Um blog do Travellerspoint

setembro 2019

Sint Maarten

Seu lado holandês

sunny
Visualizar 2019 Caribe Holandês no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Quarta parada: Sint Maarten

Depois de Bonaire nós tivemos um dia de navegação. E dia de navegação significa fazer nada. Acordei cedo e peguei quatro lugares no Solarium. Lugar mais tranquilo porque o dia ia ser longo. Café da manhã, jacuzzi, lanchinho da manhã, sorvetinho da piscina, almoço, cochilo, jacuzzi... não tem muito pra descrever num dia de navegação. Então partiu pro dia seguinte...

Acordei cedo como todo dia. Dessa vez fiquei com preguiça de academia. Irmã mandou mensagem, perguntei se queria ir na academia mas ela estava com preguiça também. Graças à Deus! Hahaha... Curti preguiça e fui me trocar. Fomos tomar café no Windjammer e pronto, atracamos em Sint Maarten. A ilha é dividida em lado holandês (sul) e francês (norte). O lado norte da ilha nós conhecemos da outra vez que viemos. Lembro que a praia era Orient Bay e tinha muita alga. Dessa vez resolvi ficar na lado holandês.

Conversando com a Ju fiquei sabendo de uma praia do lado de Maho Beach. Maho Beach é a famosa praia do avião. Como conhecemos Maho da outra vez e a praia lá é só pra ver avião resolvi arriscar a “praia do lado”. Eu procurei no Google Maps e descobri qual era. Acho que eu não vou falar o nome porque é uma praia que ainda não foi descoberta pelos turistas então é uma paz!!!! Hahaha... Medo de descobrirem e virar uma farofada. Peguei as dicas com a Ju e fomos encerrar a rota do Caribe Holandês. Tá bom, tá bom, eu falo. A praia chama Mullet Bay.

A saída no porto foi tão tranquila que fiquei surpresa. O porto de Sint Maarten é bem sossegado e arranjadinho. Na saída tiramos foto no letreiro, claro! Passei no informação ao turista e falaram que pra chegar lá era de táxi. Então vamos lá, eu tinha lido num blog que pra chegar lá de transporte público era “só” ir até o centro da cidade e pegar um ônibus pra Maho Beach. Dali é só caminhar 10 minutos até Mullet Bay. Mas.... o centro não é tão perto assim. São quase 2,5km debaixo de sol. Não né? Tem um water taxi até o centro que custa US$7 ida e volta. Mas aí já era trampo demais. O táxi até lá para quatro pessoas custa US$40 cada trecho. Esse valor é cobrado no porto. Saindo do porto eles cobram US$36. É pouca coisa a diferença mas como a gente já estava lá fechamos com o Wesley.

O caminho é bem longo, de um lado ao outro do sul da ilha. Leva um tempinho e é uma única estrada. Passando pela ilha lembramos da outra viagem. Alguns hotéis foram renovados por conta do Irma que destruiu boa parte da ilha. Parece que do lado francês o estrago foi maior. Mas alguns lugares ainda guardavam sinais da passagem do furacão. Passando pela praia do avião chegamos em Mullet Bay. Não sei como faz para ir a pé entre uma praia e outra mas sei que dá. O Wesley nos levou até a praia. Chegando lá fomos recebidos pelo Chester que nos alugou cadeiras e guarda sol. O Wesley ficou de buscar a gente 14h30. Quem tá de navio tem que tomar esse cuidado. Como disse é só uma estrada que liga a praia ao porto e se acontecer um acidente babau. Acredite, você não vai querer perder o navio.

Gente, que praia divina!!!! Tinha pouca gente quando a gente chegou, estava uma paz! O sol batia de tal forma que favorecia o mar com um azul espetacular. Como a gente fez no último cruzeiro, hora de tirar fotos! Uau, cada foto! Tira de um lado, tira de outro, não tinha como não tirar 478 fotos. O lugar é divino!

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Agora uma coisa tem que ficar clara: a infraestrutura é fraca. Como é uma praia mais pra locais não tem aquela exploração turística. Então vá nessa vibe. Se você procura infra esquece. Mas se você quer ver uma praia chamado por muitos como a mais bonita de Sint Maarten, então venha! Tem cadeira e guarda sol pra alugar, se quiser ir ver os aviões é só caminhar um pouco, o mar é calmo, tem onde fazer snorkel, enfim, é um lugar maravilhoso! Importante frisar que só tem um banheiro químico. Tem duas barraquinhas simples que vendem comida.

A primeira coisa foi snorkel. Depois de brincar com o drone fui pro snorkel. Harumi já estava lá e mamãe foi com o coletinho dela. Inventou de ir numa pedra lá que eu olhei de longe e pensei: “Senhooorrrrr”. Mas Harumi estava lá e chamou ela de volta. Ufa! Depois eu vi as duas indo mais pro fundo (nem tão fundo assim) e fui lá tirar umas fotos. O lado esquerdo da praia é perto de umas pedras e bem propício pra fazer snorkel. Tem até bastante peixinho. Fiquei lá com elas e tirei bastante foto.

