Um blog do Travellerspoint

Por este autor: Akemi Nomura

Gansbaai x Franschoek

sunny 21 °C
Visualizar 2018 Africa do Sul no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom dia!!!! Acordei e já fui arrumando minhas coisas. Nossos planos foram mudando durante a viagem. A gente começou a Garden Route com reservas apenas em Port Elizabeth, Jeffrey’s Bay e Cape Town. Depois fomos decidindo nosso roteiro. Íamos ficar só uma noite em Gaansbai mas por conta de Hermanus resolvemos ficar uma noite a mais por aqui. E também pra dar uma pausa nessa troca troca de hotéis todos os dias. Foi bom porque encaixamos o mergulho com o tubarão sem apertar o roteiro. Quem vem sem reserva antecipada é bom reservar um dia pro mergulho. E dar a sorte que nós demos. Tomamos café em casa mesmo e seguimos na estrada para a região das vinícolas.

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Franschoek e Sttelenbosch é o lugar para os apreciadores de bons vinhos. Não é meu caso pois não entendi e não curto muito vinho. Porém gosto de conhecer esses lugares. Os blogs indicam Franschoek para se hospedar pois é uma cidade mais bucólica, bonitinha, charmosinha, enfim, é isso mesmo. Já Stellenbosch é maior e não tem o mesmo charme, mas é mais barata. Decidimos ficar em Franschoek mesmo porque a gente merece. Chegando perto tivemos a vista pro vale onde fica Franschoek!

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Na chegada paramos na vinícola Haute Cabrierè. Ficava perto do hotel e a gente decidiu passar lá depois. Chegamos lá tivemos uma ingrata surpresa. Eram 11h20 e o único tour saía às 11h. Os tours nas vinícolas funcionam regularmente de segunda a sexta. Hoje é sábado! Fala sério gente! Tipo, nos restou parar para degustação ali mesmo. Ou melhor, Rosana degustou e nós demos uma bicada. O lugar é muito lindo mesmo. Queria eu gostar de vinho e saber apreciar os bons pois o lugar é esse!

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Já que não rola tour, vamos almoçar. Rosana achou num blog um lugar diferente. Você paga R200 e escolhe o menu. Vem salada verde, salada de batata, carne de carneiro, linguiça, frango e um “bolinho de chuva” de abóbora. E depois tem café no fim. Tava gostando mas o barato mesmo é o lugar. Tipo uma fazenda, espaço amplo, dia lindo...

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Voltamos e fomos dar uma volta no centrinho de Franschoek. É tipo uma ruazinha fofa cheia de lojinhas e restaurantes. Uma espécie de Campos do Jordão. Rola uma ostentaçãozinha nas ruas, gente bonita, carrões... É tudo muito limpo e organizado. Mais uma bela cidade da África do Sul pra lista!

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Voltamos pra guestouse. Vou falar uma coisa pra vocês, adorei esse negócio de guesthouse aqui na África do Sul. Todas tiveram um ambiente mega aconchegante e super caprichadas. Aqui na La Galinière é super assim. Tem tipo um vinhedo na frente com uvas docinhas. Estava cedo ainda então levamos a garrafa de vinho pra beira da piscina pra relaxar no fim do dia. O vinho não era lá essas coisas mas o fim de tarde foi ótimo.

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Bora aproveitar o wifi bom e colocar a novela em dia...

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Pronto, agora é criar coragem pra tomar banho. Depois descansar porque amanhã é a linha de chegada da Garden Route: Cape Town!

