snorkel, nos primeiros 5 segundos fiquei frustrada, não via nada. Depois fui perceber que minha máscara estava embaçada, ahahahaha. Tapada! Até que deu para tirar umas fotinhas. Nada espetacular nas fotos, ao vivo era mais legal. No último quadro tem um peixe maluco que veio pra cima da minha câmera quando eu baixei ela na água. E o pior não é isso, olha que peixe feio vindo na minha direção na última foto! Saí correndo, ops, nadando, ahahahaha....

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Às 15h30 nos encontramos no jipe e voltamos para o escritório. Chegamos lá já eram 16h30, pois demoramos um pouquinho pra sair de Baby Beach. O caminho foi tranquilo. No escritório, entramos num micro ônibus e o Eduardo foi nos entregando nos hotéis, eu fui a última. Só tinha nota de US$20, não ia dar para dar gorjeta. Foi mal, Eduardo!

Precisava de um banho desesperadamente. Mais do que isso, precisava hidratar meu cabelo, estava seco, duro, embaraçado. Parecia que nunca mais ele seria o mesmo. Cheguei no hotel e não pensei 2x, taquei condicionador e deixei um pouco, depois fui lavar de verdade. Nossa, que alívio! Daí, fui atualizar minhas fotos, meu blog que você lê agora. Tinha um casal de brasileiros conversa do do meu lado sobre as piscinas naturais, que eles queriam ir, fiquei num dilema se me intrometia ou não, afinal, já havia 2 dias que as piscinas estavam fechadas por causa do tempo, eles poderiam perder tempo e dinheiro. Bom, interrompi e me intrometi. Expliquei a situação pra eles, mais duas almas salvas. Aquela família chilena de San Andres não tem noção do bem que fez para humanidade, rsrs. Agora, era só sair pra jantar! Aonde? Que pergunta! HR, claro! Tupelos, adooooroooo! Saí de lá já eram 21h30, fui direto no cassino jogar pra você, mãe. Perdi US$20? Nããããooooo.... Ganhei US$12! Lembra dos US$30 que eu tinha perdido de desconto no hotel por ter errado a reserva? Pois é, achei!

Amanhã é dia de ir embora! Terminar o dia com U2, que tal?

Walk on!

"Home, hard to know what it is if you've never had one
Home, I can't say where it is but I know I'm going home
That's where the hurt is"

P.S.1: Já me perguntaram várias vezes qual agência me trouxe aqui. Eu me pergunto se quem me pergunta já ouviu falar em internet. Que coisa!
P.S.2: Zé, em Aruba nuvem não tem vez. O vento manda pastar em outras ilhas, aqui não, rsrs.
P.S.3: mãe, fala pra Guaciara comprar outro apartamento em Aruba, hehe.
P.S.4: Não custa repetir, as minhas lentes amadoras não fazem justiça às cores do lugar.

Publicado por Akemi Nomura 19:14 Arquivado em Aruba Comentários (0)

Aruba 2

sunny 32 °C
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O binômio férias e acordar cedo não combinam, exceto se você está num paraíso caribenho onde aproveitar o dia significa 90%. Pois é, acordei às 6h50. Enrolei um pouco para me trocar. Tomei meu primeiro café às 7h30 no quarto mesmo, a pizza da janta de ontem. Era muito grande, trouxe o resto, mas como não tem frigobar, pééé, ponto negativo, resolvi comer logo, vai que estraga. Já me informei que o café da manhã ia até às 11h30, então, quem sabe mais tarde eu não tome café?

Cheguei na praia perto das 8h. Estava vazia, só tinha eu e mais poucos gatos pingados. Esse povo é louco de vir tarde, porque o sol fica muito forte. Enfim, já que não tinha como eu pegar cadeira, era só a partir das 9h, resolvi aproveitar o sol baixo e caminhar. Caminhei 3h! Sim, você deve estar pensando: "3h, ah tá... Conta outra". Mas gente, caminhar esse horário, com o pé na água era muito bom. Fui até o fim de Palm Beach, vi duas praias mais ou menos, atravessei pra estrada e andei beirando vários cactos. Já falei que achei legal isso? Enfim, com uma paisagem dessa, fica fácil caminhar...