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Quando olhei Harumi saiu e mamãe também. Tinha acabado e pão que ela trouxe. Como fiquei sozinha fui mais pro fundo. Tinham uns peixinhos de boas. Tinham uns que ficavam parados. Tinham uns que corriam de mim, haha. Eu tentei emboscar uns azuizinhos mas ô bichinho tímido viu...

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Quando voltava do fundo eu vi mamãe entrando na água sozinha. Ela veio até onde não dava pé sozinha. Gente, que orgulho. Pra ela era um desafio não físico, mas psicológico. E ela venceu! Minha mãe é muito corajosa mesmo. Ela veio e ficou nadando com os peixinhos dando pão. Arranjou um saquinho para o pão não molhar. E ficamos nós dias tirando fotos lá. Quando estava saindo com ela um negão esbarrou em mim. Pediu desculpa e eu fui seguindo depois ele me chamou. Viu um polvo e me mostrou onde estava. Simpático ele! O polvo estava só com a cara pra fora. Tirei umas fotos e fiquei esperando um pouco pra ver se ele saía. O polvo fez cara de poucos amigos então achei melhor deixar ele lá na dele. Quando estava saindo mamãe disse que viu metade de um galão de plástico na água e pediu pra eu pegar. Procurei e não achei. Só que nessa ida e volta algo me picou e ardeu. Foi no pescoço e na perna. Não sei se foi água viva porque não ardeu tanto, mas que incomodou, incomodou. Foi a maldição do polvo. Ele bem que olhou com cara feia pra mim.

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Cheguei nas cadeiras e o Okis queria ir fazer snorkel. Falei que eu ficava ali pra ele ir. Tinha parado um barco tipo catamarã com turistas do navio. Sabia que eles não iam ficar muito tempo mas ficaram bem ali na nossa frente, afff. Mas fiquei na água com mamãe tirando umas fotinhas.

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Como a gopro estava com quase 30% de bateria fui levar pra Harumi e o Okis tirarem fotos. Fui nadando até lá pra aproveitar a água e queimar algumas calorias extras, hehe. Antes de deixar a máquina tiramos fotinhas.

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Voltei pra ficar na água com mamãe. Ficamos perto das cadeiras pra olhar as coisas. Ela pegou pão e foi dar comida pros peixinho ali mesmo. Foi engraçado que só tinha um ou outro de repente apareceram vários. Depois eu fui com ela no lado esquerdo pra ela dar comida pros peixinhos. Ela ficou se divertindo horrores. Que nem pinto no lixo! E nós ficamos felizes dela estar feliz!

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Depois Harumi e Okis voltaram e nós fizemos uma pausa pro lanche. Trouxemos as coisinhas do navio. Depois fomos na cabaninha da Rosie e pegamos uma porção de ribs com batatinha. Não sei porque eu e mamãe alugamos cadeira porque a gente não fica na cadeira, haha. Voltamos pro mar!!! Fomos mais uma vez levar comida pros peixinhos e depois voltamos e ficamos no mar até a hora de ir embora. Chegou a chover e a gente lá dentro da água. Foi uma nuvem passageira mas a gente estava tão empolgada naquele mar lindo que nem queríamos sair.

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Teve uma hora que foi engraçado. Apareceu um peixe meio maluco que ficava cercando mamãe. Se repente ele veio pro meu lado. Bateu na minha perna e eu tomei um susto. Depois ele começou a nadar em volta de mim. Parecia que ele queria me encarar, sabe? Hahaha. Aí eu girava e ele ia atrás. Mano, peixe maluco. Mamãe falou que tinha um peixinho em volta dela. Achei que era o psicopata que correu atrás de mim. Mas era um pequenininho que ficava nadando grudado nela. Muito bonitinho! Acho que ele estava se escondendo do peixe maluco, haha. Cara, era muito doido ele ali grudadinho nas costas da mamãe, passava embaixo do braço. Dava pra encostar nele e ele estava de boa....

Deu 14h15 saímos pra passar por um processo de arrumação. Pouco antes das 14h30 o Chester veio nos dizer que o motorista tinha chegado. Wesley estava lá pontualmente. Ele trabalha com turismo na ilha então vou deixar aqui o contato dele. Cara correto, de confiança, buscou na hora marcada. Acho que até 5 pessoas ficam confortáveis no carro dele. Não é moderno mas atende bem. E dá pra combinar outros passeios com ele.

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Fomos direto pro porto. A logística de ir no centro é meio complexa e no porto mesmo a gente consegue o imã de geladeira. Passamos em outras lojinhas e pronto. Partiu casa, ops, navio. Deixamos as coisas na cabine e fomos no Windjammer. Como as jacuzzi e piscinas estavam um caos a opção foi curtir a cabine mesmo. Que também é bom demais. Mas eu não dormi, fiquei de boas organizando minha mala. Eram umas 20h eu e irmã fomos na jacuzzi. Saindo da cabine encontramos com o Gede.