Publicado por Akemi Nomura 9:15 Arquivado em África do Sul Comentários (0)

Gansbaai x Hermanus

sunny 25 °C
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Bom dia! Lembra que lá no Kruger falamos direto dos Big Five? Esses (quase) todo mundo que vem pra África do Sul já sabe de cor quais são: leão, leopardo, búfalo, rinoceronte e elefante. Só que ontem no restaurante onde almoçamos eu descobri a existência dos Big Five Marinho. Não precisa nem falar que um deles é o tubarão branco, certo? E os outros quatro? Não sabe? Anota aí: baleias, pinguins africanos, lobo marinho e golfinhos. Olha só, sem saber já vimos um dos cinco grandes dos oceanos. Eu confesso que estou na dúvida se o que vimos ontem não seriam esses tais lobos marinhos. Aliás, nem sabia que existia lobo marinho, eu conheço o elefante e o leão marinho. Mas enfim... o importante é que tal qual o Kruger, onde tubarão branco é o novo leão, haha.

Agora deixa eu falar das baleias. Essa região da Garden Route é um importante ponto de observação das baleias. Uma cidadezinha aqui do lado de Gansbaai chamada Hermanus tem mirantes onde é possível avistar os animais sem precisar fazer passeio de barco. As baleias Franco-austral são as mais raras, porém possível de ver na região. Até tubarão baleia aparece. Alguém nos falou que também conseguimos ver orcas. Ah, claro, tem também as jubartes, que devem ser os “novos impalas”, hehe. Piada interna, desculpa aí, rs. Porém a época das baleias é só entre junho a outubro. As chances de vermos as baleias são mínimas. Uma pena! Aqui onde a gente está hospedado é um excelente ponto para ver as baleias sem sair de casa. Mas não dá pra ganhar todas. Só da gente conseguir o passeio com o tubarão já esgotou nossa sorte do dia.

Tomamos café no apartamento hoje. Tínhamos tudo aqui que precisávamos. Teve sanduíche, ovos mexido, salada de fruta, enfim, comida era o que não faltava. Como tínhamos horário marcado pro mergulho resolvemos bater perna aqui perto mesmo. Como disse aqui é um ponto possível de ver as baleias. Uma pena estarmos off season. Mas o lugar é bem bonito. Fomos no píer que tinha bem na frente da sacada do apartamento. Depois fomos dar umas voltas numas trilhas pequenas. Junior e mamãe foram na frente e quando vi já estavam numa prainha que tinha ali embaixo de águas clarinhas. Eu e Rosana fomos depois mas decidimos voltar porque Rosana viu algo parecido com pele de cobra e a gente não quis pagar pra ver o que poderia sair daquelas pedras, hahaha.

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Voltamos pra casa pra pegar as coisas e partir rumo ao passeio. Confesso! Estava mega ansiosa. Um pouco tensa até, hahaha. Falei que ia dobrar a dose da bupropiona, hehe. Chegamos lá, fizemos o check in no passeio, definiram o tamanho das nossas roupas e fomos pro briefing. Serviram de almoço uma lasanha de frango e salada. O biólogo explicou que em junho do ano passado as orcas entraram na região e passaram a comer os tubarões e eles sumiram. Pesquisadores de Mossel Bay e Cape Town não conseguiram identificar pra onde teriam ido. Uns meses depois eles retornaram. Em janeiro de 2018 mais uma vez as orcas vieram avacalhar o ambiente. Mas dessa vez foram alguns dias apenas e eles retornaram. Enfim, esses passeios ocorrem o ano todo e fica sujeito a isso. Os tubarões estão no habitat deles e essas empresas fazem de uma forma a não interferir no ambiente, o que é muito legal.

Saindo de lá nos encaminhamos pro barco. Tensa, eu estava tensa. Rosana perguntou se o Junior se importava de mergulhar entre duas mulheres que iam bater nele de nervoso, hahaha. O dia estava colaborando com a gente, céu azul, temperatura na faixa de 24 graus e pouco vento. O barco saiu em direção ao local do mergulho e em cerca de 15 minutos estávamos lá. Meu, muito perto. Parando o barco já apareceu um filhote fazendo graça.

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Começamos a nos arrumar. Junior tava de boa. Eu e Rosana, bem, a gente tava tentando ficar de boa, hehe.

