Um blog do Travellerspoint

Por este autor: Akemi Nomura

Sharm el Sheikh x Cairo x Brasil

Hora e dizer adeus

sunny 35 °C
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Bom dia!!!! Nossa saída era só às 14h30 então tínhamos tempo pra curtir um pouquinho do hotel. E que hotel bom era esse, viu? Tenho nem ideia da diária que paguei, mas agora também não faz diferença. Anota aí: Renaissance Golden View. Bom, compromisso mais importante do dia, café da manhã. Última refeição inclusa na diária. Um trem importante que talvez eu já tenha falado, água aqui é em abundância. Sentou na mesa pra qualquer das refeições eles dão uma garrafa de água. E não é cobrada não. Acho que é por conta de estarmos no deserto não sei. Fiquei bem impressionada com isso.

Depois do café eu fui pra academia. Era excelente a academia, viu? Pra inferiores era mais peso livre mas pra superiores tinha bastante aparelho. Chegando lá o rapaz entrega a garrafa de água (de novo) e uma toalhinha. Só tinha eu reinando ali.

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Voltei pro quarto e decidimos ir para a jacuzzi do hotel. As malas já estavam prontas. A área de spa também era fantástica, só tinha um problema, a água era muito quente. Eu sei que jacuzzi é quente, mas ali estava fora da curva. Não aguentamos ficar muito tempo ali.

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Fomos então para a praia e, ao contrário do primeiro dia, a água estava uma delícia. Pena a praia não ser boa pra entrar por conta das pedras, além da área ser muito curta. Até tem um píer onde dá pra ir mais pro fundo fazer snorkel. Mas eu não estava empolgada não. Mais tarde eu fui saber que anos atrás houve um ataque de tubarão num lugar desses (não necessariamente neste hotel). Curti a beirinha ali mesmo, mamãe brincou com os peixinhos e quando deu o horário fomos pro quarto tomar banho pra fazer o check out.

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Fizemos o check out e almoçamos no hotel mesmo. Era só pagar a parte já que o check out estava feito. Era o mesmo preço, US$15 por pessoa. O buffet aqui era grande e bem variado, valia a pena. Às 14h30 foram nos buscar para o aeroporto.

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O voo para o Cairo foi naqueles aviões pequenos, meio assustador, até. Mas chegamos bem. O Mohammed estava nos aguardando no desembarque e nos levou ao hotel. Chegando lá tivemos uma grata surpresa, ganhamos um up grade pro hotel do lado, de nível mais top. Acho que foi por conta do episódio da cama quebrada, hahaha. Depois descemos e jantamos ali, mas o up grade foi no preço também. Ao invés de US$15 o jantar era US$25 e bem menor que Sharm el Sheikh. Mas já era, tínhamos que jantar mesmo. No dia seguinte era tomar café e esperar o check out. Pedi para ficar até às 13h e foi de boa. Descemos, fizemos check out e fomos pro hotel do lado (o original). Almoçamos ali no restaurante na beira da piscina. Optamos por não sair do hotel por conta do trânsito maluco além do medo de ficar na mão de motorista golpista de Uber que tem em qualquer lugar. às 15h00 vieram nos buscar. Aí era hora de ver as pirâmides pela última vez e retornar para casa. Ainda conseguimos acessar uma sala vip no aeroporto. Foi um retorno cansativo emendar os voos, correria no Qatar, mas no final deu tudo certo. Foi com certeza uma das viagens mais emocionantes que já fiz. Estar no Egito sempre foi um sonho que parecia distante, mas eu fiz acontecer.

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Finalizo assim mais dois países alcançando 55 países no passaporte. Não tenho, por enquanto, ambição de conhecer todos os países do mundo, apenas quero continuar viajando. Aprendi que o tempo passa e a gente vai mudando. Quem sabe o dia de amanhã? Por enquanto, apenas sigo!