O Gede merece um paragrafo a parte. Esse é meu quinto cruzeiro mas acho que o Gede foi o camareiro mais marcante. O Wisky, do Allure também era uma simpatia. Mas o Gede... gente! O Gede é um indonésio de Bali. Conheceu a esposa em um navio trabalhando. Ela também trabalhava no navio. Se casaram e tiveram oito meses em terra. Tiveram um filho e hoje o Gede continua trabalhando em navio e de tempos em tempos vai pra casa. Fica uns dois meses em navios e volta. A esposa dele pelo que entendemos, está ma Indonésia. E o Gede tá pelos mares do Caribe. Um dia eu estava subindo pro deck 11 e quando virei no hall das escadas dei de cara com ele cantando e dançando sozinho. Pensa numa pessoa que trabalha feliz. Depois do David é mais um exemplo de que a felicidade está na simplicidade. Aprendi muito com esses dois, viu? A imagem que eu guardo do Gede é sempre com um sorriso no rosto.

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Curtimos a última jacuzzi da viagem. Não por muito tempo porque tínhamos que entregar as toalhas até às 20h. Depois era tomar banho e fazer a despedida no Sorrentos. Mais uma viagem realizada com sucesso!

Publicado por Akemi Nomura 15:00 Arquivado em São Martinho Comentários (0)

Bonaire

Diver’s Paradise

sunny 32 °C
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Terceira parada: Bonaire

Acordei 6h com irmã chamando pra ir treinar. A nega acordou empolgada. Bora lá então. Troquei de roupa e vamos fazer o treininho de braço. Missão cumprida às 7h da manhã. Trocamos de roupa e fomos tomar café da manhã. O navio ancorou em Bonaire às 8h. Chegamos na terceira parada do Caribe Holandês.

Essa noite eu não dormi bem por conta da ansiedade. Bonaire é uma das poucas ilhas do caribe holandês que ainda pertence ao reino da Holanda. A ilha tem apenas 20 mil habitantes. Bonaire é conhecida por ser o paraíso do mergulho. E já que vinha pra cá, não ia sair sem o log book carimbado. Pesquisei bastante na internet e concluí que mergulhar em Bonaire é caro. Bem caro! Pesquisem bem antes de ir. Tem algumas operadoras perto do porto e o preço acompanha a facilidade, claro. Acabei escolhendo a Beyond the Corals. A comunidade do mergulho costuma ser muito amigável. Mas achei que o pessoal do Beyond the Corals se superou na simpatia. Eita povo solícito. Fechei um pacote privado. Era só pra gente. Buscava no porto e deixava no porto. Praticidade e ao mesmo tempo mais barato.

Nós tivemos uns desencontros e quase que esse passeio não saiu. Irmã estava bem tensa com o discover e Okis estava meio ruim. Quase que fui só eu mergulhar. Descendo no porto fomos caminhando e encontramos o David com uma plaquinha com meu nome. O cara é uma simpatia. Americano, acho que aposentado, trabalhou como diretor de escola mais de 30 anos, separado, filhos adultos, resolveu mudar pra Bonaire. No carro até a loja de mergulho ele foi conversando e acho que deixou Harumi mais segura. O Okis animou e resolveu mergulhar. Harumi estava tensa mas aceitou o desafio. Eu compreendo bem a ansiedade, vi o pânico de perto no meu primeiro checkout. Enfim, chegamos na loja de mergulho e tudo voltou ao primeiro plano: três mergulhadores e mamãe com snorkel.

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Preenchemos os formulários enquanto trocávamos ideia com David. O cara é muito divertido. Como Harumi ia fazer o Discover ela fez um mini curso e uma provinha. Enquanto isso eu e Okis fomos ver o equipamento com o Michael. Equipamentos prontos, Harumi terminou o curso, as coisas foram pro carro, tudo certo. Minha ansiedade estava relativamente controlada. Relativamente... haha.

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Chegamos no primeiro ponto. Tinha que caminhar um pequeno trecho até a “praia”. Praia em Bonaire é algo meio subjetivo. Não existe uma praia daquelas que a gente imagina. Ali tem muita pedra. Era uma praia de pedra. Mas como estávamos com a bota de mergulho e mamãe com o sapato de mar, estava tudo certo. Foi meio hard ir andando com o equipamento pesado nas costas. Mas entrei na água logo pra aliviar o peso.

