Um blog do Travellerspoint

Por este autor: Akemi Nomura

Varadero x Havana x Brasil

O retorno

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A saga do retorno.

Hoje, dia 11/11, começa o retorno para Havana. O voo sai amanhã às 7h30 da capital. Podia ter escolhido um voo mais tarde, mas ia chegar no Brasil de madrugada. Esse voo chega às 21h. O ônibus sai às 12h55 do Terminal de Varadero, então temos tempo de curtir um pouquinho a manhã.

O dia amanheceu lindo. Eu podia lamentar estar indo embora hoje mas estou feliz de ter desfrutado dos dias aqui. Só um dia que não colaborou mas eu aproveitei do jeito que dava. Acordei cedo e às 7h estávamos tomando café. Sem delongas, fomos para a praia. O mar tinha hora que parecia menos agitado que nos dias anteriores, depois pareceu mais agitado. Fomos caminhar e curtir um pouco da praia.

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Na volta, resolvi tomar um sol com o pé na areia. Não tínhamos muito tempo. Depois das 9h fomos fazer mais uma caminhada. Na volta, tinha um ponto que o mar estava mais calmo. Resolvi dar um mergulho. Mergulhei de verdade dessa vez, molhei a cabeça e tive a sensação de alma lavada. Agora sim podia ir embora feliz de Cuba. Deixamos umas compras que fizemos para o Sr Humberto, que trabalha na praia, e nos despedimos. Ele chegou a enxugar umas lágrimas. Disse para levarmos a informação pro Brasil de que os cubanos tem muita estima pelo nosso povo. E que estaremos sempre nas orações dele. Enquanto a gente subia para o hotel ele ficou esperando e quando a gente já estava lá em cima, olhando pra praia, ele estava acenando se despedindo.

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Fomos na área de piscina devolver as toalhas. Perguntei pra moça se tinham muitos brasileiros no hotel porque não encontramos com nenhum. Ela disse que não e depois completou: “somos cubanos”. Achei forte, como se a impressão deles era de que os brasileiros não gostavam dos cubanos. Doeu, viu!

Fomos no restaurante de novo. A ideia era comer alguma coisa porque a gente não ia almoçar. Chegando lá encontramos com a Lázara, que trabalha lá. Perguntei se tinha problema entrar com roupa de praia e ela disse que não. Disse à ela que a gente queria comer alguma coisa porque não iríamos almoçar e ela falou pra gente montar uns sanduíches que ela dava uns guardanapos. Não recusei. Montei o sanduíche e peguei mais uns negocinhos. Não estava com a mínima fome, então vai ser bom ter algo pra levar. Uma outra garçonete simpática guardou o adoçante que eu tinha esquecido. Esse pessoal aqui é muito gente boa.

Fomos pro quarto terminar de arrumar as coisas, tomar um banho e tomar um rumo. Já estava tudo encaminhado desde ontem à noite, então era só recolher o restante e pronto. Fizemos o check out 11h e ficamos na recepção uns vinte minutos.

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Chamamos um táxi e fomos pro Terminal da Via Azul. Dessa vez chegamos com mais de 1h de antecedência, ou seja, sem bronca. O sistema aqui é roots, então é melhor chegar cedo e fazer as coisas com tranquilidade. Dessa vez saiu com uns 20 minutos de atraso. Posso dar uma bronca neles? Kkkkkkk.

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No final não teve parada para banheiro. Só fomos comer algo lá pelas 15h30. Comi metade do sanduíche que fiz no hotel. Nem tava com tanta fome, foi mais o psicológico de ter tomado café às 7h e não ter almoçado. E por volta das 16h15 chegamos no Terminal da Via Azul. Na saída do terminal já ficam vários taxistas oferecendo serviço. Só que dessa vez estávamos indo pra uma região perto do aeroporto. Era um pouco longe e complexo pra eu explicar. Mas o motorista ligou pra proprietária da casa que deu as coordenadas. No caminho mamãe ficava observando tudo. Eu achei interessante o contraste de um carro novo com o velho. Cuba não é só velharia não gente.

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Chegamos por volta de 17h10. Foi bom ter vindo nesse horário. Chegamos tranquilas. Já pedi o jantar na casa porque a região aqui não tem nada. Já fechei com o proprietário para nos levar amanhã bem cedo no aeroporto. A casa parece um sitio. Tem até vaca mugindo. O ambiente tem a casa do casal. A casa da filha e a casa do filho. O terreno é grande, então eles construíram quartos para alugar. Fizeram um lugar agradável para servir o jantar, uma gracinha.

