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França

Paris - sugestão de roteiro

ROTEIRO DETALHADO PARA 6 DIAS

sunny 28 °C
Visualizar 2010 Europa no mapa de viagens de Akemi Nomura.

1º dia

Manhã: Place de la Bastille, Places des Vosges, Eglise de Saint-Antoine, Hôtel de Ville, Tour Saint-Jacques

Pegue o metrô até a estação Bastille. A Praça hoje não tem nada muito especial. Porém estar um lugar que foi um dos pontos mais importantes da Revolução Francesa (a Queda da Bastilha) é bem legal para quem gosta de história como eu.

De lá você segue pela Rue Saint-Antoine e passa pela igreja de Saint-Antoine. Para os casados vale pra reforçar os laços. Vire à direita em uma rua chamada Birague. Não tem como errar, pois tem uma placa indicando “Place des Vosges”. Essa praça é considerada por muitos uma das praças mais bonitas de Paris. Cercada de prédios de arquitetura idêntica, lá também abriga a casa em que Victor Hugo morou.

Retorne pelo mesmo caminho, de volta à rua Saint-Antoine, vá à direita até que ela bifurcar e virar Rue de Rivoli. Nesta rua você vai encontrar dois grandes monumentos arquitetônicos. O Hôtel de Ville e o Tour Saint-Jacques.

O Hôtel de Ville abriga as instituições do governo municipal de Paris. Tem sido o edifício da sede municipal desde 1357. A sua arquitetura é da época renascentista, período em que sofreu uma grande remodelação por obra do arquiteto italiano Domenico da Cortona, dito Boccador. Foi ainda totalmente reconstruido depois de um incêndio em 1871, mantendo o aspecto original.

A Tour Saint-Jacques, construída no século XVI, é tudo o que resta de uma igreja destruída durante a Revolução. Esta igreja era o ponto de partida para a peregrinação até Santiago de Compostella.

Tarde: Île de Saint-Louis e Île de La Cité

Depois de visitar o Tour Saint-Jacques, vire à esquerda na direção do rio e caminhe em direção às duas famosas ilhas. Vá até a Ponte Louis Phillipe e atravesse para Île de Saint-Louis. Na rua Saint-Louis, rua central que corta a ilha de ponta a ponta, existem vários restaurantes. Procure um que agrade para o almoço. Paramos em um restaurante para saborear o crepe parisiense. Foi um salgado e um doce. Preço acessível. Valeu a pena.

Depois de almoçar, explore com calma a pequena ilha. Suas lojas, pequenas igrejas e sua arquitetura são muito bonitas. Entre suas pontesvocê tem ângulos super charmosos da cidade de Paris. O próximo passo é atravessar a Ponte Saint-Louis em direção à Île de la Citê. Já da ponte se tem uma bela visão da Catedral de Notre Dame. A Île de la Citê tem vários atrativos, mas três se destacam, e muito, dos demais. A Catedral de Notre Dame, a Sainte-Chapelle e a Conciergerie.

A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo. A catedral surge intimamente ligada à idéia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contato e ascensão espiritual.

A Sainte-Chapelle é uma capela de estilo gótico situada na Île de la Cité em Paris, construída no século XIII por Luís IX. Foi projetada em 1241, iniciada em 1246 e concluída muito rapidamente, sendo consagrada em Abril de 1248.

A Conciergerie é o vestígio principal do antigo Palácio da Cidade, que foi residência e sede do poder real francês do século X ao século XIV. Foi convertido em prisão do Estado em 1392, após o abandono do palácio por Carlos V. A Rainha Maria Antonieta foi aprisionada na Conciergerie em 1793, saindo daí para morrer na guilhotina.

Noite: Quartier Latin

Essa é uma região da cidade sempre movimentada. Turistas e parisienses se encontram nos seus bares, restaurantes e lojas. Pegue o metrô até a estação Saint Michel e se joga nas ruelas entre o Boulevard Saint Michel e a Rua Saint-Jacques. As opções são várias e o lugar é bem legal.