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A água era meio fria pra entrar mas pra aliviar aquele peso eu nem senti muito. E ficou fresca em dois palitos. Ufa, que alívio. Seguinte, como eu e Okis somos certificados nós podíamos ir sozinhos. Achei tenso mas como o Okis estava de boa então fomos. Double check feito fomos nadando até a parte funda. Agora era só descer. A água é fantástica pro mergulho. O Okis estava empolgado e foi descendo, descendo, eu olhei pro meu medidor e estava 20m, 25m, 30m, 35m, mano, ele pirou.... nós somos open water. Devíamos chegar a 18m no máximo. Chegamos a 37m. Senhooorrrrr!!!! A minha câmera Sony foi pro espaço. Morreu! O mar ali é mais ou menos assim: vc entra e vai afundando levemente. Águas claríssimas. Aí dá uma escurecida e vem um barranco de corais. Ali tem muita vida! Muita mesmo! E esse “barranco” vai beirando a costa. É uma coisa de doido. E é super fácil pra iniciante como nós. Vai seguindo os corais beirando a costa e volta. Controla o nível de oxigênio e está tudo certo. Gente, é lindo demais! Cardumes de peixinhos nadando e a gente passando em volta. Eles não estavam nem aí pra gente. Peixes de todas as cores, corais de todos os formatos. A câmera Sony que eu estava morreu. Não aguentou a profundidade. Não vou ter registro da vida marinha, infelizmente, mas pode acreditar, é fantástico.

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Voltamos pro carro, tiramos o equipamento e bora pro segundo ponto. Bonaire é uma ilha pequena e os pontos são pertinho. Escolheram pra gente pontos bons para iniciantes. O segundo ponto não era tipo uma praia de pedras como o primeiro. Não sei explicar direito. Era tipo uma encosta de pedras. Eram pedras maiores, sabe? Enfim, isso é Bonaire. Aquele padrão de praia não existe, quer dizer, acho que não. Mas o mar... coisa linda! David explicou pra gente como a gente ia entrar na praia. Mas antes de entrar fizemos a pausa pro almoço. A Kim mandou dois galões, um com água e outro com suco de maçã. O almoço foi sushi vegano e de sobremesa era tipo uma barrinha de cereal. Olha só, não é minha praia mas comi tudo. Estava bom mas não é o tipo de coisa que eu escolheria num buffet. Mas tá tudo bem! Rs.

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Uma pausa de assunto mergulho pra falar do David. Enquanto a gente almoçava trocamos umas ideias com o David. Ele trocou Chicago por Bonaire. Imagina sair de uma metrópole americana pra uma ilha no Caribe com 20 mil habitantes? Deixar pra trás toda facilidade de se morar numa grande cidade americana? Morar em uma ilha com de uma certa forma isolada? Cultura européia? Cara, na minha cabeça é muita mudança. Ele falou sobre o estilo de vida que ele leva. Falou sobre o que tinha nos Estados Unidos mas pensava se realmente precisava de tudo aquilo. Ir morar em Bonaire fez ele perceber que ele podia viver com muito menos. Que ele não precisava de muito. Disse que não mora naquelas casas grandes que tem na ilha até porque só pra ele não tinha necessidade. Interessante esse ponto de vista. Tudo bem que eu ainda acho uma mudança drástica. Eu mudaria para Florida, haha. Mas tem coisas que a gente realmente deveria refletir. Do que a gente realmente precisa pra viver. Viajar é um eterno aprendizado.

Partiu nos equipar. Roupinha de neoprene, calça a bota, veste o colete e bora andar com aquele peso nas costas morrendo de medo de escorregar nas pedras. Mas deu tudo certo. Passando a tensão inicial e chegando na areia ficou fácil. Dessa vez levei a gopro. Mas a anta aqui quando comprou, comprou a silver. Bad idea! A silver não aceita a caixa estanque! Que ódio! Resumindo, só podia ir até dez metros. E a gopro eu não ia arriscar. Então controlei a profundidade de forma espartana. Tudo bem, podia ter ido mais fundo sem a câmera. Mas vou falar uma coisa, descendo cinco metros você já vê uma vida absurda. Eu ficava em torno dos 9 metros e foi lindo demais. E passei por Bonaire tendo registrado pelo menos um dos mergulhos! Tinha um cardume de peixe com listras amarelas que ficava paradinho. Quando eu vi eu estiquei o braço, fiquei quietinha e deixei a correnteza me levar até perto deles. Muito legal. Eles nem ligaram pra minha presença, hehe. Fiz isso com outros peixes também. Fiquei apaixonada por toda aquela vida marinha. É lindo demais gente! O mergulho me mostrou um outro mundo. Um mundo maravilhoso! Não foi nada fácil pra mim começar a mergulhar. Mas valeu muito a pena! Esse mergulho de Bonaire me deu muita segurança. Certeza que nos próximos vou estar bem mais segura. E esse segundo mergulho foi fantástico! Saindo daquele mar maravilhoso e aquele céu azul o David me vira pra trás e fala: “Outro dia difícil no escritório”. Hahahaha... Senta que vem chuva de fotos:

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Ah, lembra que eu falei que provavelmente não voltaria para Bonaire? Depois do primeiro mergulho eu já tinha certeza que ia voltar. Depois do segundo mergulho já estou contando os dias. Acho ótimo quando eu não crio grandes expectativas e de uma certa forma subestimo o lugar antes de conhecer. Normalmente eu acabo surpreendida positivamente. Que eu continue quebrando a cara! Hahahaha...