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Sharm el-Sheikh - dia 2 - Ras Mohammed

Ras Mohammed National Park

sunny 35 °C
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Um dos planos ao vir para Sharm era fazer um passeio de bate e volta a Petra. Infelizmente, com o avançar do conflito entre Israel e Hamas, achamos prudente não nos aproximarmos da fronteira norte do Sinai. Outros fatores também impediram esse passeio, mas o conflito sem dúvida foi a razão primordial. Então já fechei o passeio pro Parque Nacional Ras Mohammed que era próximo. O guia passou para nos buscar às 8h30 e depois fomos buscar um casal de mexicanos. Chegando no pier, também iam com a gente o grupo de canadense que perdeu a conexão no Cairo. E todos estávamos o mesmo barco no Nilo. Depois de uma leve desorganização organizada fomos chamados para o barco.

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Ras Mohammed é uma área protegida no extremo sul da Península do Sinai, no Egito, que abriga o Parque Nacional Ras Mohammed. Reconhecido como um dos locais de mergulho mais renomados do mundo, este parque nacional é conhecido por sua biodiversidade marinha excepcional, recifes de coral intocados, águas cristalinas e uma variedade impressionante de vida marinha.

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É um paraíso para os entusiastas do mergulho e snorkeling, oferecendo a oportunidade de explorar uma grande diversidade de espécies marinhas, incluindo peixes coloridos, tartarugas, arraias, tubarões e uma rica variedade de corais. Além das atividades subaquáticas, Ras Mohammed possui paisagens deslumbrantes, como penhascos de calcário e praias de areia branca, que tornam o local igualmente atraente para os amantes da natureza e turistas em busca de beleza natural e aventuras ao ar livre.

Estavam programadas 3 paradas. A primeira era numa região de recifes para mergulho. Como eu era a única certificada ali eu fui a primeira pq ia fazer um open dive. Os demais iam fazer o discover. Foi um mergulho fantástico. Eu não sei descrever a beleza do lugar. Uma diversidade vida marinha incrível, milhares de peixes coloridos, corais dos mais diversos formatos, uma ebulição de cores e vida. O mar era de um azul inexplicável. Além de tudo tinha toda essa mística do mar vermelho. Sou muito grata por ter tido essa experiência!

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A segunda parada foi numa pequena ilha de areia que formava uma prainha deliciosa. A temperatura do mar era perfeita. Foi difícil, mas convenci mamãe de ir. Ela tem medo quando não dá pé, mas ela viu outras pessoas indo de colete segurando na boia e criou coragem. Que bom que ela criou coragem porque o mar estava magnífico. Ela ficou encantada, e eu também!

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Depois almoçamos no barco enquanto íamos para a terceira parada. O almoço estava bem gostoso, comida simples mas saborosa. A terceira parada era só snorkel no Shark Reef. Mais uma vez mamãe ficou com medo. Eu disse que iria com ela, que ela ia de colete e bóis igual da outra vez. Mas ela relutava. Falei que o mar estava uma delícia (ela sabia) e que era a última chance de entrar no mar vermelho. Mas sento que ela estava com medo e não insisti mais. Falei que ia então já que ela não queria. Quando estava na água vi que ela desceu e me deu tchau e lamentei ela não acompanhar. Mas fui, mergulhei, tirei fotos, estava tudo tão lindo. Quando estava já voltando vi um moço do barco com uma boia e trazendo uma pessoa. Aquela cabeça me parecia conhecida, haha. Olhei o relógio no pulso e não acreditava que ela tinha vindo. Fiquei tão feliz! Era uma oportunidade pra ver os corais e a vida marinha pq na outra parada não tinha isso e na primeira ela não entrou. Dali eu acompanhei até o final. Ela criou coragem e foi sozinha, sem mim. Fiquei tão orgulhosa pq eu sei o medo que ela sente e eu respeito isso. E eu fiquei feliz por ela ter essa experiência que só vendo pra entender o quão magnífico era o local.