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Acabou mais uma viagem! Foram dias incríveis em Cuba. Havana me surpreendeu positivamente. Tem seus problemas, claro. As ruas tem uma bela arquitetura em que pese algumas quadras muito degradadas. A comida é gostosa porém não diria que é o forte. O forte é o povo, sem dúvida. Caloro, receptivo e adora os brasileiros. Varadero é veraneio. É praia, calor, descanso. É muita salsa e muito merengue. É mojito e piña colada. É mar azul e paz.

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No que se refere ao turismo em Cuba, tinha ouvido falar algumas coisas que vale a pena comentar. Outras são apenas vivências.
1) Falaram que lá pessoas na rua pediam até papel higiênico pros turistas. Não vi nada disso. Apenas em duas situações fui abordada na rua de gente pedindo dinheiro. E vamos combinar que no Brasil isso é mais que normal. Mas eu sei que lá eles tem difícil acesso a muitas coisas devido aos embargos. Mas, salvo em dois momentos, não fui abordada por pessoas pedindo nada.
2) Falaram que lá tem muita abordagem na rua, querendo vender coisas, levar pra restaurante, coisa que tem em todo lugar no mundo, mas, em Cuba seriam especialmente chatos. Olha, já tenho uma bagagem pra dizer que eles não incomodam tanto assim não. Já passei por lugares com abordagens muito mais chatas, mas bota muito nisso. Talvez tenha ajudado eu já ir esperando isso, mas, quando eu lembro as abordagens de Cartagena, eu acho os cubanos bem tranquilinhos.
3) Táxi: confirme o preço antes com o motorista. Por exemplo, o proprietário da casa perguntou se eu queria táxi do aeroporto. Falei que sim. Ele me disse que o preço era US$30. Fechei! Era só pagar pro motorista. Quando chegamos no lugar o motorista queria cobrar US$35. Em Varadero foi a mesma coisa. Tinham cobrado US$10 do Terminal até o hotel e na volta foi US$15. Nesse caso eu não cheguei a perguntar o preço então nem posso reclamar.
4) Restaurante: quando for fazer um pedido, tire uma foto do cardápio. Pode acontecer de nada hora de pagar o valor do prato na conta estar mais alto e você nem perceber. Não chega a ser uma diferença exorbitante, até porque comida é barata em Cuba e você fica até com pena. Mas não deixa de ser má fé, né? Só um dos lugares que aconteceu isso, então não vou generalizar. Mas o senhor da casa onde ficamos nos alertou dessa possibilidade.

Agora, quanto à viagem:

Nunca quis entrar nessa discussão de comunismo, socialismo, sei lá o quê. Vim com o coração aberto pra entender o ser humano, acima de tudo. Sei que vi um povo passando por extrema dificuldade agora. Um povo que precisa que o mundo estenda a mão, e não vire a cara. A quantidade de gente que olhou torto quando eu disse que vinha pra cá não tá escrito. Esse delírio coletivo que acontece hoje no Brasil me assusta. Abrir os coração, entender o outro, ter empatia, isso te faz ser humano.

Por fim: Viva Cuba!

Publicado por Akemi Nomura 18:42 Arquivado em Cuba Comentários (0)

Havana x Varadero

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  • ** Publiquei foram de ordem, jurava que já tinha publicado esse.

Hoje teve mudança de horário em Cuba, os relógios foram antecipados em uma hora, ou seja, sem risco de perder a hora. Como levantei cedo, já me troquei e Soraya já estava lá organizando o café. Aí ela nos avisou da mudança de horário e que iria nos chamar caso a gente não acordasse. Fofa!

Tomamos café mais cedo que o marcado e foi bom porque fizemos tudo sem correria. Acertei o café da manhã e as águas. O café foi 40 dólares/euros no total, 5 por dia por pessoa. Achei de boa porque ia ser bem difícil achar onde tomar café aqui, nem no supermercado a gente conseguia entrar. E era bem servido com suco, frutas, leite, café, pão, queijo, ovo, crepe, ou seja, valeu a pena. Ficamos sabendo que leite e ovo são raros de encontrar ultimamente então estava muito bom nosso café. A água foi 100 pesos cada garrafinha de 500ml. Engraçado que cada coisa foi cobrada numa moeda. Muito doido isso.