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Rolou uma pequena espera até descer a primeira turma. A água estava em torno de 15 a 20 graus e nos deram uma roupa de 7mm. Já estava sofrendo achando que ia congelar. A primeira turma tomou um chá de água fria porque demorou muito até aparecer o primeiro tubarão. Até o que estava fazendo graça sumiu. Cheguei a desconfiar que a comida do outro barco estava mais gostosa porque do nosso barco a gente via o tubarão lá perto do outro. Enquanto a gente esperava a gente comia... pelo menos metade do passeio já tinha valido a pena, haha.

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Chegou nossa vez. Foi bom estarmos na segunda turma porque a gente viu que era melhor entrar primeiro e ficar do lado direito. E foi pra lá que a gente foi nessa ordem: Rosana, Junior e eu.

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Como a gente viu que na primeira turma demorou a aparecer a gente ficou tirando foto pra se manter aquecido, hahaha.

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Depois eu fiquei esperando de boas o tubarão aparecer...

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Já teve quem até tirou um cochilo, hehe.

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E depois de um tempinho alguém gritou: “down”. E lá fomos nós prender a respiração e mergulhar. Santos 7mm que nos deixou relativamente confortável nessa água fria. Mergulhamos e... nada! A visibilidade estava muito baixa. Aí falavam pra olhar pra trás, pra direita, pra esquerda. Na superfície a gente via bem perto mas quando mergulhava... nada! Até que finalmente apareceu bem perto. Finalmente todos conseguiram ver! E rolou até uma pequena comemoração... de nós três apenas, claro! A turma anterior foram uns 40 minutos em um silêncio, já a nossa.... causamos! Pena que nós ficamos menos tempo que a galera anterior mas pra gente apareceu muito mais! Gente, não é nada assustador. Fiquei tensa à toa, droga! Ahahaha... Foi muito massa!

Subimos e tinha um chocolate quente me esperando. Outra opção era chá. Tinha toalha também. A gente levou por precaução mas não precisa. Pelo menos não com a Marine Dynamics. Resolvemos subir pra tirar a roupa e, meu amigo, vocês não têm noção do tamanho do tubarão que apareceu. O Junior chegou primeiro e eu logo depois a tempo de ver o monstro mordendo a isca. Era gigante, tipo daqueles de filme. Se tirasse foto seria digna de capa da National Geographic. Sério! Mas foi muito rápido, sem chance. Depois ele continuou lutando pela isca. Fenomenal! Essa parte eu peguei com o gopro. Simplesmente inesquecível! Depois apareceu um menor mas esse branco que vimos logo que subimos, uau! Num primeiro momento lamentei ter acabado de subir mas depois me toquei que não teria tido aquela vista sensacional de cima com visibilidade muito melhor. Valeu cada rand!

Voltando pro ponto de partida ainda fomos agraciados com meia dúzia de golfinhos fofos. Mais um Big Five Marinho pra conta. Voltamos pro Shark Room de onde fizemos o briefing de saída e tinha uma sopinha nos esperando com o encerramento do passeio.

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Fomos pra casa mas antes demos uma parada no supermercado pra comprar pão e salada de fruta pro café da manhã. Daí foi banho e dar aquela enrolada pra ver o por do sol na sacada de casa. E foi outro espetáculo do dia! Que dia inesquecível!

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Daí a ideia era ir jantar em Hermanus. Hermanus é uma cidade a quase 40km de distância daqui. Hermanus é um dos melhores ponto de observação das baleias. Como estamos fora da temporada das baleias fomos pra conhecer a cidade. E valeu a visita porque a cidade é uma gracinha. Centrinho muito arranjadinho e cidade muito bonita. Jantamos no Heritage Cottage que é meio nutella e não achei nada demais. Não é que estava ruim, mas nada de delicioso pra recomendar, entende? Depois demos uma voltinha só pra ver mais do centro. Chegando em casa Rosana achou um hotel bonitinho pra próxima noite. Estamos indo ao sabor do vento!