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Pois bem, quando eu me dei conta, 30minutos depois, eu estava em Eagle Beach. E essa praia me deixou de queixo caído. Com certeza entrou nas praias tops que eu já conheci. Palm Beach é legal, ok! Mas Eagle Beach... Essa merece foto grande...

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Eagle Beach está na lista do tripadvisor como uma das 10 melhores praias do mundo. Não tem o agito de Palm Beach à noite, nem a estrutura. Mas a água é linda demais. Minhas lentes amadoras não vão ser justas com a beleza do lugar. Ali, a única coisa que eu conseguia fazer era caminhar um pouco, largar as coisas na areia e mergulhar. E assim eu fui indo até chegar próximo a Manchebo Beach, a praia seguinte, que no fundo é continuação da mesma.

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Um dos símbolos mais fortes de Eagle Beach é a Divi divi tree. Essa árvore fica assim, meio caída, devido aos ventos do lugar. É um símbolo não só de Eagle Bech, mas de Aruba. É só googar imagens de Aruba que aparecem essas árvores. E elas dão um toque especial na paisagem.

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Bom, depois de uma caminhada sacrificante em Eagle Beach, em que eu era obrigada a fazer alguns mergulhos pra aliviar o calor (e nem era tão tarde assim), fui voltando pra Palm Beach. Essa minha mania de pobre de não querer perder o café da manhã porque está pago, affff. Mas, falar a verdade, Eagle Beach não tem muita estrutura como Palm Beach, mas tem umas palapas mais a frente dos hotéis da região que eu acho que são públicas. O único problema é que ficando sem cadeira, o vento faz uma camada de areia subir que pode ser incômodo. Mas, pra quê tomar sol em Eagle, o negócio lá é água. Bom, voltando para Palm Beach... Cheguei no Tomato's Charlie (o restaurante anexo do hotel), às 10h40 pra tomar café. O atendimento era mega lento, acho que fui comer lá pelas 11h. Era um café continental, com suco, café, leite e uma cestinha com 4 tipos de pães. Tá bom, né? Esse é um dos poucos hotéis, tirando os all-inclusive, que tem café da manhã. Quem opta ficar em resorts sem all inclusive, acaba tomando café num restaurante como o do meu hotel, é mais barato. Enfim, a preguiça bateu total, e eu só queria sombra e água fresca. Então, fui até Palm Beach, paguei US$15 por meia palapa, duas cadeiras na sombra, e fiquei ali das 12h às 17h. Almoço? Pra quê?

"Aproveitar a tarde sem pensar na vida
Andar despreocupado sem saber a hora de voltar
Bronzear o corpo todo sem censura
Gozar a liberdade de uma vida sem frescura"

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Saí dali já cansada de sol, e olha que eu fiquei mais tempo na sombra da palapa do que no sol. Meu braço está começando a descascar já. E olha que eu estou me entupindo de protetor. Fui pra piscina do hotel, mas não gostei, achei meio piscinão. Porque latino grita tanto? Bom, fui tomar um banho e ir comer algo, porque já batia uma fominha. Destino? Os tupelos do Hard Rock, claro. Já que é pra viver o "american way of life", que assim seja. Cheguei a voltar pro hotel e ficar na parte externa. Ventava bastante, estava bom, e tinha internet. (Não sou só eu, o hall fica cheio de gente na internet). Aqui o quarto é o último lugar que eu quero ir. Depois, só me restava caminhar um pouco, passar nos shoppings aqui perto (tão mais pra galerias, ok). Não, irmã, aqui não tem MAC. Talvez no centro, no Renaissance Mall. Mas eu estava com preguiça de pensar, pegar ônibus, enfim.