Depois de conhecer o território e jantar por lá, pegue a rua Saint-Jacques e vá em direção ao rio. Na ponte, antes de atravessar para a Île de La Cité você terá à direita uma visão fantástica da catedral de Notre Dame iluminada. Atravesse para a Île de La Cité e continue reto até sair da Ponte Notre Dame. À esquerda a vista da Conciergerie iluminada é perfeita.

Se o cansaço e o frio permitirem, ao atravessar a ponte Notre Dame, virem á esquerda e caminhem à beira do rio. Vão passar pelo Hôtel de Ville e o Tour Saint Jacques iluminados. Juntem as forças restantes e caminhem até o Louvre para vê-lo iluminado, depois me contem como é porque eu não vi. A pirâmide deve ficar um espetáculo.

2º dia

Manhã: Saint Sulpice, Jardins de Luxemburgo, Sorbonne, Museu D´Orsay

Acorde cedo esse dia. Pegue o metrô até a estação Saint Sulpice. De lá, pegue o mapa e siga para a Igreja de Saint Sulpice, é próxima ao metrô e está bem sinalizada. Edifício histórico, constitui-se na segunda igreja mais alta da cidade. Consagrada a São Sulpício, o "Piedoso", abriga em seu interior um sistema de determinação astronômica dos equinócios desenhado por Henry Sully, e que ficou conhecido pela menção na obra "O Código da Vinci", de Dan Brown.

De lá é possível ir caminhando até os Jardins de Luxemburgo. Passe pelo Senado e caminhe pelos jardins. Do outro lado dos Jardins de Luxemburgo siga o mapa e vá caminhando até a famosa Sorbonne. De lá, pegue o metrô na estação Clunny-La Sorbonne e vá até a estação Solférino. Vá caminhando à direita pela Rue de Bellechasse até o Museu D´Orsay.

O edifício que atualmente abriga o Museu D´Orsay, era, originalmente, uma estação ferroviária. As coleções do museu apresentam principalmente pinturas e esculturas da arte ocidental do período compreendido entre 1848 e 1914. Entre outras, estão aí presentes obras de Van Gogh, Monet, Degas, Maurice Denis. Sua maior atração talvez seja o relógio em um dos lados, uma preciosidade para os não muito fãs de arte.

Tarde: Les Invalides, Museu Rodin, Torre Eiffel

Saindo do Museu D´Orsay dá para ir andando até o Museu Rodin. É só pegar a Rue de Belechasse e depois virar à direita na Rue de Varenne.
É o caminho de Saint-Louis dês Invalides. Se quiser ver “O Pensador” entre no museu. Se não, continue reto até o Boulevard des Invalides. Logo à esquerda você vai ver a cúpula da Igreja na parte de trás dos Invalides. Siga direto para lá, é um lugar pequeno e logo no centro se encontra o túmulo de um carinha chamado Napoleão Bonaparte. O lugar é lindo, e é bem bacana estar tão próximo de um homem que marcou história.

Saindo do Invalides, passando pelo jardim, siga à direita na Avenue de Tourville. De lá vá pela Avenue de La Motte-Picquet. À direita você vai ver o enorme Parque Campo de Marte com a Torre Eiffel ao fundo. Atravesse o parque e suba a torre. No inverno parece que não é possível ir até o topo, mas ir até o segundo já vale à pena.

3º dia

Manhã: Place de la Concorde, Jardin des Tuileries e Musée Du Louvre

Mais uma vez pro metrô até a estação Concorde. A Place de la Concorde situa-se no início da Avenida Champs-Élysées. Do lado oposto encontra-se o Museu do Louvre. É a segunda maior praça da França (a primeira é a place des Quinconces, em Bordéus). Desta forma, é a maior praça da capital francesa, uma das mais famosas e palco de importantes acontecimentos da História da França.