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Voltamos para o hotel esgotadas, vida difícil essa, haha. Tinha comprado um jantar temático pra aquela noite, foi o tempo de tomar banho, um descanso rápido e ir pro jantar. Era um jantar de culinária Núbia com apresentações temáticas. O que me marcou foi a quantidade de comida, senhor! Era coisa demais, eu não aguentava mais. Era tudo muito saboroso, mas o desperdício me entristece um pouco porque era humanamente impossível comer aquilo tudo. Mas foi uma experiência!

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Sharm el-Sheikh - dia 1

Última etapa

sunny 36 °C
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Bom, analisando friamente não perdemos muito além de uma noite de sono. Nós íamos chegar no aeroporto uma e pouco da manhã, até chegar no hotel e dormir já seriam umas 3h. Nós chegamos no quarto às 8h30, ou seja, a hora que provavelmente estaríamos acordando. Já posso dizer que o Renaissance Gold View em Sharm el Sheikh é muito bom mesmo, excelente estrutura. Resolvemos já ir tomar café. O hotel é bem grande e requer algumas caminhadas e subir escadas, mas nada do outro mundo. O café da manhã é bem variado mas o principal estava lá, a ilha do ovo, haha. O atendimento também é muito bom. Depois. ao invés de ir pro quarto dormir, resolvemos troca de roupa e ir pra praia do hotel. Se fosse pra dormir que seja com vista direta pro mar vermelho.

Uma breve apresentação sobre Sharm el Sheikh:

Sharm el-Sheikh, uma cidade costeira no extremo sul da Península do Sinai, no Egito, tem uma história antiga que remonta a milênios. Originalmente uma pequena vila de pescadores beduínos, ela cresceu consideravelmente ao longo dos anos devido ao seu clima agradável, águas cristalinas e rica vida marinha, tornando-se um destino turístico popular.

Durante os tempos antigos, Sharm el-Sheikh foi usada como ponto de parada para caravanas comerciais que viajavam entre a Ásia e a África, devido à sua localização estratégica nas rotas comerciais. No entanto, o desenvolvimento significativo da cidade começou principalmente nas últimas décadas do século XX, quando se tornou um destino turístico internacional, atraindo visitantes em busca de praias, mergulho, esportes aquáticos e resorts de luxo.

Hoje, Sharm el-Sheikh é conhecida como um dos principais destinos turísticos do Mar Vermelho e do Egito, oferecendo uma combinação de praias deslumbrantes, recifes de coral exuberantes e uma variedade de atividades de lazer para os visitantes.

A praia do hotel deixa um pouco a desejar. Era pequena e com muitas pedras e a água estava um pouco gelada. Então oscilamos entre descansar na praia e na piscina. O almoço não estava incluso, mas era coisa de US$15 no restaurante buffet então nem pensei. Mais uma vez o buffet era diferenciado e variado. No jantar a mesma coisa, com a diferença que à noite os jantares eram temáticos. Cada dia um tipo de comida diferente. Outra coisa interessante é que toda refeição eles dão uma garrafa de água, mesmo que você não peça. Acho que é regra nessa região, água é necessidade e não pode ser negada. Se tem uma coisa que a gente não ficou foi desidratada, haha.

Do dia de hoje não trago novidades, estávamos tão cansadas que nem cogitei tentar nada fora do hotel. Nem era tão simples assim também, uma pena, a cidade parece ser bem bonitinha.

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Cruzeiro - Aswan e Templo de Philae

Último dia

sunny 38 °C
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Passamos a última noite no cruzeiro. Tínhamos que entregar o quarto às 8h então acordamos cedo e finalizamos as malas. Banho tomado, fomos tomar café, voltamos pro quarto, fechamos as malas e já deixamos fora do quarto. Hoje o grupo ia se dividir mais uma vez. Nós saímos por volta das 8h mesmo e fomos para o Templo de Philae. Pra chegar no Templo nós temos que pegar um barco. É um movimento meio caótico, mas, acredite, funciona. Confie no seu guia que vai dar tudo certo.