Depois de um sorvetinho Hagendaz (como escreve isso?), fui perder US$20 no cassino, certo? Não, errado! Já estava nas minhas últimas apostas, ia sair dali US$20 mais pobre, de repente, estava com US$46. Eu poderia ter saído com US$46, se eu não tivesse arriscado mais um pouco. Mas eu consegui me conter e saí com US$41. Tá bom, dobrei meu capital. Tenho que declarar isso? Ahahahaha....

De lá, saí andando perto do hotel em busca da camiseta de papai. E fiquei batendo perna. Aqui na quadra detrás do hotel é tudo de bom. Tem um área com restaurantes que eles chamam de Arawak Gardens, e na outra quadra tem o HR e vários outros restaurantes. Tem até uma churrascaria brasileira, chama Amazônia. E com o ventinho que está batendo, está tudo de bom! Só não gostei de não ser mais lua cheia. Só faltava isso pra Aruba ser perfeita. Isso e as pessoas que importam na minha vida.

Cara, como nunca pensei em vir pra Aruba antes? Eu achava que, como já foi modinha no fim dos anos 80, estaria meio decadente. Que nada! Pena Guaciara ter vendido o apartamento dela, senão... Rs.

Ontem eu coloquei um trecho de uma música do Skank e não coloquei o link do vídeo. Neguinho pode não ter entendido, rsrsrsrs. Hoje não vou cometer esse erro, ahahahaha.... Hoje eu vou terminar com Pink Floyd... Um beijo pra vc que sabe do que eu estou falando...

Publicado por Akemi Nomura 4:37 Arquivado em Aruba Comentários (1)

Aruba 1

Bon bini

sunny 32 °C
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"Coveiros gemem tristes ais
E realejos ancestrais juram que
Eu não devia mais querer você"

Skank foi o fundo musical da madrugada. Acordei às 3h da manhã. Não conseguia dormir, acho que preocupada com o horário. Já levantei, juntei as coisas e fiquei pronta. O rapaz da recepção me ajudou com as malas. O interessante aqui é que o táxi é o mesmo valor, qualquer hora. Como fiz a façanha de sair do hotel com a chave do quarto, pedi pro taxista levar a chave e paguei um pouco a mais pra ele. Às 4h30 eu estava no aeroporto. Fui escolhida para ter a mala revistada na saída. Tipo, abrir a mala de novo, que saco! Acredito que por eu estar viajando sozinha. Minhas amigas mineiras não passaram por isso. Enfim, lá fui eu abrir mala de novo. Bom, minha quota de Colômbia já deu mesmo! Gostei de ter conhecido, valeu a pena, mas o mundo é grande. Pra eu repetir tenho que gostar muito!!!

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A CAMINHO DE ARUBA

Desci no Panamá às 7h50. Parece que sempre desço pelo mesmo lugar aqui nesse aeroporto. O voo é às 9h32. Mais duas horas e eu aterrisso em Aruba, meu último destino! No caminho, foi possível ver as montanhas de Santa Marta com alguns picos nevados. Vim acompanhada de um senhor brasileiro amante do mergulho e de Aruba. Ele me disse que frequenta Aruba há 40 anos. Ensinou os filhos, os netos e agora vai ensinar o bisneto a mergulhar. Disse que eu ia amar Aruba. Parece que ele acertou.

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ARUBA POR ARUBA

Aruba faz parte do ABC caribenho, ou seja, Aruba, Bonaire e Curaçao. De acordo com o Assis, meu colega de voo, Aruba é o mais interessante e turístico dos três. Aruba já foi território holandês, hoje tem governo independente, bandeira própria, mas ainda faz parte do reino da Holanda. Tipo a Austrália para Inglaterra, tá ligado? Aqui a língua oficial é o papiamento. Tem muitas palavras semelhantes ao português, mas não é tão simples assim. De quebra, ainda falam inglês e espanhol perfeitamente bem, e se mesmo assim não resolver, eles falam holandês, aí nego, ferrou! Uahahaha.