Essa questão da moeda é bom ficar atento. Se estiverem te cobrando em dólar/euro e não tiver nenhuma informação de câmbio, pergunte pra ver qual vale mais a pena. No câmbio oficial vale a pena pagar em moeda nacional. Alguns restaurantes deixam claro o câmbio que usam quando é diferente do oficial. Uns usam o câmbio das ruas que é 150 por 1. Outros usam 140. Mas se não falam nada com certeza é o câmbio oficial, ou seja, 120. Isso se você estiver trocando fora do oficial, naturalmente. Por exemplo, teve um restaurante que a conta deu US$20 ou MN2400. O câmbio era oficial. Porém eu consigo MN3000 com esses US$20, então não era vantagem pagar em dólar e sim e moeda nacional. Eu não troquei na rua porque eu sempre tenho um certo receio. Mas consegui o mesmo valor com uma pessoa de confiança. Um youtuber falou que conseguem até por 180, mas não achei (também não fiquei procurando). O câmbio de 150 foi o que me ofereceram. Depois fui saber que o câmbio da rua pode variar conforme a procura por turistas. Provavelmente quando eu cheguei já começou a ter um certo movimento da ilha, aí a busca aumenta e a cotação diminui.

Eu também tinha visto que quando você faz o câmbio oficial o dólar americano tem cobrança de taxa que o euro não tem. Aqui eles consideram dólar e euro a mesma coisa na hora de cobrar, tá? Como quando eu comprei o euro estava incrivelmente mais barato que o dólar americano, dei preferência ao euro. Mas tudo depende da época que você vier e da disposição em ficar fazendo conta… kkkkkkk….

Chegamos no Terminal de Ônibus da Via Azul 40 minutos antes e levamos uma bronca. A mulher estava meio brava, falou pra eu ler o que estava escrito no papel que tinha que chegar uma hora antes. Disse que íamos embarcar mas que da próxima vez era pra prestar atenção no horário…. Kkkkkk…. Eu acho que era isso pq eu não entendi muita coisa do que ela falou mesmo. Trocou a passagem, despachou a mala e mandou a gente esperar na sala ao lado. Aqui tem duas opções de linha de ônibus. Uma para os cubanos e outra para os turistas. A sala de espera é separada também, viu? A viagem até Varadero é tranquila, o ônibus fez uma parada no caminho para quem quisesse comer ou usar banheiro e depois seguimos. Três horas e pouco depois chegamos: Varadero!

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Chegando no Terminal desci rapidinho porque vi poucos táxis. A corrida até o hotel custa 10 pesos/dólares ou 2000 pesos cubanos. Aqui vale a pena a moeda estrangeira mas como eu não tinha trocado paguei em moeda nacional. Conta como gorjeta. Em uns dez minutos chegamos no hotel. O tempo estava esquisito, ventava bastante, tinha chovido.

Posso dizer que fiz as pazes com o Meliã. Eu tinha me prometido nunca mais voltar ao Meliã depois de Punta Cana. Mas as falhas que tiveram lá não ocorreram aqui. Chegamos por volta de meio dia e nosso quarto já estava liberado. Tinha um moço pra levar as malas, achei bom. Lá em Punta Cana a gente saía arrastando até o quarto, nem carrinho tinha. Gente, colocaram pulseira!!! Eu me senti tão incluída…. Kkkkkkk. Traumas de Punta Cana. Ainda vou colocar o post de lá. Por fim, o quarto, apesar de antigo, não cheirava mofo (coisas de Punta Cana). Estava até cheiroso. O serviço foi extremamente satisfatório. Às 13h o almoço abriu, então depois de arrumar as coisas resolvemos ir almoçar antes de ir pra praia.

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O bufê de almoço aqui é típico de hotel all inclusive, ou seja, nada especial. Uns trem bom, uns trem ruim. Depois do almoço fomos para praia. Aqui achei a areia mais escura e o mar menos transparente que Havana. Estava agitado, porém com ondas mais baixas. Tinha um pouco de pedra. A água estava uma delícia. Pegamos uma cadeira e foi só curtir.