O Templo de Philae, ou Templo do Amor, é um antigo templo egípcio dedicado à deusa Ísis, localizado na Ilha de Philae, próximo à cidade de Assuã. Construído durante os períodos ptolomaico e romano, é conhecido por suas belas colunas, relevos bem preservados e pelo ambiente tranquilo ao longo do Rio Nilo. Após a construção da barragem de Assuã, o templo foi desmontado e reconstruído na ilha vizinha de Agilkia para preservar o patrimônio cultural, tornando-se um símbolo da engenhosidade humana na preservação dos monumentos históricos. Até pouco tempo atrás as pessoas procuravam esse templo em busca de tratamento de infertilidade. De acordo com o guia, mulheres acompanhadas de suas mães raspavam as colunas do templo e consumiam com água o material retirado. É um templo muito bonito e, sendo numa ilha, deixa ele com uma atmosfera mágica.

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A saída é mais um caos controlado e um pouco divertido. O que acontece, como tem muitos barcos pra pouco espaço, quando o grupo chega o guia chama o barqueiro e ele vai. Acontece que muitas vezes não tem espaço e o barqueiro vai assim mesmo. Tipo, ele vai empurrando os outros barcos até chegar no píer. Bate daqui, bate dali, mas chega. Daí vc embarca e vai..... kkkkk

Fomos pra represa de Aswan, tão importante para a região. A Represa de Aswan é uma barragem monumental localizada no Rio Nilo, no sul do Egito. Construída na década de 1960, a represa desempenha um papel crucial no controle das inundações do rio, na geração de energia hidrelétrica e na irrigação de terras agrícolas no Egito. Além disso, permitiu o controle do fluxo de água, ajudando na prevenção de inundações sazonais e oferecendo benefícios econômicos e sociais ao país. A represa de Aswan também desempenhou um papel significativo na preservação de monumentos históricos, como o Templo de Philae, através da operação de resgate e realocação de sítios arqueológicos antes submersos. Em um lado da represa consegui ver alguns crocodilos, os famosos crocodilos do Rio Nilo. Estava longe mas dava pra perceber a grandiosidade desse animal.

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Próxima etapa, o Obelisco Inacabado. É uma estrutura monumental localizada em uma pedreira antiga no Egito, perto de Aswan. Data do reinado de Hatshepsut e Tutemés III, cerca de 3.500 anos atrás. O obelisco foi esculpido diretamente da rocha, mas nunca foi concluído devido a rachaduras que apareceram na pedra durante o processo de escultura. Acredita-se que tenha sido abandonado devido a essas falhas estruturais. É um exemplo fascinante do processo de construção de obeliscos no Antigo Egito, fornecendo insights sobre técnicas de escultura e construção usadas na época. Estava muito quente nessa hora e decidimos não dar a volta por cima pra ver o outro lado do Obelisco. Isabelli e Daniel foram, nós fomos com o casal de SP com o guia e passamos pela ponta do Obelisco e encontramos eles no final.

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No Egito, a tradição das essências remonta a milênios e desempenha um papel significativo na cultura e na história do país. Os egípcios eram conhecidos por valorizar perfumes e óleos essenciais, usando-os em cerimônias religiosas, para cuidados pessoais e como oferendas para os deuses. Eles desenvolveram métodos avançados de extração de essências de flores, ervas, especiarias e resinas para criar perfumes exclusivos e aromas agradáveis, muitas vezes associados à ideia de purificação e à conexão com o divino. Essa tradição perdura até os dias atuais, com o Egito sendo um local onde a produção de óleos essenciais e perfumes continua sendo uma arte e uma indústria significativa. Era de se esperar que o guia nos levasse a uma loja de essências. E nós? Compramos! kkkkkk

Encerrada a etapa do cruzeiro no Rio Nilo. Voltamos para o barco e agradecemos já ter feito o passeio de Abul Simbel pq senão estaríamos cansadíssimos. Chegando no pier decidimos já ir almoçar. Nosso pacote não incluía almoço no barco nesse dia então fomos os seis almoçar no KFC ali perto. Pq KFC? Pq não conhecíamos a região e um fast food americano, de uma certa forma, tem um padrão de preparo de comida que diminui as chances de um "desarranjo intestinal". O guia só nos deu uma recomendação: "não fale com ninguém no caminho". Isso me assusta um pouco, imagino a quantidade de golpista que deve ter pra cima de turista. O negócio é: faça a egípcia e siga em frente.