Voltamos pra loja pra pegar nossas coisas. Deixamos as coisas de valor lá e o peso que eu não estava a fim de carregar. A ilha aparenta ser segura mas eles ficaram preocupados em deixar coisas de valor no carro. É muito comum o pessoal alugar carro e equipamentos e ir parando nos pontos. Então é bom atentar pra segurança. Meu bem mais valioso é meu passaporte. Eu sempre desço de cruzeiro com passaporte. A Kim disse que “eles” não procuram passaporte. Mas acharam melhor não deixar no carro. Então tá, né? Como terminamos o segundo mergulho 13h30 tínhamos tempo de sobra. Fomos lá, pegamos as coisas, despedimos da Kim e do Michael e tiramos uma fotinha com o David, nosso “dive-guide”.

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Super recomendo o Beyond the Corals. Entre em contato com eles por email e expliquem o que vocês querem. Eles respondem rápido, são super cordiais, eles também providenciam tudo que você precisa. Foi um passeio no estilo private. E sim, sai mais barato que perto do porto que, além disso, ainda é exclusivo e não em galera. Pra iniciantes é muito bom ter uma atenção exclusiva.

David deixou a gente no centro, explicou um pouquinho da região e nos despedimos. Fomos no “centrinho” mas vou te falar, umas coisas caras viu? Senhooorrrr! É pequenininho, mais roots que as outras ilhas, claro, mas é arranjadinho. O David indicou uma gelateria e fomos lá. Cheia de holandeses, claro. Depois andamos mais nas lojinhas e voltamos pro navio eram umas 15h. Que dia! Todo mundo voltou feliz! Irmã tendo vencido o medo e mergulhado duas vezes deixou todo mundo feliz. Ela então, nem se fala! A pequena Bonaire encantou a todos.

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Entramos no navio e fomos no quarto deixar as coisas. Partiu Windjammer! Almoço vegano pede um complemento, hehe. Depois rolou uma preguiça. Muita preguiça mesmo. Mas eu resisti pois já estávamos saindo de Bonaire e eu não tinha terminado o post de Curaçao. Aconteceu tanta coisa hoje que já estava esquecendo de o tem. A internet do navio não ajuda muito mas consegui terminar. Amanhã é dia de navegação mesmo, aí eu escrevo sobre Bonaire descansada pra dar a atenção que a pequena ilha merece.

Deu umas 20h e tinha que fazer alguma coisa. Gosto de curtir a cabine mas tava começando a rolar uma fominha. Perguntei se mamãe não ia querer ir na jacuzzi ela quase pulou da cama. Mandei mensagem avisando que iríamos na jacuzzi e depois comer no Sorrentos. Uns 15 minutos depois Harumi chegou. Okis foi treinar. Saímos da jacuzzi e fomos na cabine tomar uma ducha. Depois jantamos no Sorrentos. Eu estava caindo de sono. Eram mais de 22h. Eu dormi mal a noite anterior além de dormir cedo normalmente. Então não dei conta do passeio no Promenade. Apaguei! Mergulho é um troço que cansa. Parece bobagem mas pro corpo acostumar e se adaptar embaixo da água demanda esforço. Ótimo pra emagrecer, haha! Última foto pra deixar registrado o que foi Bonaire:

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Publicado por Akemi Nomura 13:59 Arquivado em Países Baixos Caribenhos Comentários (0)

Curaçao

Caribe holandês - parte 2

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Segunda parada: Curaçao

Acordei cedo se novo e resolvi ir pra academia cedo. Mamãe empolgou também e foi depois. Rolou um hiit e um treino de braço.

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Depois fomos tomar café. A parada em Curaçao é até longa, o navio sai às 20h então o dia é longo. Já sabia pra onde queria ir. Curaçao é cheia de praias maravilhosas mas como só tenho um dia tinha que escolher. Pesquisei bastante antes e cheguei a três praias:
- Kenepa Grandi
- Cas Abao
- Porto Mari

Eu não lembro porque eu tirei Porto Mari da lista mas ela é maravilhosa tá? Bom, Kenepa Grandi parece ser a mais famosa por um detalhe. Quando você chega na praia você passa por um mirante com a vista pro mar. E ver a praia de cima com o sol batendo é outra coisa né? Ainda sobre Kenepa Grandi li que é uma praia pública, fica bem longe do porto e é bem roots. Lembrando que Curaçao é um padrão mais europeu então não tem aquela estrutura disponível em Aruba.