Mais pro fim da tarde voltamos pro quarto pra tomar banho. Aqui temos uma internet decente, oba! Fomos andar um pouco pelo hotel. Não é gigante, não está lotado, aqui do lado tem outro Meliã. Entre eles tem um centro comercial, um shopping. Muita loja já estava fechada (por volta de 18h30). Mas a gente só queria ver o que que tinha. Tinha um supermercado que dava pra entrar. Também aqui nem tem morador, só turista, feito pra turista, ou cubano com dinheiro. Parecia meio chique, sabe? Porém tinha pouquíssimas coisas também. Era maiorzinho em relação ao que a gente entrou em Havana. Mas você olhava as geladeiras quase tudo vazia. Coisa triste isso aqui. Depois olhamos outras lojinhas e voltamos pro hotel. O jantar já estava aberto. Eram 18h40 ainda mas como estávamos no fuso do horário antigo (hoje entrou o horário de inverno), já estava com fome.

Voltei pro quarto já com sono. Não sem antes curtir a internet um pouquinho. Nunca dei tanto valor a internet sem restrição. Ventava bastante esta noite, caramba. O coqueiro da minha janela some e volta (estou no terceiro andar). O tempo está oscilando um pouco, ameaçando chuva. Mas quem tá na chuva…. Amanhã será outro dia.

Publicado por Akemi Nomura 18:40 Arquivado em Cuba Comentários (0)

Varadero

O balneário mais famoso de Cuba

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Varadero, o balneário mais famoso de Cuba. Vamos ficar quatro dias aqui então o objetivo desse post é resumir esses dias, afinal, a rotina em um resort all inclusive pode ser cansativa, hehe. Varadero é uma península na província de Matanzas e fica a cerca de 42km da cidade de mesmo nome e 145 km de Havana. A região começou a ser procurada por cubanos endinheirados no século XIX. Nos anos de 1950 americanos passaram a frequentar a região no período de Fulgêncio Batista.

Existem várias formas de ir de Havana para Varadero. Você pode fechar um táxi privado, táxi compartilhado, alugar carro ou ônibus. Não sei dizer se tem voo nesse trecho. Optamos pelo ônibus da Via Azul, como falei ontem. Cada trecho custa US$9 por pessoa. O ônibus é bom, confortável, tem ar condicionado, enfim, atende bem. Essa linha só pode ser usada por turista. Até a sala de espera é separada. Comprei pela internet no site da Via Azul. O site é um pouco instável, tem dia que funciona, tem dia que não funciona. Paciência! Se não der certo tenta no dia seguinte. Em último caso compra assim que chegar em Havana. Deixar pra comprar no dia eu acho arriscado. O ideal é comprar pela internet porque o terminal é muito fora de mão em Havana. Aí você não perde tempo e dinheiro durante sua estada em Havana pra ir lá comprar. A viagem leva em torno de 3h com uma parada no caminho para usar banheiro e lanche, tudo bem limpinho. A estrada é boa e a viagem foi muito tranquila. Ah, se tiver com a passagem comprada pela internet tem que chegar com pelo menos uma hora de antecedência tá? Pra não levar bronca que nem eu…. Kkkkkk.

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Ficamos no Meliá Varadero. Essa gigante rede de hotéis tem no mundo inteiro, e aqui não é diferente, conta com várias unidades ao longo da costa. Esses resorts all inclusive pra mim são todos iguais. Tendo um bom quarto, refeições ok e estrutura de praia tá ótima. E o Meliá Varadero atendeu bem. O serviço aqui é ótimo. Em Havana achei algumas coisas meio ruins de serviço mas aqui não tenho nada a reclamar.

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Uma coisa que me chamou a atenção aqui foi a falta de brasileiros. Brasileiro tá em tudo quanto é lugar mas aqui ainda não achei. E curioso que sempre que ouvem a gente falando português perguntam se somos de Portugal, nunca do Brasil. O taxista de Havana disse que não tinham muitos brasileiros em Cuba ultimamente mas que achava que com a eleição do Lula iria aumentar. Sério que tem alguma relação? Não consigo ver isso.