Que dia foi esse?

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Publicado por Akemi Nomura 13:59 Arquivado em África do Sul Comentários (0)

Mossel Bay x Gansbaai

sunny 23 °C
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Acordei cedo hoje, por volta de 5h40. Fiquei quietinha nos meus videos pra aproveitar a internet que foi a melhorzinha da viagem até agora. Depois fui caçar uma roupa na mala. Esse guesthouse tem uma pegada de hotel. Não que seja um problema, mas tá maneiro esse esquema de guesthouse daqui. A gente se sente em casa. O café da manhã foi bem servido e a vista daqui de cima era bem bonita.

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Uma das coisas que tem nos chamado a atenção, além da infraestrutura das estradas e como as cidades são organizadas, é que você não vê favelas. Ou melhor, a gente viu. Mas muito pouco comparado com as nossas realidades de cidade. Não estou dizendo que é tudo perfeito, mas meu conceito estereotipado (e talvez preconceituoso) de Africa foi pro espaço. Tá certo que teve aquele momento no supermercado de Oudtshoorn, que é uma cidadezinha pequena no meio do nada, que uma mulher veio nos alertar que o celular da Rosana estava a vista na mochila dela. Era para guardar e não deixar nada a mostra porque roubavam. Se era pra se preocupar em Oudtshoorn, imagina em Cape Town. Por outro lado, não imaginei situação de violência extrema como assalto à mão armada. Tem que tomar cuidado como em qualquer lugar do mundo. Resumindo, mesmo com seus problemas a qualidade de vida parece ser muito melhor aqui do que no Brasil.

Saindo de Mossel Bay fizemos uma parada no shopping pra recarregar os celulares porque detonamos nossos pacotes. A parte inicial da viagem tinha wifi muuuuito ruim. Na Garden Route melhorou um pouco mas ainda tinha lugares fraquinhos. Acabamos usando nossos pacotes. Mas agora estamos de volta conectadas no mundo de novo. Partiu Gansbaai!

No caminho fizemos uma parada em Cabo das Agulhas. Se alguém me perguntasse qual era o extremo sul da Africa eu diria tranquilamente: Cabo da Boa Esperança. Como ninguém nunca me perguntou e eu tenho a Rosana pra me tirar da ignorância hoje eu responderia direitinho: Cabo das Agulhas. O cabo das Agulhas ou cabo Agulhas é o extremo sul do continente africano, e é considerado para fins hidrográficos como a divisória entre os oceanos Atlântico e Índico (embora hidrograficamente a divisão seja onde a corrente das Agulhas encontra a corrente de Benguela, o que varia ao longo do ano). Historicamente, este cabo tem sido de má fama para os navegadores como um dos pontos mais perigosos da Rota dos Clippers. Recebeu este nome porque, sendo aí nula a declinação magnética, a agulha da bússola orientava-se segundo a linha norte-sul geográficos.

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De Mossel Bay até Agulhas foram 276 km. De Agulhas até Gansbaai seriam 88km se a gente não tivesse errado por uns 60 km, haha. Mas tudo bem. Nosso objetivo era chegar em Gaansbai antes das 17h pra pegar a chave no centro de informação ao turista e tentar marcar um passeio de barco para mergulhar com tubarão branco. Chegamos e logo perguntei do passeio. Coincidência ou não a moça logo ligou para Marine Dynamics. Eu sigo um casal no instagram que tinha passado por aqui semana passada e usou essa empresa. Parece que é uma das melhores daqui. O passeio custa R2120, mas não sei se o preço muda na alta temporada. Nós estamos na baixíssima temporada. E acho que graças a isso nós conseguimos para amanhã. Fui alertada para reservar com antecedencia pelo site mas arriscamos vir aqui e deu certo. Portanto, se vierem em alta temporada melhor vir com o passeio agendado. Parece que essa Marine Dynamics é uma das melhores (senão a melhor) empresa. São sete autorizadas a fazer esse tipo de passeio. Quanto ao valor pode num primeiro momento parecer caro. Mas a moça nos explicou que parte desse dinheiro vai para projetos de preservação dos tubarões brancos. Ou seja, você vê os animais no seu habitat e ainda ajuda na preservação, o que é muito legal! Demos sorte de conseguir então... era pra ser nosso mesmo! A saída vai ser 11h30, amanhã o dia vai estar mais quente que hoje e nesse horário o vento vai estar mais tranquilo (deve ser por isso o horário).