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CHEGADA EM ARUBA

A chegada em Aruba foi apaixonante. O clima ajuda, já que chove muito pouco, o céu azul é constante. Na imigração foi tudo tranquilo, gostei de não terem me perguntado porque estou viajando sozinha, um saco isso. Não gostei de terem me mandado pro raio x. Explico, tive a sensação que só latino foi pro raio x. Os europeus e americanos passavam reto. Ainda bem que eu disse que vinha do Brasil e não Colômbia, podia ser pior. Uma coisa que eu achei engraçado foi o "landing card". Tinha que colocar o principal motivo para visitar Aruba. Marquei o último: Sol, areia e praia. Onde é que foi parar o tradicional "business or pleasure"? Ahahahaha...

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Bom, fui procurar o táxi. Táxi aqui não tem taxímetro, o preço é tabelado. Do aeroporto ao hotel custa US$25. Ou melhor, do aeroporto à Palm Beach. Sim, aqui aceita dólar. Você faz tudo em dólar. Negociei com uma comerciante aqui perto sua moedinha, viu? Rsrs. O taxista falava uma 5 ou 6 línguas. Era divertido! E eram carros novos, não as latas velhas de San Andres, hehe. Aqui estou só 1h atrás do Brasil em fuso. Viemos pelo hotel passando pelo centro e já falo uma coisa, a princípio, Aruba é meu número! Acho que o fato das praias bonitas estarem tão ao alcance e não em ilhas, ajuda muito. E o centro, então? Que gracinha! Lembra Nassau, sabe? Não sabe? Só lamento, hehe.

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ONDE FICAR

Onde ficar foi outra novela. Primeiro, tinha que descobrir onde era o ponto forte de Aruba. Descobri: Palm Beach! A maioria dos blogs recomendava ficar lá, pois, apesar da praia não ser a melhor, é onde as coisas acontecem à noite. A faixa de areia de Palm Beach é tomada pelas palapas dos resorts, o que eu já não gostei, pois não ia ficar nos resorts que são meio carinhos pra quarto single. Na rua detrás dos resorts, tem dois hotéis: o The Mills, dito em alguns blogs como boi de piranha e faz parte dos pacotes "atraentes" pra Aruba. Excluí como possibilidade pois não tem wifi. O outro era o Brickell Bay Beach Club. Esse parece ser ok, não é um mega hotel, mas, quem vem pra Aruba ficar em hotel? Parecia ser a melhor relação custo x benefício de Palm Beach. Estava tudo certo por este hotel até que eu descobri o esquema de leilão de hotéis. Como funciona? O google te explica. Estava quase mudando para o Renaissance, aí o Márcio voltou das férias em Aruba recomendando ficar em Palm Beach. Disse que dava pra fazer tudo a pé... então resolvi não sofrer mais. Vou ficar no Brickell Bay Beach Club, muito elogiado no blog do Ricardo Freire, perto de tudo. Então, nada de ilha privada, algo que poderia me fazer ficar muito dentro do hotel, o que seria um pecado ficando em Aruba.

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E ASSIM COMEÇOU ARUBA

Cheguei no hotel 13h30. Como o check in era só às 15h, fui almoçar aonde? Hard Rock, bebê! Sim... Tupelos... Delícia... Eu estou me sentindo mega a vontade aqui, de volta pro inglês, minha zona de conforto. Não me sinto mais sendo olhada com aquela cara: "o que essa retardada está falando?". O clima aqui é seco então, apesar de quente, não fico transpirando horrores como em Cartagena. Bem que o Bibs avisou que lá era quente. Além do que, venta pra caramba aqui. O que deixa o clima perfeito. O interessante é que forma uma paisagem árida, desértica, com direito a cactos e tudo. Mas em contraste com o mar azul, fica bonito.

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Bom, finalmente chegou o horário do check in. Não via a hora de trocar de roupa e ir pra praia. Entreguei o passaporte feliz da vida, e veio o cara falar que não tinha reserva no meu nome. Oi??? Entreguei o papel de confirmação pra ele e, surpresa!!! Eu estava errada! Eu fiz a reserva sim, mas para outubro. Burra, burra, burra! Como diria mamãe: "ô eu égua". Que ódio de mim! Só me restou pedir um quarto disponível, o que me fez perder US$30 de desconto que eu teria pelo booking. Tudo bem, só quero um quarto! E o quarto até que era bom!