Achei curioso também a quantidade de europeu, russos em especial. Muito russo por aqui. A última vez que vi tanto russo foi em São Petersburgo, kkkkkk. O centro de mergulho aqui está marcado como centro de mergulho Russia-Cuba. Parece que vieram aquelas excursões da Russia pra cá, sabe? Eram vários grupos de russos mas parecia que eles se conheciam. Tinha uma que, nossa, eu queria matar. No restaurante tinha uma placa falando que era proibido levar comida e a bonita pegou pra ela e pro boy dela 12 fatias de pão e fez quatro sanduíches na maior cara dura. A criatura pegou 5 donuts, CINCO, comeu dois e beliscou os outros três, o resto tudo pro lixo. Um prato de frutas também pro lixo. Desculpa, mas desperdício de comida é um trem que me irrita muito. Ainda mais num país que falta tudo, que as pessoas estão sofrendo pra colocar alimento na mesa. A comida não vai fugir dali, é só se servir aos poucos. Bom senso mandou lembranças.

Falando em mergulho, não rolou aqui. O mar estaca agitado demais. A proposta do centro era tipo uma saída pro outro lado da ilha, porém vira tipo um passeio de dia inteiro, sabe? Aí eu não animei não. Gosto daqueles lugares que nem Cozumel, Akumal, que o centro fica na praia, em 1h30 você sai, faz o mergulho e volta.

Ao lado do Meliá Varadero fica o Meliá Las Americas. Entre os dois Melias foi construído um centro comercial que pertence à gigante rede hoteleira. É um mini shopping claramente construído para atender o turista. Os preços não são muito acessíveis pro cubano normal. Tem um supermercado lá, gente, assustador, não tem quase nada. Vários freezers vazios. Poucos produtos e os que tem são da mesma marca. Quase nada de comida, fiquei impressionada. O mercadinho que entramos era pequeno e já me assustou. O daqui parece meio chique, sabe? E tinha tão pouca coisa. Que coisa triste gente. E eu ainda fico aperreada dos preços serem todos em dólares.

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Varadero tem algumas opções de passeio. O único que eu queria fazer era Cayo Largo mas não estão fazendo. De acordo com a moça da agência os voos não estavam operando, só não entendi o porquê. Eles oferecem outros passeios mas não me atraiu muito, pareceu meio pega turista. Inclusive o mar agitado me desanimou de fazer um passeio alternativo que seria Cayo Coco. Não estava a fim de pagar caro pra chegar lá e não aproveitar o mar. Melhor ficar aqui mesmo.

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A praia é uma delícia, como disse antes, mas tem dia que estava em bandeira vermelha, aí era só molhar as canelas mesmo. Tinha gente que entrava e o salva vidas apitava mandando sair. Eles ignoravam o salva vidas e eu acho isso uma falta de respeito. Nos dias de bandeiras amarela dava pra entrar mas estava agitado. O resort tem algumas atividades aquáticas incluídas porém só dava pra fazer com bandeiras verde, algo que não tivemos sorte. Pegamos dias de muito vento, mas muito vento mesmo. Mas nos dias de sol tava gostoso o tempo. Teve um dia que não teve jeito, era mais nublado e vento, estava sentindo frio. Além de chuvas intermitentes o dia todo, dava nem pra sair pra fazer passeio. A gente também ficou na esperança do tempo abrir porque mudava muito. Mas de resto foi tudo bem, ainda abriu um belo dia de sol antes da gente partir.

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Na praia conhecemos um senhor que trabalha aqui. Ele confirmou o que a cubana de Havana nos falou. Fidel tinha mais jogo de cintura e sempre conseguia abastecer a ilha. Atualmente os supermercados são do jeito que vimos, muita falta de produtos. Não adianta ter dinheiro porque não tem o que comprar. Ele diz que às vezes não tem sabão pra lavar a roupa. A situação é crítica. Mas mesmo assim ele trabalha com cuidado e carinho com os turistas. Nessa hora a gente vê o quanto somos privilegiados. Não somos ricos mas temos um pouco pra compartilhar e amenizar dele. Não vamos salvar o mundo, mas se cada um ajudar o próximo, a gente torna as coisas mais fáceis (ou menos difícil).

O que aconteceu aqui em pleno novembro? Ventava muito nos primeiros dias, mas muito mesmo. Entre as cidades destacadas na previsão do tempo do celular estava Miami. Quando eu vejo apareceu "formação de tempestade tropical com potencial formação de furacão". Gente, Varadero está muito perto da Florida. Tá explicado porque o coqueiro estava beijando o chão. Curioso que após a passagem no dia seguinte amanheceu sem vento, então só pode ter sido isso.