No mesmo lugar nós pegamos a chave do apartamento. Foi pelo Hoteis.com mas parece ser um esquema parecido com Airbnb. Fomos direto pra lá porque, como tudo fecha cedo, se desse algo errado a gente tinha a quem recorrer. Chegamos lá e... uau! Que apartamento mais lindo de bonito. Uma puta vista pro mar! Três quartos e uma vista absurdamente linda pro mar! Está pouca coisa acima do que a gente vem pagando, pouca mesmo, mas a gente merece.

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Saimos pra almoçar com a intenção de voltar e tempo do por do sol porque nossa vista era absurdamente linda. Sim, eram 16h quando fomos almoçar. Aqui a gente não tem muito tempo pra esses detalhes porque as coisas funcionam no horário comercial, então quando cumprimos nossa meta podemos pensar em comer. Fomos no The Great White House. Esse restaurante funciona junto com as empresas operadoras do merguho com tubarão branco. Ali ficamos sabendo que eles oferecem almoço e na volta tem uns snacks. Nosso plano de por do sol foi pro espaço porque a comida demorou e a gente ainda ia passar no super mercado. Paramos pra comprar coisinhas pra completar café da manhã e voltamos pra casa. Um vento friiiiio, não sei pra que essa ignorância.... rsrsrs. Barulhinho bom do mar pra gente entrar na vibe do lugar. Amanhã tem tubarãããoooo!!!!

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Publicado por Akemi Nomura 11:58 Arquivado em África do Sul Comentários (1)

Oudtshoorn x Mossel Bay

semi-overcast 20 °C
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Bom dia! Ontem à noite eu estava do lado de fora do lodge pra pegar uma internet melhor e de repente a anfitriã nos trouxe água gelada e chocolatinho. Veio numa bandejinha de madeira com uma plaquinha: “cold water for your night”. Então, preciso falar, em todos os guethouses e hotéis nós fomos muito bem atendidos. São todos muito caprichosos e atenciosos. Eles se importam com detalhes que fazem a diferença no atendimento ao hóspede. Os sul-africanos, tal como o próprio país, vão nos deixar ótimas lembranças. Nosso lodge era super fofo. Como alguém disse, lembra aquelas casinhas de filme americano que urso entra, haha.

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Tomamos café lá mesmo, eu, Rosana e mamãe. Foi um café da manhã mega proteinado. Dá pra fazer jejum intermitente de 24 horas, haha. Pegamos estrada para Mossel Bay que fica cerca de 90km de Oudtshoorn. Mossel Bay foi descoberta pelo navegador português Bartolomeu Dias, em 1488. Na época passou e se chamar Aguada de São Brás. Passou a ser um ponto de reabastecimento de água nas viagens entre Portugal e as Indias. Depois da marcante passagem dos portugueses que chegou o navegador holandês Paulus Van Caerden que rebatizou a cidade como Mosselbaai (baía dos mexilhões) pela grande quantidade de mexilhões que encontrou. Em 1729 os primeiros colonos holandeses se estabeleceram, 77 anos depois da fundação da cidade do Cabo. Em 1848 a povoação adquiriu o status de cidade.