Olhando pro rio, à esquerda, fica a entrada do Jardim da Tulherias. Os jardins das Tulherias compõem um parque parisiense situado na margem direita do rio Sena, entre a praça da Concórdia e o Carroussel. Foi criado no século XVI, no estilo italiano, por ordem de Catarina de Médicis, para decorar o entorno do palácio das Tulherias, onde passava seus tempos livres. Em 1664, o arquiteto André Le Nôtre, autor do projeto do parque que rodeia o palácio de Versalhes, transformou-o num jardim no estilo francês, formal e simétrico, cheio de estátuas ornamentais.

Atravessando o Jardim das Tulherias você vai encontrar a entrada da Pirâmide do Museu do Louvre. Os ingressos são comprados no subsolo. O Museu do Louvre, instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées, e dá forma assim ao núcleo onde começa o Axe historique (Eixo histórico). Estude bem o mapa do museu antes de ir e escolha o que quer ver, pois o museu é realmente enorme. Só os fãs de arte ficam dias no Louvre.
Tarde: Champs Élysées, Arc De Triomphe, Bateaux

Saindo do Museu do Louvre. Siga para o lado oposto da Praça da Concórdia. É o início da Camps Élysées. Nas ruas paralelas é possível encontrar bons restaurantes a um bom preço, sem precisar pagar o preço da Champs Élysées.

Antes de passear na Champs Élysées, vá caminhando pelo rio até a Ponte Alexandre II. É mais uma obra de arte de Paris. No centro da ponte casais colocam cadeados com suas inicias e jogam a chave no rio Sena, como um pedido para que o relacionamento não acabe. Depois vá caminhando sem pressa, curtindo as lojas. Uma parada na Sephora e na Louis Vuitton podem não gerar sacolas de compras, mas é um bom passeio.

No final da Champs Élysées está o Arco do Triunfo. Conselho, não tente atravessar por cima, é meio suicida fazer isso. Procure uma escada na calçada do lado direito da Champs Élysées e atravesse por baixo. Antes, porém, vá até o meio da Avenida tirar uma foto do Arco (não se preocupe, tem espaço pra pedestre). Embaixo do Arco está o túmulo do soldado desconhecido com a chama eterna. Se tiver coragem (eu tive), suba os 284 degraus do Arco para ter mais uma vista de Paris de cima. Se estiver no fim da tarde, aguarde anoitecer para ver a cidade se iluminando.

Para se despedir da noite de Paris nada melhor do que um passeio de barco. Um bateaux, daquele com jantar, tendo como vista a cidade iluminada. Vai uma graninha mas... vai saber quando você volta para Paris!!!!!

4º dia

Manhã: Galeries Lafayette, Ópera e La Madeleine

Se der tempo de ficar mais um pouquinho em Paris, pegue o metrô até a estação Chaussée d´Antin – La Fayette e vá conhecer a galeria mais famosa de Paris. Às vezes você consegue uma boa promoção por lá. De lá, vá andando pela Rue Halévy até a Ópera Garnier. Só a fachada é belíssima, mas é possível visitar também. Só cuidado com o fantasma. Dali, pegue o Boulevard de La Madeleine, outra rua cheia de lojas diversificadas, e no final está a bela igreja de La Madeleine, em formato de templo grego.

Tarde: Cemitério Père-Lachaise e Sacré-Couer

Um passeio diferente é o cemitério Père-Lachaise. Grandes personalidades da história mundial estão enterradas lá. Fui ao Père-Lachaise atraída pela idéia de conhecer o túmulo de Jim Morrison, o lendário vocalista da banda The Doors. Mas ao entrar no cemitério um casal de americanos nos sugeriu pegar um mapa para ver se não interessava visitar o túmulo de outras personalidades. Parece brincadeira, mas se quiser você passa o dia inteiro no cemitério. Visitamos também os túmulos de Oscar Wilde, Balzac, Chopin e Alan Kardec. E posso dizer que adorei...