Foram quatro dias Mas aos trancos e barrancos conseguimos dar uns mergulhos, pegar um solzinho, curtir um mar maravilhoso e descansar um pouco do caos que se encontra o Brasil. Achei a praia de Havana mais bonita, mais transparente, mais Caribe. Aqui estava bonito também porém era aquele mar com tom mais opaco. Varadero merece sim uma visita de quem vem a Cuba. Se seu perfil for praia, pelo menos uns quatro dias. O povo cubano é acolhedor em todos os cantos e Varadero talvez seja o lugar mais preparado em Cuba para receber o turista.

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Publicado por Akemi Nomura 11:27 Arquivado em Cuba Comentários (0)

Havana - dia 03

sunny 27 °C
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Bom dia! Acordei de madrugada e fiquei inquieta. Não tinha internet e fiquei inquieta. Que agonia! Fiquei jogando mais de uma hora até pegar no sono de novo. Acordei e lá pelas 7h fui abrir a janela. Estava meio que escuro ainda, pouca gente na rua. Estranho!

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O bate papo com a cubana hoje me trouxe informações que eu não sabia: eles não têm queixas do período de Fidel. Foi uma época de abundância, nada faltava, de acordo com ela. O problema é de uns anos pra cá. O povo não tem dinheiro, e mesmo os que tem, não tem o que comprar. Falta de tudo. E quando tem, custa muito caro. Perguntei sobre o que parecia ser uma padaria lá e ela disse que só cubanos podem comprar ali. E mesmo assim só os da região, turista não pode. Aí ela nos mostrou a famigerada caderneta de controle. A quantidade que eles podem comprar por mês é irrisória. Reclamar? Não pode! Eles estão passando pelo que chama de período especial (O que aqui a gente chama de crise). Parece que quando as coisas melhoram a quantidade de coisas que eles podem comprar aumenta também.

A conversa foi demorada e saímos mais tarde do que o previsto. Fomos andando até a Obispo e na primeira loja da Etecsa já tinha uma fila razoável na porta. O suficiente pra gente saber que ia demorar. Tipo, o serviço aqui é meio lento, tá? Como sabia que tinha outra loja, fomos em frente, e valeu o risco. Não tinha fila na porta. Entramos e esperamos uns cinco minutos pra ser atendidas (mas sentadas e no ar condicionado). Eu pensei em comprar o chip, mas se compra on line. Então compramos mais cartão. A venda de cartão é sempre limitada a 3 por pessoa por compra. Acredito que seja pra dificultar o comércio paralelo. Foram mais seis cartões pela bagatela de US$1,24.

No caminho da Plaza Central ainda passamos na frente do supermercado da O´Rilley que é um pouquinho maior mas a fila…. Não dá não…. Depois que ficamos sabendo que o pessoal vai pra fila de madrugada. Pelo que eu entendi, tinha chegado frango no supermercado e o povo fazia fila pra tentar comprar. É assim, a rotina de algumas pessoas é ficar na fila dos mercado esperando pra ver o que chega.

Vamos voltar pra praia? Ontem acabamos voltando mais cedo por conta da chuva. Vamos tentar mais uma vez. Hoje decidimos ficar na última parada. Foi uma ótima escolha. A faixa de areia era mais larga e o mar estava mais bonito que ontem. O dia estava uma delícia. O mar estava um pouco agitado, mas, estava ótimo!

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Resolvemos esticar o dia aqui, estava muito quente pra bater perna em Havana. Vou deixar pra dar um último rolê pela cidade quando
o sol estiver mais baixo. Aproveitamos a praia até umas 15h30 e voltamos pra cidade. Tava com receio de todo mundo ir embora junto e o ônibus ficar cheio. Banho e internet pq eu já estava sofrendo de abstinência.

Depois fomos andar por outro canto da cidade. Passamos pela Basílica de São Francisco e chegamos numa praça lindíssima de mesmo nome. A arquitetura dessa região é linda e está super preservada. Você vai andando pelas ruas e parece um cenário de novela. Tudo limpo, fachadas bem cuidadas. Apaixonada por essa região da cidade.

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Passamos por uma mesquita que me chamou a atenção. A extrema direita no Brasil fala que o "comunismo" vai começar uma perseguição religiosa mas a ilha "comunista", majoritariamente católica, dá abertura para outras religiões. Melhorem seus argumentos, gente doida! Seguimos por locais importantes até chegarmos na Plaza de Armas, a praça mais antiga de Havana. Tava um fim de tarde lindo e um clima muito agradável.