Acabei que decidi por Cas Abao por alguns motivos: é paga e apesar de ser barato ajuda a diminuir o número de pessoas, tem aluguel de cadeiras, tem uma certa estrutura pra ficar o dia inteiro e, por fim, falaram ser um bom lugar pra fazer snorkel. Fechada a praia o próximo passo era chegar lá. O acesso em Curaçao é mais complexo. Sabia que o táxi ia custar meio rim. Pensei em alugar um carro por uma dia e identifiquei uma Budget no Renaissance perto do porto. Mapeei o hotel até pelo google maps, haha. Descendo no porto eu ia perguntar no informações ao turista.

Mais uma vez, Curaçao é mais roots que Aruba. A chegada no porto é mais simples. Fui no informações ao turista e é o seguinte:
- Transporte público pode esquecer porque não chega lá
- Táxi custa a bagatela de US$60 cada trecho. E o problema seria voltar pois tem que combinar com o taxista. E o medo dele não aparecer?
- Tem um ônibus no porto que falaram que vai até lá. Custa US$24 isa e volta. Mas fiquei na dúvida se vai mesmo.
- Aluguel de carro

Por fim nossa opção foi pelo aluguel. Tem uma Avis no porto mas é bom reservar antes pois quando chegamos não tinha carro. O carro mais barato custa US$88 na Avis. Mas como eu disse antes tem uma budget no Renaissance. Fomos até lá. A Budget fica dentro do hotel mas é só perguntar na entrada. Demorou um pouco mas tinha carro, ufa! Como a parada era longa não rolou pressa. Pegamos a estrada e rodamos pouco mais de 20km até chegar lá.

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Chegando lá a primeira coisa que observamos foi a cor do mar. Inexplicável! Só estando aqui pra ver. A praia já estava bem cheia. A dica aqui é não chegar muito tarde por conta das palapas. Ficar no sol não é uma boa ideia. As sombras estavam praticamente todas tomadas. Mas achamos uma parte coberta grande. Parecia não ser usada e não tinha ninguém. Colocamos as cadeiras ali e pronto. Era só curtir o dia. Ah, três coisas. A praia é privada e a entrada custa US$6 por carro. As cadeiras custas U$3 cada com direito a uma ducha. E, por fim, recomendo usar aquelas sapatilhas pra praia, sabe? A praia tem bastante pedra que incomoda bastante se estiver descalço. Li isso num blog antes de sair do navio. Corremos e levamos os sapatos. Ufa!

Aí fui direto pra água. Harumi já tinha ido fazer snorkel então fui também. Tiramos fotinhas, mergulhamos, vimos peixinhos. Depois vimos mamãe de colete mais no raso. Deixei a gopro com a Harumi e fui buscar ela. Ela ainda tem muito medo de quando não dá pé. Ela resistiu um pouco, disse que queria ficar ali, enfim, pedi pra ela confiar em mim que eu não ia deixar nada acontecer. Peguei ma mão dela e fui levando devagar. Distraía ela mostrando os peixinhos e de repente ela estava no fundo perto da Harumi. Ela ainda estava meio em pânico mas eu falei suave que estava tudo bem e que a gente não ia deixar nada acontecer com ela. Aos poucos ela foi criando coragem e eu fui soltando a mão dela. Se repente ela estava sozinha fazendo snorkel no fundo. Claro que fiquei por perto pra ela ficar tranquila. Mas ela acabou não precisando de ajuda e pode aproveitar um pouquinho mais.

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Depois eu só queria ficar de bobeira dentro da água. Dessa vez retocando o protetor um milhão de vezes pois estava toda ardida de Aruba. Saí e o Okis perguntou se ia rolar um peixinho. Fui no restaurante e peguei duas porções de peixe e batatinha. Só errei na quantidade, achava que era menor a porção e peguei duas, haha. Foi muito! Mas mesmo assim demos conta do recado. Depois de comer resolvi arriscar o drone. Fui no estacionamento com mamãe e consegui levantar ele. Venta muito aqui eu fiquei com medo mas foi de boa. As fotos? Maravilhosas!

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Depois voltei pro mar e fui no snorkel de novo. Parece que não mas esse nada pra cá e pra lá a gente perde calorias pra caramba. Mas voltei logo pois tinha acabado de comer e fiquei com medo de ter uma congestão. Fiquei no raso mesmo. E foi assim que curtimos essa água maravilhosa. Senta que vem chuva de fotos.

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A gente até tinha pensado em parar em outra praia mas estava tão bom ali que resolvemos curtir o máximo possível. A gente tinha que entregar o carro até 16h30 e como levava um certo tempo nós saímos de Cas Abao às 15h30. Ah, esqueci de falar. O aluguel saiu US$61,57 com seguro, ou seja, quase metade do táxi. O combustível deu uns US$5 a US$10 mas nós erramos e acabamos enchendo o tanque. Mas tá tudo bem! Voltamos e entregamos o carro. Depois voltamos pro navio. Tomamos banho e fomos no centrinho. Aqui achei o centrinho melhor do que o de Aruba. Mais coisas pra fazer sabe? Muito lindinho mesmo.