A Basílica de Sacré-Couer tem uma localização privilegiada na cidade, no alto do bairro de Montmartre. Vale à pena subir no final da tarde, com o dia ainda claro e esperar anoitecer. Suba de funicular, ao lado da escadaria, pois no final do dia as forças estão no fim. Tem uma rua cheia de lojinhas na parte baixa da Basílica. Na subida das escadarias sempre tem algum artista de rua, se achar um espaço na escada, sente para assistir um pouco. Depois de visitar a Basílica, vale se jogar no gramado pra ver a cidade anoitecer. De quebra ainda você consegue ver a Torre Eiffel começar seu show de luzes. E para brindar o final do dia, a própria basílica iluminada...

5º dia

Manhã: Versalhes

É um dos pontos turísticos mais visitados da França, recebe em média oito milhões de turistas por ano e fica a três quarteirões da estação ferroviária. Construído pelo rei Luís XIV, o "Rei Sol", a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.

Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família Real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.

Esse é um lugar para passar o dia. Vá logo pela manhã e fique por lá o máximo possível. Os jardins são imensos, você gasta um bom tempo explorando. Uma maneira bem divertida de explorar os jardins é alugando um carrinho elétrico, tipo de golfe, que dá para passar pelas partes mais importantes dos jardins. Já adianto, uma volta completa leva cerca de 1h. E tem que seguir o caminho que está no mapa entregue na hora de alugar o carrinho, senão ele desliga sozinho (tivemos essa experiência 3 vezes, rsrsrsrs). Na primeira foi só dar ré e voltar pro caminho certo. Na segunda quase caímos no lago na hora de dar ré, kkkkkk. Foi engraçado a hora que, nós que estávamos atrás, pulamos do carrinho quando quem dirigia disse que estava indo sozinho. Na terceira o mico foi maior, no meio da muvuca erramos o caminho e não conseguíamos fazer voltar, descemos do carrinho e empurramos. Foi ótimo. E pra encerrar a corrida alucinada para tentar devolver o carrinho dentro do período de 1h fez a gente passar na frente de muitas fotos que estavam sendo tiradas. Foi mal gente! 

Depois de um lanchinho, a idéia foi encarar a fila para visitar o interior do palácio. O bom de Versalhes é que tinha guia em português, facilita pra gente não perder os detalhes. A famosa Sala dos Espelhos, onde foi ratificado o Tratado de Versalhes, é a que mais impressiona. Suas imensas janelas têm a imagem magnífica que os ocupantes do Palácio tinham seus jardins. Vá com calma, aproveite cada canto. A experiência é única.

Publicado por Akemi Nomura 14:56 Arquivado em França Tagged paris frança roteiro Comentários (0)

Paris

CITY OF BLINDING LIGHTS

sunny 25 °C
Visualizar 2010 Europa no mapa de viagens de Akemi Nomura.

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Paris é uma das cidades do mundo que mais gera expectativas. Talvez por isso eu me encaixe no seleto grupo dos que não morreram de amores por Paris. Não é que eu não tenha gostado, não é isso. Lógico que Paris é uma cidade que faz parte de qualquer roteiro de qualquer amante de viagens. Mas o meu perfil se encaixa mais no mais antigo, no diferente. Paris me soou comum, sem surpresas. Bonita, é verdade, não me arrependo de ter ido. Mas talvez por suas imagens serem tão difundidas mundo afora não me causou tanto impacto quanto outras cidades.

Mas vamos para o lado positivo. Paris é uma cidade privilegiada. Tudo está em harmonia, desde os charmosos cafés da Champs Elysées aos típicos prédios de seis ou sete andares. De toda parte da cidade é possível ver seu cartão postal: A Torre Eiffel!

Os parisienses são conhecidos pelo mau humor e também de não gostar de falar inglês. Não tenho reclamações em nenhum dos dois casos. Sempre fui bem atendida e sempre tive a ajuda necessária quando precisei. Bastava uma única frase em francês: “Excusez-moi, s'il vous plaît, parlez-vous anglais?”. Em 97% dos casos isso resolveu, os outros 3% foi na base da linguagem universal da mímica. Se bem que em alguns casos, como a loja de pashimina na Ilha de São Luís, fui atendida por uma brasileira, que logo percebeu de onde éramos.