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Em frente à praça tem um templo chamado El Templete. Neste local milhares de pessoas vão todo dia 15 de novembro, véspera da fundação da vila de Havana, pedir boa aventurança e fortuna.

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Atravessamos a rua para ver do outro lado da baía o Cristo de Havana. Bom, não tem nem como comparar com o nosso Cristo Redentor, né? Ao redor, mais belos exemplos da arquitetura da cidade. Depois fomos andando até a praça da Catedral. Coisa linda!

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O que acontece aqui, há muita gente abordando pra restaurantes. Tem gente que pode se incomodar com isso. Eles são um pouco insistentes, é verdade, mas se te incomoda, segue andando e pronto. Eu confesso que esperava que eles fossem mais chatos. Mas na minha lembrança da Colômbia (San Andres e Cartagena) esse tipo de abordagem era muito pior. Um dia eu estava bem mau humorada, cheguei a responder de forma ríspida. Mas no dia seguinte meu humor melhorou, hehe. Eu dei atenção pra duas pessoas que queriam me convencer a jantar no restaurante deles. Tava cedo ainda, falei que mais tarde, mas ouvi deles. O que me chamou foi que a história dos dois foi a mesma: a mãe que cozinhava no restaurante. Será? Fiquei na dúvida se era isso mesmo ou se era apenas apelativo.

Outro tipo de abordagem que percebi foi perto do Capitólio. Três pessoas nos abordaram com a mesma história. Começavam falando que estava calor, depois falavam do show no Havana Club e por fim falavam de um lugar que vendia charuto. Diziam que uma vez por mês o governo autorizava a venda pela metade do preço. E adivinha quando era esse dia? Isso! Naquele dia! Que sorte a minha, não? Se bem que eu não fumo, então perdi essa oportunidade, hahaha.

Estiquei um pouquinho até a famosa Bodeguita del Medio. Famoso local que conta a história do Mojito. Na minha humilde opinião um lugar meio alternativo pro meu perfil. Mas não deixa de ser um ponto turístico a ser visitado.

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Voltamos andando pela Calle Mercaderes, uma das ruas restauradas, é daquelas para turista, sabe? Restaurantes, loja, museus, enfim, aquela combinação clássica. E foi aqui que paramos num “Paladar” para jantar uma autêntica comida cubana com música ao vivo tocando “Guantanamera”. Os cubanos amam as novelas brasileiras. Na novela Vale Tudo, a personagem de Regina Duarte monta um restaurante chamado Paladar. Regra geral são restaurantes montados nas casas do cubanos em cômodos comuns, comida caseira, mais em conta. Porém esse paladar era um restaurante comum, eu diria meio que requintado.

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Por fim, voltamos à gelateria perto de casa. Uma fila enorme, aliás, o conceito de fila do cubano é muito peculiar. O último da fila não necessariamente é o último da fila. Você entra na fila e uma pessoa que está sentada na mesa vai e avisa que ele é o último da fila. Ah tá, aquela fila um atrás do outro serve pra nada não. Você tem que chegar no lugar e perguntar quem é o último da fila. Você é depois dele, não necessariamente atrás dele, entende? Demorei a entender o processo de fila do supermercado, mas é da mesma forma. Outra coisa que observei aqui é que alguns lugares são ruins de serviço. Mas é deles, né? Bora esperar o gelato. Era questão de honra agora.

Voltamos pra casa para arrumar as coisas. Amanhã saímos cedo e não quero correria! Um pouquinho de internet e boa noite!

Publicado por Akemi Nomura 18:37 Arquivado em Cuba Comentários (0)

Havana - dia 02

sunny 28 °C
Visualizar 2022 Cuba no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Primeiro lugar, parabéns para mim!!! Mais um niver e dessa vez viajando. Sempre que puder deveria fazer isso, está sendo uma experiência interessante. Depois de ler mensagens maravilhosas posso começar o dia.