Voltando pro barco, podíamos ficar lá até a hora de ir pro aeroporto. Sentamos no bar e ficamos dando risada. Depois de algumas informações cruzadas, nós que iríamos separados em dois grupos acabamos indo todos juntos pro aeroporto. Chegando lá, entramos na fila e minutos depois começou o caos. Todos os voos da Air Cairo estavam atrasados. Um enorme grupo de italianos aguardava o voo das 14h, e já eram 17h.... Tinha tempo pra conexão então, a princípio, não me preocupei. Porém o tempo foi passando e ninguém da companhia aérea sabia informar a razão dos atrasos. Chegamos a nos preocupar por conta do conflito, mas depois observamos que eram apenas os voos da Air Cairo.

Depois de um bom tempo abriram o check in. Os italianos revoltadíssimos entraram na nossa frente. Pronto, o caos formado! Eu entendo o estresse deles depois de tanto tempo sem informações, também ficaria p da vida. Mas aí entraram os representantes da Memphis pra brigar pelos clientes que estavam na fila, e no final passavam os italianos num guichê e a gente no outro. Tivemos que forçar a barra pra não deixar espaço senão não iríamos sair dali nunca. E mais uma vez, nós que iríamos separados acabamos no mesmo voo. Só um detalhe, a Air Cairo não me deu o ticket de conexão, disse que eu teria que descer no Cairo e fazer novo check in. Mas minha mala foi etiquetada pra Sharm el Sheikh. Pensa no meu estresse?

Vamos lá, o voo deveria sair às 20h20 e, adivinha? Saiu 22h20. Lembra da minha conexão? Pois é, perdi! Um outro processo de caos se iniciava. Pra onde iria minha mala? Outra coisa, quando há atraso e perda de conexão normalmente há alguém da companhia aérea ali. Pergunta se tinha! Fiquei em contato com o representante da Memphis que me aguardava em Sharm el Sheikh o tempo inteiro. A mala acabou saindo na esteira. A minha sorte foi que um dos casais de brasileiros também clientes da Memphis estavam sendo aguardados por um representante da empresa. O Mahmoud (representante em Sharm) contatou o Ahmed, que aguardava a Isabelli e o Daniel . Na saída o Ahmed já nos aguardava para dar assistência pra gente e para uns canadenses que estavam no mesmo barco que a gente e também iam para Sharm.

Nos despedimos da Isabelli e Daniel e fomos com o Ahmed. Que saga. Fomos pro Terminal 1 e não tinha ninguém no guichê. Voltamos com o Ahmed conversando aqui e ali até chegar num lugar e pedir pra gente aguardar. Depois ele voltou e pediu pra uma pessoa de cada grupo acompanhar ele. Isso já eram umas 2h e pouco da manhã. Pois bem, trocaram nossa passagem para 6h da manhã. Aí vc pergunta: deram voucher de alimentação? Mandaram pra um hotel? Não e não. No máximo pediram desculpas. Fomos até a saída do Terminal 1 e uma van nos buscou. Fomos pro Terminal 3 e o raio x de entrada no Terminal estava fechado, só abria às 3h30. O Ahmed nos sugeriu que ficássemos no Burger King pois no térreo não tinha onde esperar. Subimos e acabamos comendo um frango horroroso ali. Por ali ficamos, deitadas no banco do Burger King, pensa na derrota!