Paris é uma cidade grande, mas muito bem servida de metrôs. É muito fácil chegar a qualquer lugar. Tenha um mapa sempre no bolso e procure sempre fazer as baldeações em estações menores, pois as grandes estações são realmente grandes e a caminhada lá dentro parece eterna. Em algumas estações têm até esteiras rolantes. E fique preparado, diferente de Londres, a maioria dos metrôs não têm escadas rolantes. É possível caminhar pelas partes mais interessantes a pé, é uma boa caminhada, mas vale à pena. Deixe o metrô para volta, quando o cansaço bater.

Independente do passeio feito durante o dia, sempre vale a pena fazer uma caminhada à noite perto do rio. Os famosos monumentos iluminados são uma atração à parte. É fácil entender porque Paris é conhecida como cidade luz. O ponto culminante é a Torre Eiffel acendendo por volta das 20h. Num primeiro momento é um espetáculo de luzes piscando. Nem vale a pena tirar foto, é muito melhor apenas apreciar. Depois de um tempo, as luzes ficam acesas permanentemente. Aí sim é hora das fotos.

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Existe Paris para todas as tribos. A Paris das artes, a Paris da história, a Paris das compras, a Paris da gastronomia e simplesmente a cidade de Paris. Basta achar o seu caminho e aproveitar bastante.

PARIS DAS ARTES

A Paris das artes é fácil saber o caminho. Os diversos museus espalhados pela cidade têm uma diversidade de atrações e obras para os fãs de pinturas e esculturas. Para os não fãs, vale o passeio pelo menos para conhecer as obras famosas. Museu Rodin, Museu Picasso, Louvre, L´Orangerie, D`Orsay, Grand Palais, Petit Palais, Centre Pompidou, etc. Basta escolher suas preferências e localizar no mapa.

PARIS DA HISTÓRIA

A Paris da história é muito interessante, pelo menos pra mim. Monumentos, prédios históricos e igrejas espalhadas pela cidade fazem você reviver as aulas de história. Desde a simples Praça da Bastilha, ponto culminante da Revolução Francesa, até a Igreja de Saint Louis des Invelides, onde repousa nada mais nada menos do que Napoleão Bonaparte. No cemitério de Père-Lachaise é possível visitar túmulos de grandes personalidades. Decifre o mapa e encontre aqueles que te interessam. O mais difícil de achar foi o túmulo do Jim Morrinson. Os demais foram mais fáceis. Também visitamos Balzac, Chopin, Alan Kardec e Oscar Wilde.

PARIS DAS COMPRAS

A Paris das compras é muito mais do que a famosa Champs-Élysées. Nesta avenida existem lojas pra todos os gostos. É só pagar o preço. Mesmo sendo mais caro, é um grande prazer sair com uma sacolinha da Sephora... rsrs. Perto do hotel que eu fiquei tinha uma rua chamada Rue Du Faubourg Saint_Antoine. Lojas da L´Occitane, Sephora, Gap, etc, com preços mais acessíveis. É fácil chegar lá pelo Metrô Bastille ou Ledrun-Rollin. Na Île de St Louis tem uma loja magnífica de pashiminas. Tem uma loja em Paris chamada Monoprix. Tem em tudo quanto é canto. O preço da maquiagem também é bom. Pelo menos as meninas gastaram quase 500 euros lá.