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Imã comprado partiu navio! Hoje tem show de patinação no gelo. As coisas que tornam a Royal diferenciada. O show teve a mesma qualidade do show do Allure. Os lugares são limitados então corre. Valeu a pena!

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Saí dali morrendo de sono. Gente, eu durmo super bem nesse navio mas acho que praia dá sono. Ainda fomos no Windjammer mas eu confesso que estava com mais sono do que fome. Saindo do Windjammer foi só deitar e agradecer pelo dia e pela imensidão azul de Curaçao. Só levo boas lembranças!

Publicado por Akemi Nomura 15:58 Arquivado em Curaçao Comentários (0)

De volta para Aruba

One happy island

sunny
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Primeira parada: Aruba

Acordei pouco antes das 5h. Tem mais alguém que acorda cedo assim nas férias? Enrolei, tentei dormir um pouco, cochilei, acordei, cochilei, acordei, e foi assim até 5h30. Depois acabei levantando. O café da manhã só começa às 7h então decidi ir no último deck ver qual é. Gente, ventava muito. Mas muito mesmo. O navio já se aproximava de Aruba, não podia ser diferente. Aruba venta muito! Tentei correr e o vento não deixava. Ora me segurava, ora me empurrava. Fora que me fazia comer cabelo. Dava não!

Resolvi sair de lá e desci um andar. Resolvi ver a academia, estava bem cheia a parte de cardio mas mesmo assim tinha esteira vaga. Musculação pouca gente fazia. Como não ia dar tempo fui só na esteira correr um pouquinho e caminhar. Isso antes do café da manhã. A vista da varanda na chegada já estava show!

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Chegamos no Windjammer e fui direto no foco: bacon e ovos. Acho que exagerei no bacon, haha. Quando sentei na mesa pra comer já tinha comido vários. Estava sem fome. Gente, fica a dica de bacon com ovos no café da manhã do navio, é proteína pura e sustenta horrores. Depois do café voltei na cabine, arrumei as coisas e partiu Aruba!

Aruba já foi território holandês. Eles são independentes desde 1986. Falam um monte de língua: inglês, holandês, espanhol, papiamento, sei lá mais o quê. Aqui, como já disse, venta muito. Mas muito mesmo. E é o que faz ser suportável os dias de calor absurdo. Em média a temperatura de Aruba é 28 graus quase o ano todo. Chove muito pouco, cerca de 8mm por ano. Mas eles não tem problemas nem com água nem com energia. O povo é super acolhedor. É minha segunda vez aqui. Sabia que um dia eu ia voltar. E volto de novo, fácil!

Bom, como já conhecia Aruba já sabia das praias. Pra mim a praia mais bonita de Aruba é Eagle Beach. Mas como não tem muita estrutura (pelo menos em 2012 não tinha), escolhi Palm Beach. Palm Beach é mais famosa e tem uma boa estrutura na praia. Acabou que ficamos no mesmo lugar que eu fiquei em 2013. Que coisa não? Era a mesma pessoa que alugou as cadeiras e a palapa. O hotel que eu fiquei agora tem cadeiras na praia. Nessa área a gente podia usar banheiros e ducha do Hyatt. Tipo, a gente passava de boa por dentro do hotel. Se quisesse usar piscina não tinha problema nenhum porque o controle é zero. Mas banheiro e ducha acho que era um tipo de acordo. Cada cadeira era US$5 e a palapa era US$25.

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Perder tempo pra quê né? Bora pro mar. A água estava meio fria pra entrar, confesso. Mas era coisa de dois minutos pra acostumar e não querer mais sair. Aí o dia foi assim, mar, mar e mar. Só tenho a agradecer por ter tido essa oportunidade. Vir para Aruba uma vez já é um privilégio, vir duas vezes então é uma benção.

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Depois resolvi caminhar um pouquinho com mamãe pra ver outro ângulo da praia. Chegamos em um pequeno pier que a água estava absurdamente absurda. Sério, era um tom de água que hipnotizava. As fotos saíram maravilhosas com o gopro. Ficou bem próximo do real!

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Ainda rolou mais praia porque o mar estava lindo.

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Bom, chegamos na praia acredito que umas 9h e saímos umas 15h30. O sol estava bem quente. Mas foi exatamente isso que vim procurar no Caribe. Quem quer passar frio aqui? Tomei uma ducha no Hyatt pra não ficar com aquela coisa de água salgada, sabe? Depois pegamos um carro no Hyatt mesmo. Cara, eles trataram a gente como hóspedes. Foi um dia bem produtivo. Minha irmã quis parar no Cinnabon na volta e o taxista foi super solícito.