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Chegamos em busca dos passeios de barco. Então anota a dica: Mossel Bay só tem uma empresa autorizada a fazer os mergulhos com tubarão branco. O passeio custa R1750 e tem de manhã e de tarde. Mas.... não tinha vaga nem pra hoje a tarde, nem pra amanhã de manhã. Então sem chance pois a gente tem 300km até Gansbaai pra fazer amanhã. Porém ficamos sabendo que Gansbaai tem mais de dez empresas autorizadas. Então é lá mesmo que a gente vai. Pra otimizar nosso tempo, já que as baleias é só no inverno, decidimos fazer um tour de barco até as ilhas das focas. Custa R170 e dura 50 minutos. É um passeio ok, nada de especial. Mas é o que tinha....

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Saímos de lá e resolvemos almoçar. Fomos até a região perto do aquário onde tinha uma galera surfando. Achamos um restaurante bonitinho com uma vista bacana e dividimos um pratão de lula, peixe e frango. Rolou uma amarulinha no fim, afinal, estamos na África do Sul.

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Bom, depois do pratão fomos subir umas escadas até o farol ali do lado. No começo da subida eu vi uma placa que aquela trilha chegava na Pinnacle Point. Reza a lenda que foi dos habitantes daquela região que se originou a humanidade. Não faço ideia se é verdade, mas é isso que eles dizem. Como não tínhamos conseguido ir antes, pois precisa de guia, até pensamos na possibilidade. Mas seriam uns dez quilômetros de trilha, já eram 15h, não ia dar não. Daí Rosana sugeriu irmos andando pra ver qual é. Uma hora indo e depois voltar. E não é que valeu a pena? Uma vista linda lá das encostas....

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Deu pra ajudar a queimar o almoço, haha. Enfim, como o dia não estava muito propício para por do sol, faltava uma coisa. Alguém queria mergulhar no Oceano Indico e hoje era nossa última parada. Depois de Agulhas já estaremos no Atlântico de novo. E vamos atrás de uma praia de areia porque as outras eram de pedra. E chegamos a Santos Beach. E lá foi o menino do Rio mergulhar no Indico. Não pode ver uma praia e já quer mergulhar, rs.

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Voltamos pro hotel. Ficamos no Bar-t-nique Guesthouse. Apesar de ser uma guesthouse já tem uma pegada de hotel. Estamos acostumados com nossa cozinha, sala, enfim, casa.... Mas essa aqui é bem boa e com uma bela vista. E nos proporcionou um belo por do sol.

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PS: Uma coisa me chamou a atenção, tanto neste guesthouse quanto no outro de Oudtshoorn. Eles tem um bar disponível em que o hóspede se serve e anota o que consumiu para acertar depois. Aqui no Bar-t-nique, inclusive, eles chamam de livro da honestidade.

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Publicado por Akemi Nomura 1:21 Arquivado em África do Sul Comentários (0)

Plettemberg Bay x Oudtshoorn

sunny 30 °C
Visualizar 2018 Africa do Sul no mapa de viagens de Akemi Nomura.

Bom dia! Hoje o plano é sair o mais breve possível para Oudtshoorn. Como ontem Rosana pegou um bolinho de banana nós resolvemos comer ali no apartamento mesmo e ir logo para a próxima cidade. Chegamos em Oudtshoorn e fomos direto pra uma das fazendas mais famosas de avestruz, a High Gate. Bem na entrada da cidade tem uma saída à esquerda e segue na estrada.

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O tour guiado custa R170, dura cerca de 1h30 e inclui a “volta” no avestruz e a corrida. Começamos conhecendo as peles e aprendendo a identificar uma verdadeira de uma falsa. Também nos explicou sobre as penas de macho e fêmea e quando são identificados os gêneros. Depois passamos por uma área onde um senhor que trabalha lá há quarenta anos nos mostrou em dois minutos como fazer um espanador com as penas do avestruz em dois minutos. Dali fomos ver os bebês avestruzes. Mamãe se divertia horrores. Rosana, minha parceira de medo tirou de letra. Pro Junior foi tranquilo. Muito fofinhos mas eu já esbocei uma certa tensão... hahahaha. Sério, não me dou muito bem com essas experiências, hehe. Terminamos a primeira parte alimentando os avestruzes. Ou melhor, os três alimentaram os avestruzes e eu fiquei filmando. Lesa!!!!