PARIS DA GASTRONOMIA

A Paris da gastronomia é diversa. Paris é uma cidade em que você consegue comer bem. E se procurar nem paga tão caro como dizem. As padarias (ou boulangeries) estão espalhadas por todo canto. O clássico café da manhã (ou petit déjeuner) é um café com leite e um croissant, às vezes acompanhados de um suco. Conseguimos perto do hotel um café com croissant por 1,5 euros. Outro lugar bom para ir comer é no Quartier Latin. Na Île de St Louis comemos um crepe muito bom por um bom preço também. De resto, procure se afastar dos pontos turísticos, a tendência é encontrar comida boa por um bom preço. Se estiver viajando com pouca grana, o Monoprix também tem supermercado. Um pacote com 6 litros de água sai por 3,15 euros, melhor do que pagar 2 euros numa garrafinha de 500 ml. Abasteça-se para janta se for o caso, mas lembre-se de procurar um hotel com frigobar...

SIMPLESMENTE PARIS

A simplesmente Paris é andar nas ruas sem rumo, sentar num café e observar as pessoas, ou deitar no gramado da torre a espera do anoitecer. É apreciar com calma cada canto que te agrade. É fugir do velho e ir assistir um jogo no moderno Stade de France (mas já aviso, é longe, é zona 2 e o trem é fedido). É pagar 4 euros num sorvete nos Jardins das Tulherias e sentar num banquinho e deixar o tempo passar.

Seguem algumas observações:

  1. Assista ao filme “O Código da Vinci” de novo pra entender melhor Saint Sulpice;
  2. Caso vá a Sorbonne, pesquise antes no Google pra saber quem foi Montaigne, #piadainterna;
  3. É possível comprar 10 passes de metrô por 12 euros na zona 1; você vai usando aos poucos porque o interessante mesmo é andar na rua;
  4. Para chegar a Versalhes pegue o trem, o preço é diferente, mas é só comprar nas maquininhas lá, não tem erro;
  5. Adquira o Paris Museum Pass: http://en.parismuseumpass.com/
  6. Você pode optar por adquirir o bilhete da Torre com antecedência, mas é com horário marcado: http://www.tour-eiffel.fr/index.html
  7. Atente para os dias de funcionamento dos museus. O D´Orsay fecha na segunda e o Louvre na terça, se for o caso, inverta os dias do roteiro;
  8. Se no seu roteiro o Louvre estiver previsto para quarta feira, deixe ele por último, pois funciona até às 22h;
  9. Atente para os horários de funcionamento de todos os lugares, pois no inverno muitos fecham mais cedo. O bateaux normal mesmo pára bem mais cedo;
  10. Não saia do Louvre sem ver a Pirâmide invertida e a Monalisa (acredite, ouvimos um casal brasileiro dizendo que “só” não viram a Monalisa);
  11. Pesquise a data que você vai viajar, pois, em algumas datas você encontra vários museus gratuitos; se for o caso altere tudo de última hora (como nós fizemos);
  12. Paris faz parte do Tratado de Schengen, portanto, é obrigatório o seguro saúde;
  13. Você pode ter noção do preço do lugar pela Coca Cola; uma latinha por 4,5 euros é um roubo. Até uns 3 euros é aceitável;
  14. Os mapas que tem nos hotéis às vezes enganam; tem ruas pequenas que não estão no mapa, ou seja, você normalmente anda mais do que imagina;
  15. Na noite anterior no hotel pegue o mapa e já trace o caminho que vai fazer, isso ajuda a não perder tempo no dia seguinte (vale pra qualquer cidade, especialmente para as cidades de línguas mais estranhas)
  16. Por incrível que pareça tem muito cara de pau que quer furar fila (e, acredite, nem sempre é brasileiro como a gente pensa), se faz de bobo e entra na sua frente. Não fure fila, mas também não deixe ninguém entrar na sua frente;
  17. Passagem de trem: TGV EUROPE (http://www.tgv-europe.com/)
  18. Hotel sugerido: Hotel All Seasons Paris Voltaire Republique (http://www.accorhotels.com/pt/hotel-0751-all-seasons-paris-republique/index.shtml)

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Sugestão de roteiro segue em outro post.
http://anomura.travellerspoint.com/16/

Publicado por Akemi Nomura 14:41 Arquivado em França Tagged paris frança dicas Comentários (0)

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