A corrida de táxi em Aruba é tabelada então pode ficar tranquilo que aqui ninguém passa a perna não. Cada trecho era US$16. Mas como na volta o cara parou no Cinnabon de boa acabamos deixando US$20. Outra opção pra chegar em Palm Beach é o transporte público. A passagem ida e volta por pessoa sai por US$5. Fomos de táxi pelo conforto. Mas como as coisas funcionam bem em Aruba a opção do ônibus deve ser considerada.

Voltamos pro navio e fomos direto no Windjammer. Comemos umas coisinhas, deixamos as coisas no quarto e fomos andar no centrinho. O sol estava rachando. O ima estava garantido. Ah, o boné do João também compramos aqui. As lojinhas de souvenires eram basicamente as mesmas coisas. Mas achamos um letreiro de Aruba bem grande e vazio pra registrar nossa passagem.

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Tava todo mundo meio baqueado então voltamos pro navio. Minha corridinha matinal foi providencial. Junta isso com as nadadas até o fundo na praia, as caminhadas dentro e fora da água, foram mais de 1000 calorias ativas. Então estou em paz com meu compromisso de atividade física. Depois resolvi ir pra jacuzzi dar um relax. Antes eu e mamãe passamos no Windjammer pra forrar o estômago e encher as garrafinhas de água. Depois era só ficar de boa na jacuzzi pra relaxar a musculatura e dormir bem!

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Voltando pro quarto minha internet deu bobeira. Já estava de banho tomado e pronta pra deitar... troquei de roupa e desci lá no atendimento ao cliente. O cara resolveu... ufa! Voltando encontrei irmã e chamei ela pra ir na lojinha de perfume. Fui arrumar a internet e voltei com um perfume, hehe. Que coisa! Agora chega! Cansei! Boa noite!

Publicado por Akemi Nomura 02:54 Arquivado em Aruba Comentários (0)

Primeiro dia navegando

Freedom of the Seas

sunny

Primeiro dia navegando. Acordei cedo, eram 5h30. Até dei uma enrolada, depois levantei e fui sentar um pouco na sacada. Aquele marzão azul completamente flat. Sentei ali e fiquei pensando em nada. Depois resolvi ir pegar lugar perto da jacuzzi do Solarium. Levei duas cangas e peguei duas toalhas.

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Mamãe falou que vinha mas sumiu. Fui na cabine pegar protetor, deixei na cadeira e fui tomar café. Depois mamãe apareceu lá. Um pouco depois Harumi e Okis chegaram. Já tinha uma hora que eu tinha chegado mas eu fiquei no bacon com ovo, café com leite, iogurte e aveia. Proteína e

Depois era só deitar na cadeira ou ficar cozinhando na jacuzzi esperando o almoço. Levantamos uma hora pra dar uma volta no navio. Depois abriu o fatídico sorvete de maquina na piscina. Affff.... difícil fazer dieta no navio viu? Rolou mais jacuzzi e até dormi na cadeira depois. Ouvi uma barulheira na piscina do lado e fui ver o que era. Concurso de homem mais sexy do navio. Gente, estava muito divertido. O animador era brasileiro e era zoeira demais. Os caras entraram na brincadeira, fizeram dança “sensual”, teve um que sentou no colo de uma das juradas... hahaha. Foi o vencedor!

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Já eram quase 14h quando fomos almoçar. O problema do almoço é aquela batatinha maledeta. Mas o primeiro prato foi um saladão com peixe. Pra equilibrar veio aquela batatinha com uns pedacinhos de carne de porco. Proteína pra segurar o pico de glicose, hehe. Pareço uma doida que só fala de dieta né? Mas eu sei de onde eu vim e pra onde não vou voltar!

Agora era só esperar a hora do treino. E foi assim, jacuzzi, cadeira, aula de salsa, sorvete... nada pra fazer. Parece ruim mas se vc pega um rota com parada todo dia tem dia que você quer um dia de navegação. Eu curti esse dia sem fazer nada porque entrar no navio e já descer no dia seguinte é muita pressão pra essa alma preguiçosa minha, haha. Bora treinar meu povo!

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Depois do treino resolvemos dar um zig no banho. Reforça o desodorante e vamos jantar. Eram 19h30 e o jantar no Windjammer ia até 21h. Troquei de roupa, coloquei um maio, uma bermuda e pronto. Mas gente, era a noite formal. O povo colocou terno, longo e salto alto até pra jantar no Windjammer. E eu lá de bermuda jeans e maio, haha. Bom, eu nunca curti formalidade. Além de achar uma tremenda bobagem carregar essas roupas num cruzeiro. Pra quê isso? Mas uma coisa é certa, povo nos navios da Royal estão prontos para casamento. Enfim, segue o jogo. Jantamos e tinha aquelas malditas comidinhas junk. Phoda! Depois fomos tomar um banho noturno de jacuzzi. Estava bem quente ao entrar mas depois ficou gostoso. Depois da jacuzzi um banho e vou dormir que nem um bebê gordo!

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Boa noite!

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Publicado por Akemi Nomura 18:48 Arquivado em Aruba Comentários (0)

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