Perto das 4h fomos pro raio x. Já tinha uma fila razoável, mas a outra vimos que tinha outra menor e não demoramos muito. Entrando no Terminal fizemos o check in, despachamos a mala e fomos pro portão. Quando eram umas 5h o sono estava pesadíssimo. Estava difícil segurar o pescoço, juro. Eu ia no banheiro lavar o rosto pra não desmaiar de sono. Enfim, partimos! Eram 7h20 e pousamos em Sharm el Sheikh. Foi um dia difícil, mas no final fiquei grata por ter chegado segura na terceira etapa da viagem.

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Publicado por Akemi Nomura 18:20 Arquivado em Egito Comentários (0)

Punta Cana

Uma boa ideia

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Chegou o seu dia, Punta Cana! Confesso que é um destino que nunca me atraiu muito. Mas depois de dois anos de pandemia, meus ânimos mudaram um pouco. Eu só queria uma praia bonita e sombra. Não queria pensar, queria descansar, e nesse ponto, Punta Cana é destino ideal. Consegui uma passagem a um preço bom pela Gol, voo direto. Não é um voo muito bom, porém, atendeu bem.

Punta Cana fica no leste da República Dominicana com cerca de 32km de praias de águas transparentes. A região está repleta das grandes cadeias de resort que oferecem diversos tipos de serviços, sendo, regra geral, tudo incluído. Há opções das mais simples para as mais luxuosas, serviços diferenciados, opções apenas para adultos, enfim, atende a diversos públicos.

Algumas considerações:
* Não precisa de visto;
* Precisa de comprovação de vacinação da febre amarela;
* Não exige seguro saúde, porém é recomendável sempre ter em qualquer lugar;
* Período de furacão: agosto a novembro;
* Época de maior ocorrência de sargaço: junho a agosto;

Sobre a vacina da febra amarela, o site da ANVISA tem todas as instruções para tirar o certificado internacional de vacinação. Lembrando aos mais antigos que basta apenas uma dose da vacina. Algumas pessoas ainda tem aquela informação que a vacina vale por dez anos. Não, isso já caiu faz tempo. Basta uma dose da vacina para sempre, ok? O link do site da ANVISA é o que segue:
https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-o-certificado-internacional-de-vacinacao-e-profilaxia

Nós optamos pelo resort da rede Meliá. É um complexo de hotéis onde cada unidade oferece um serviço diferente. Ficamos no Meliá Caribe Beach Resort. O complexo é gigante tendo disponível algumas linhas de "trens" para locomoção. A parte de alimentação era a esperada de um all inclusive. Nada de espetacular, alguns pratos bons, mas regra geral pode-se de dizer que era o básico. O quarto era bom, espaçoso, confortável, porém, um dos quartos que pegamos cheirava mofo. A opção para trocar de quarto seria uma unidade de acesso mais complicado ao trem. Com idoso e criança pequena havia necessidade de facilitar, não dificultar. A estrutura de praia era muito boa, nunca esteve lotada, atendeu perfeitamente sendo que a gente só queira estar na água. O procedimento de check in foi lento, cobraram o valor errado, e não deram a pulseira de acesso, sequer nos orientaram nada sobre isso, o que gerou estresse no último dia com cobranças no restaurante e na praia como se nós estivéssemos errados sendo que da parte dos funcionários não houve qualquer tentativa de remediar a situação uma vez que o erro foi do próprio resort. A área kids era boa, só sentimos falta de sombra porque ali era muito quente, e a comida ali era bem ruinzinha. Aos fins de semana o hotel lota então, ou almoce cedo, ou almoce longe da praia.

Não há muito a relatar sobre os dias em Punta Cana: sol, praia e descanso! Não demos sorte com os sagarços, uma pena. Mas a água estava deliciosa. Fizemos um único passeio para tal Ilha Saona, optei pelo mais completo e confesso que me arrependi. Muita pegadinha pra turista. Umas coisas nada a ver. Mas a tal ilha Saona é bonita mesmo. Ela não estava lotada de sagarços. Uma pena o dia estar meio fechado, mas dava pra curtir bastante o lugar. Só que é meio cansativo, coisa de dia inteiro. Mas toda experiência á válida.

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