Hoje a ideia é ir pra praia. Praia del Este, ou Santa Maria de Mar. Da praça central sai um ônibus. Ida e volta custa 5 dólares/euros. Eu preferi pagar em pesos cubanos porque sai 1200 para duas pessoas. Com 10 dólares/euros, eu consigo 1500 pesos no câmbio extra oficial, entende? O ônibus sai de tempo em tempo, tem uma timetable no ponto. A viagem foi relativamente longa. São 3 paradas na praia. A moça falou que a segunda parada é a melhor, mas é a mesma praia, sabe? Descemos na segunda parada. Você desce perto de um hotel, atravessa o hotel, pega uma trilha e chega na praia…. Ufa!

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O mar é lindo! Mas ventava muito, estava um pouco agitado. Do jeito que mamãe não curte. O aluguel de cadeira e guarda sol era 100 pesos por peça, coisa de 0,65 centavos de dólar. Muito barato! Também tem uma senhora que atende a parte de comida, mas eu não cheguei a provar. O mar estava um pouco agitado, mas aproveitei um pouco. Depois, dei uma bela cochilada. Estava tão bom, o calor, o vento, tudo ótimo….

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Até que ela foi chegando. De longe, foi se aproximando: nuvens negras. De repente fechou tudo, muito vento…. Começou a chover! Corre, veste a roupa, tempo não colaborou. Mas tudo bem…. Aproveitamos o que deu e foi ótimo!

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Voltamos pra casa pra tomar um banho e usar a internet um pouco. Antes que o sono vença, vamos pra rua. Quase 15h e não almoçamos ainda. A Katrin, uma austríaca que estava na mesma casa que a gente, indicou um lugar. Chegamos numa quadra muito bonita, arrumadinha…. Gostei! Vamos direto no restaurante que ela indicou: 7 de espadas. Muito legal, bonitinho, comida gostosa. Super recomendo!

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Fomos para Plaza Central em busca dos carros. Olha aqui, olha ali, escolhi um rosa, claro! Nada de rosa claro, era rosa “Penelope Charmosa” mesmo, bem Barbie Girl…. Kkkkkk. Cara, foi uma delícia o passeio. Tudo bem que passamos por lugares que já tínhamos ido, inclusive com parada na Plaza de la Revolucion. Mas foi diferente. Tinha um toque pessoal, sabe? Além do guia que nos explicou um pouco além do tour. Eu acho esse passeio imperdível!

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Um rolê aleatório pelo centro e suas imagens.

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Continuando resolvemos ir até o mercado que nos indicaram. Tinha pouca fila resolvemos ficar. Esse é daqueles que se paga em cartão e em dólares. Eu achei bizarro os valores serem todos em dólares. Tipo, oi? E o pior, a falta de opções. Era um mercadinho, verdade. Mas tinha quase nada! Não adianta você ter dinheiro, não tem o que comprar. Surreal! Uma menina foi comprar água e não tinha. No final fizemos uma compra pra ajudar a housekeeper da casa que estamos. Gastamos US$23 com poucas coisas pq não tinha o que comprar. Mas tenho certeza que vai ajudar ela demais…..

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Voltamos pra casa pra enrolar um pouco e usar a internet. Estava muito abafado. A ideia era ir até a Obispo comprar mais cartão. A loja funcionava até às 19h, eram 18h30. Até que chegamos a tempo porém não tinha notado um detalhe. Tinha um aviso de que a loja estava temporariamente fechando às 17h por conta da recuperação do país depois do furacão. É, ainda temos um cartão. Sem sofrimento!

Passamos pela Plaza Vieja, no coração de Havana. É a praça mais antiga da cidade. Estava movimentada, pessoas passeando, apresentação musical, crianças brincando. Os prédios têm uma arquitetura muito bonita, tem alguns restaurantes espalhados pela praça daqueles bem pra turista mesmo, sabe? Às vezes num país como Cuba é mais fácil comer nesses lugares mesmo, a menos que você tenha indicação de algum outro, como o Los Nardros.

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Ainda na Obispo passamos por um feirinha de artesanato. Fechado, naturalmente! Paramos numa lojinha da rua pra comprar um presentinho pra Olivia. Ainda fomos no outro supermercado que parece um pouco maior, mas a fila estava a zona de sempre. Desistimos! Já estava escurecendo então aproveitamos e fomos até a Plaza Vieja para comer. A praça estava bem movimentada, o tempo estava uma delícia. Fechamos o dia com acertos e erros. E tá tudo bem….

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Publicado por Akemi Nomura 09:39 Arquivado em Cuba Comentários (0)

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