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Bom, daí, não teve erro, era ir pra Palm Beach até o pôr do sol. O hotel tem cadeiras gratuitas na praia, mas se quiser a sombra de uma palapa, tem que pagar. Palm Beach não é a melhor praia de Aruba, dizem que é Eagle Beach, que eu quero ir amanhã. Mas Palm Beach é a mais famosa. Isso porque a região tem uma infraestrutura muito boa. Também, parece que 80% do público é americano, tem que atender as exigências. A orla é repleta de resorts pé na areia. Atrás dos resorts, tem uma rua que é mega movimentada à noite com restaurantes, bares, cassinos, shoppings. Por isso que recomendam ficar aqui, até quem fica no centro vem pra cá. E o programa de fim de tarde e noite é ficar nessa avenida. O legal daqui é que não tem aquele monte de gente abordando você na rua como na Colômbia e, que eu me lembro, na Playa del Carmen também. Acho que é mal de latino. É tão bom poder andar sem ter que ficar falando "não obrigada" umas 200x pra mesma pessoa.

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O bom de estar bem localizado, é poder fazer bate e volta no hotel quantas vezes forem necessárias. E como Aruba pede para ir pra rua, foi o que eu fiz. É noite de segunda, e a turistada está toda na rua. Eu não podia ser diferente!

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P.S.: Acho que estou falando papiamento. Porque português, espanhol e inglês não é. Tá tudo misturado...
P.S.2: Bon bini significa bem vindo.

Publicado por Akemi Nomura 19:30 Arquivado em Aruba Comentários (1)

Cartagena das Índias 2

Todas as cores

sunny 32 °C
Visualizar 2013 Caribe no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Cartagena me presenteou com belos dias de sol. Até exagerou um pouquinho , rs. Hoje, não foi diferente. Às 8h estava fazendo 29 graus. Aiai! Tomei meu café cedo. Aproveitei e fui sacar dinheiro. Tinha esquecido que tinha ingresso pra pagar, água pra comprar. Saquei mais COP60 mil. Acho que dá! Voltei pro quarto porque só iam me buscar às 8h30.

Olha só, uma dica. Se for fazer qualquer passeio nas ilhas aqui, compre no porto Muelle de la Bodeguita (ou algo parecido) direto e negocie bastante. Faça cara de "tá caro". Você consegue comprar o passeio da Isla del Rosario e Playa Blanca por COP45mil, não os COP65mil que eu paguei. Mas... Vamos lá! Chegando no porto, pra entrar tem que pagar a taxa de COP12 mil. Depois, você torra uns 15 minutos no sol com 1 milhão de pessoas esperando seu barco. Ali eu encontrei os dois brasileiros que foram pedir informação no meu hotel. São pai e filho. Por eles eu fiquei sabendo que levei manta no valor do passeio. Mas...

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Fomos chamados a entrar no barco. Essa parte foi fácil. Entrar no barco é sempre meio tenso. Aí, foram uns 40 minutos saculejando até Playa Blanca. Algumas pessoas ficaram lá direto. Eu sabia que tinha essa opção, mas quis ir pro arquipélago da Ilha do Rosário. Não me arrependi, mas, se fosse de novo, ficaria só em Playa Blanca.

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O arquipélago da ilha do Rosário é formado por 27 ilhas de vários tamanhos. Uma dela pertenceu a um famoso colombiano, um tal de Pablo Escobar (1a foto abaixo). Hoje, essa ilha pertence ao Estado. A água aqui lembra San Andres. A diversidade de corais, algas e areia branca forma o famoso mar de sete cores.