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A segunda parte do tour era o contato mais próximo com os avestruzes. Podia sentar na ave parara e dar um pequeno “rolê”. Mas tem uma restrição de peso. Pra só tirar foto sentado no avestruz é até 90kg. Pra dar o rolê é no máximo 75kg. Nem todos se habilitaram, seja por peso, seja por medo, haha. Depois tem uma corrida de avestruz e por fim voltamos pra lojinha (claro!) pra diferenciar as peles verdadeiras das falsas e, óbvio, gastar com alguma coisinha lá. Ah, que fique registrado que após o incentivo da minha mãe a Rosana resolveu ir. Cara, Rosana é minha amiga de medo, haha. Ela foi! E eu tiro o chapéu porque a nega foi corajosa. Arrebentou amiga!

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Resolvemos almoçar lá mesmo por dois motivos: nosso café da manhã foi cedo e ali com certeza teríamos carne de avestruz de origem garantida. Junior foi no steak e nós três no hamburger de avestruz. Valeu!

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Saímos de lá e fomos em busca da Cango’s Cave. Situado perto de Oudtshoorn, é uma das grandes maravilhas naturais do mundo esculpidas pela natureza através dos tempos - formações calcárias fascinantes em uma ampla variedade de cores - as Cavernas Cango. As cavernas se formaram em 20 milhões de anos. As cavernas foram descobertas por volta de 1780. Era habitda desde o início da Idade da Pedra e é a atração turística mais antiga da África do Sul.

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Fica nas montanhas Swartberg, a 30km ao norte de Oudtshoorn. É o maior sistema de cavernas da África. A entrada custa R110 por adulto e tem desconto para seniors de R20. A caverna chama a atenção pelo tamanho, realmente é gigantesca. Mas pela estrutura montada para atender a demanda de turista lá dentro ela perde um pouco o “charme”. Nesse sentido em Sudwala você se sente bem em uma caverna mesmo. Isso mesmo fazendo o tour comum. Mas pela importância do lugar e a beleza das formações rochosas lá dentro vale a visita.

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Saímos de lá e cumprimos nossa missão aqui. Já eram mais de 16h e hoje é feriado, ou seja, tinha muita coisa fechada. Até dava pra ir pra Mossel Bay hoje, mas já tínhamos reservado um lodge então resolvemos ir pra lá. Ficamos no Riverside Guest Lodge. É um lugar bem bonitinho, temos uma casinha de madeira bem roots. A área comum é bem gostosa. Recomendo!

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Decidimos sair pra ver se rola alguma loja aberta. Chegamos no Queen’s Mall porque tinha um supermercado aberto. A ideia era comprar água. Depois resolvemos comprar umas coisinhas pra comer. Por fim, Junior veio com ideia de fazer um risoto. Rosana disse que topava comer, hahahaha! Eu que não sou boba também topei. Mamãe eu tinha certeza que ia querer ajudar. Resumindo, gastamos mais de R600 e vamos ver o que sai dessa cozinha. Chegamos no lodge e os dois foram pra cozinha e eu e Rosana ficamos no apoio e na espera da bóia.

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Quando eu já achava que ia ter que pedir pizza o risoto saiu!!!! Gente, e ficou bom viu? Caramba Junior! Além de dirigir, tirar mala do carro, colocar mala no carro, fazer tradução simultânea, ainda cozinha! Ahahahaha... Mandou bem! fogão” não ajudava muito mas.... deu certo! Fomos comer na varandinha da nossa casinha de madeira e brindamos essa viagem fodástica que estamos na metade ainda! Um brinde a vida bem vivida!

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Publicado por Akemi Nomura 13:06 Arquivado em África do Sul Comentários (0)

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