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Uma área é disponível para o snorkel. Só um detalhe, tem que pagar COP 25 mil, ou seja, vá com grana. Acho que inclui o snorkel, eu não sei porque optei pela segunda opção, o Oceanário. A entrada desse é COP 20 mil. Optei pelo Oceanário porque li num blog que o snorkel era sem graça, não valia a pena. Mas os dois brasileiros foram e gostaram muito. Realmente, quando paramos na parte do snorkel antes do Oceanário parecia bonito, mas a forma de embarque no barco depois do snorkel me deixou tensa.

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O Oceanário é bege. Sério, só achei legal ver um tanque de tubarão. Eu tenho uma relação de adoração e pavor com os tubarões. Vê-los ali, no aquário, indefesos, e enormes, foi legal. Acho que eram tubarões lixa. Tem um show de golfinhos, mas, honestamente? Depois de nadar com golfinhos em Playa del Carmen, ficou meio sem graça. Além do que os golfinhos estavam mega desobedientes, eles só faziam a acrobacia depois do terceiro ou quarto comando. Enfim, pra criança é bom, mas como não sou há muito tempo... deixou a desejar.

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Saindo do Oceanário, fiquei junto com outras pessoas do meu barco esperando ele chegar do snorkel. Nos juntamos aos demais e fomos para Playa Blanca. Coisa de 15 minutos. O desembarque em Playa Blanca foi tenso. O barco chega na areia direto e, como é alto, tinha que sentar e pular. Meu, como eu vou voltar? Bom, já estou aqui mesmo. Seja o que Deus quiser. Chegamos onde o Juan (nosso guia) disse que era a parada mais importante, o almoço, rs. O almoço aqui é meio parecido com o de Johnny Cay, só que o peixe veio com espinhos. E descobri o que era aquele arroz grudento e adocicado, era o tal arroz de coco. Bom, estava ok, mas acho que o de Johnny Cay estava melhor.

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Playa Blanca fica na península de Barú e não tem areias brancas, como li em muitos blogs. Pelo menos no pedaço que eu andei. Mas tem um mar verde azulado, ou azul esverdeado, sei lá. Estava convidativo. Tinha lido num blog que a menina pisou num ouriço aqui, então já me paramentei com meus sapatinhos. Um vendedor me abordou para alugar carpetas, que é uma cobertura de lona com 3 cadeiras, por COP 15 mil. Tipo, seu sou uma só, hellooooo. Fiz cara de dó, que estava "sola", e ele fez por COP 10 mil. Topei, tava bem mais barato que Porto de Galinhas em 2008, então, sem choro... Logo logo pai e filho brasileiros passaram e eu ofereci um lugar ao sol, ou melhor, na sombra, para os dois. Lembra que eu prometi retribuir para alguém o que a família chilena fez por mim em San Andres? Cumpri! E de quebra tive companhia no resto da tarde. Depois de descansar na sombra, fui caminhar um pouquinho e depois.... mergulhar... Gente, que mar é esse? Água quentinha, super gostosa. Não queria mais nada, só ficar ali de molho até me chamarem para ir embora.

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Hora de ir embora, sabia que ia ser tenso esse negócio de entrar em barquinho. Cansei disso viu? Era muito alto. O Juan estava fazendo "pesinho" pra galera conseguir subir. Custava ter uma escadinha improvisada? Até uma cadeira de plástico ajudaria. Mas, subi! Agora, mais 1h saculejando e pronto, estava de volta ao portão do inferno, ops, Cartagena.

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Hora de subir, tomar um banho demorado, arrumar as coisas e.... Hard Rock, bebê! Eu devo ser muito xucra por gostar disso, mas, eu admito, e gosto! Antes de sair, encontrei com as duas senhoras brasileiras que vi conversando no café na primeira manhã. Elas vão embora amanhã no mesmo voo que eu. Duas mineiras mega simpáticas.

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Depois do Hard Rock, só me restava a noite de Cartagena para admirar e fotografar. Não sou profissional, mas espero que gostem. Até amanhã!

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Publicado por Akemi Nomura 19:12 Arquivado em Colômbia Comentários (0)

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